Maria alves

Maria alves

n. 1976 PT PT

n. 1976-10-03, Lisboa

Perfil
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Pianista


Sentimento martelado entre o preto e o branco
Num teclado tão banal como as mãos que lhe tocam
Reflectindo a alma grandiosa que se senta no banco
Que tocando nota a nota liberta sensações que marcam.

Cordas que vibram tornando-se belas melodias
Sob a forma de dedos esfuziantes e dançantes
Ao comando de compassos e de grande euforia
E assim surge aquela magnitude da sinfonia.

Ao de leve martela a corda que vibra livremente
Assim como os pensamentos de quem ouve e sente
Sons, sentires que impregnam o ar que se respira
De quem reflecte calmaria ou uma grande ira.

Piano bem afinado pelo harmónico coração
Reflexo de notas bem tocadas e em harmonia
É pianista que comanda com grande paixão.
Alma e corpo florescendo em sintonia.

de Maria Rosa dos Santos Alves, in "Palavras ao Vento - Oscilação dos Sentimentos"
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Poemas

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Carícias do meu Mar


Soam alto, bem alto
As palavras que ecoas.
Declamam poesia,
Sentimentos profundos,
Acasos da tua, minha alma.
Vivência de outros, qui sabe.
Entre marés, maresias,
Batem as ondas em melodia,
Repetem ritmos e são palavra.
Soam alto, tão alto...
E mesmo parecendo mudas
Como as ouço! Como soam alto!
Como bradam fundo no meu silêncio
Segredando-me em pensamento
Promessas de um outro amanhã.
São belas, ritmadas,
Crenças verdadeiras,
São canção, prosa e poesia
São afagos no meu ser
Carinhos no meu adormecer.
São carícias do meu Mar.

Poema de Maria dos Santos Alves, 19/07/2012 (a publicar)

Ver vídeo e Ler mais: http://mariarosaalves-escritora.webnode.pt/news/caricias-do-meu-mar/
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Depressão


As horas não passam, a sua sede de ser único em espaço vazio acresce a cada compasso de segundo. A alma torna-se inquieta naquela quietude de estar.
Ali estava ela, inerte, incapaz de pensar ou sentir, isolada do mundo, isolada de si. Há muito que não havia querenças ou sonhos e a nascente de lágrimas salgadas que ainda a fazia respirar, secara, inundando a sua vida, afogando todos os seus sentires e pensamentos. Deixou-se então, naufragar e sob uma folha suavemente caída, largada por um Outono de cor ainda mal definida, permitiu ser transportada por uma corrente de lembranças sofridas em corpo despido de vontades ou pensamentos.
Enclausurada no seu mundo, mas que mundo?
...
Declamação pela autora no seguinte endereço: http://mariarosaalves-escritora.webnode.pt/

Ler mais: http://mariarosaalves-escritora.webnode.pt/news/depress%c3%a3o/
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