ABsTRACTION OF BJCT IN A LOSed SUBJECTIVITY
What’s the drive keeping me on,
While continuing to ignore when I hear come on,
Deaf to my desires, blind to evidence, nothing in my defense
Stance after stance not knowing how to dance
Move void of choreography
Discourse house, cacophony
Indisposed, once high spirited won’t you come?
In the sands of time I seek thee
You, oblivious of once being me
As indecision mates with suspicion in a dark marriage
Celebration of decadence, tainted flowers, stench of cans
An imaginary line of jalopy vans
Fugue in a crazy run, rabid horses, Gothic carriage.
Because you could have had all that and more,
Still reserving all the rest you adore, family and lore
Erudition and folklore, the red moon, an embrace, your own pace.
Life is only a shadow of doubts, forgetful of abouts,
Cards already played returning to the deck
Unrelenting, intransigent, not meant to be conducted, void of leniency
Pieces always fitting, too late to make sense, steel grim
And I always turning stones, looking for fantasy, whim
Opportunities come and pass, epochs stare as I never dare.
Praised be my progeny, may they be free
Independent, adverse to their father,
May they look upon things with humility
Distance themselves of conceptual artifices stay natural
Cultivate the body through activity
Drown my fears, lost friend, there’s no you.
You asphyxiated in your imaginary and were tore to pieces
You inhabit the entrails of gavials and gators
And still there is some of your stench over some bayou
Turning into the snake author to this incoherence
Materialization of an insane nation of your savage nature
All of you frustrations, layers of auto piety you cannot hide
As ugly as the worst inside of the tiniest you.
Agnostic by social correctness, atheistic without distress
Pantheistic xantoist, Buddhist hindu
J’étais très jeune quand je lisais le singe nu
Je croyais que Mircea Eliade était une jolie femme
Tant d’erreurs dans ce chemin qu’au bout, je l’aime
Et les yeux d’un homme parle comme personne
S’il y avait une interprète pour les montrer
C’est la raison, en écoutant Québec,
J’ai décidé d’écrire en français san rimer
Que j’adore car ma nature sont les émotions
Et je ne suis pas capable d’être petit et vain longtemps.
Comme la bonanza doit succéder à rage des vents....
The tiniest you is me
What’s the drive keeping me on,
While continuing to ignore when I hear, come on,
Deaf to my desires, blind to evidence, nothing in my defense
Stance after stance, not knowing how to dance
Move void of ususpcted choreography
Discourse house, cacophony
Indisposed, once high spirited, won’t you come?
In the sands of time I seek thee
You, oblivious of once being me
As indecision mates with suspicion in a dark marriage
Celebation of decadence, tainted flowers, stench of cans
An imaginary line of jalopy van,
Fugue in a crazy run, rabid horses, Gothic carriage.
Because you could have had all that and more,
Still reserving all the rest you adore, family and lore
Erudition and folklore, the red moon, an embrace, your own pace.
Life is only a shadow of doubts, forgetful of abouts,
Cards already played returning to the decko existency
Unrelenting, intransigent, not meant to be conducted, void of leniency
Pieces always fitting, too late to make sense, steel grim
And I always turning stones, looking for fantasy, whim
Opportunities come and pass, epochs stare as I never dare.
Praised be my progeny, may they be free
Inee3pendent, adverse to their father,
May tey look upon things with humility
Distance themselves of conceptual artifices stay natural
Cultivate the body through activity
Drown my fears, lost friend, there’s no you.
You asphyxiated in your imaginary and were tore to pieces
You inhabit the entrails of gavials and gators
And still there is some of your stench over some bayou
Turning into the snake author to this incoherence
Materialization of an insane nation of your savage nature
All of you frustrations, layers of auto piety you cannot hide
As ugly as the worst inside of the tiniest you.
Agnostic by social correctness, atheistic without distress
Pantheistic xantoist, Buddhist hindu
J’étais très jeune quand je lisais le singe nu
Je croyais que Mircea Eliade était une jolie femme
Tant d’erreurs dans ce chemin qu’au bout, je l’aime
Et les yeux d’un homme parle comme personne
S’il y avait une interprète pour les montrer
C’est la raison, en écoutant Québec,
J’ai décidé d’écrire en français san rimer
Que j’adore car ma nature sont les émotions
Et je ne suis pas capable d’être petit et vain longtemps.
Comme la bonanza doit succéder à rage des vents....
Pichado e pintado.
Destino Me/arcado sob outonal chuva
Portuense Tripeira, cantante, possante,
Molha num instante, o corpo encharcado e desperto,
Nulla alma aparente em regozijo,
E Eu na alegria da música numa pausa de mil passos.
Descartem-se as compras, escassas as aquisições,
Num terceiro mundo Imundo onde vou fundo,
Cuja ilha dos câes habito, câes outrados,
Canídeos pulgentos, salobra água, inegável mágoa
Quâo aparte dos quadrúpedes, elites, vinho de sommelier
Companheiros chipados e tagueados de distintos vizinhos.
O Pingo Doce de hoje é o dos caninos conspirados,
Cujas pisadas, apesar da excelente película, vitoriosa,
Se quedaram em passos tâo curtos, molhados, frustrados,
Furtados à espiritual, mais gélida, coureácea bota da realidade
Deste vetusto, ilustre, super-auto-estimado burgo, coletividade.
De ser quem sou nesta avançada idade,
Debaixo do velho Plátano, vergado e vendido,
Uma não pessoa, vencido não, pretensamente esquecido.
Nâo cidadão, não chipado, postergado privado, apenas vigiado,
Pessoa de interesse, elemento na Nobre e Invicta cidade
O riso inaceitável, comportamento censurável, um intolerado.
O nome escrito em esoterismos para banidos, pichado e pintado.
Em Loop, a música onde o ser gente habita, bate e agita a alma catita.
Ombreira
Vou calar no dizer,
Esclarecer o apagar
Tanta pena da vossa pequenez
Que impõe serem gente travestida,
Numa outra tez,
Hilário que vossas dominâncias, a claudicar,
Prescindam de vós mesmos em prol
De um rol de lavagem cujas,
Sabujas internâncias
Exteriorariorizadas rectitudes,
Aparentes virtudes a louvar
Sobre a oculta vileza, sujaismunda,
Palpite informado, meras manigâcias.
O Resultado antes do palpite,
O palpite antes dos dados,
O caminho dos danados.
Posto a vileza
Minha,...
SER uma janela aberta
Para os retorcidos, incapazes se cruzar
Clara e desperta,
Certeza escancarada,
Numa liquidez na linha de alienar,
Numa ponta escarpada para te pendurar.
A tanslúcida, inequivoca,
Porta...
Oitava da quinta de dôr
Riso reverberado,
Fúria irrestrita,
Violência desmedida
Que me
Atraiçoa,
Me muda e recontroi.
O que me escasseia
É que resta,
Não apropriado,
Outrado,
Levado
Humilhado.
E eu, afastado
Numa coisa informe que dói,
Uma melodia que se reconstroi.
Simil
Cobarde Eu.
Preguiçoso
Preconceituoso,
Um grande bife de gente
Gostoso.
E se você fosse quem o mar cantasse
Um dia ou mais, que envergonhasse,
Teria engorgitado as bênticas profundezas
E refurgitado um bife de micro algas.
Porque é sustentável e estamos mortos
Pois é ridiculAMente vivo,
Como mortos que caminham
Num caminho mais longo que não
Advinham
E
Apenas,
Sombria, mente,
Reconstroem em recorrente
Similitude aparente.
Cinzento advento
E tântalo a mais no vento.
Ultrapassado este fracassado
Rebelde sem causa,
Sem projecto e sem teto,
Desterrado
Desafeto abjecto.
A uma querida mulher de letras e tons
Avassalado por eu, o mim,
Que nunca,
Nunca terei por espelho,
Esse teu travestido teu.
Pois não sou eu, nem o outro,
Que ombreira e mora
Naquele intermédio, pressurizado,
Peito de pretenso tédio…
Nem ponte, nem adaptação.
Sim, uma frontal emoção,
Dimensão do que te escapa
E te atrapa na pequenez
desse
teu vão esforço,
Que recocheteia na forma
Do meu indomitável dorso.
O Homem das costas largas.
Nem trabalhadora nas Letras,
Uma alienada pra Tim Pim,
Cuja plagimagética morra,
Como falecem,
Frágeis, os ramos dos salgueiros,
Com morrem para mim,
Cada día os ramos dele pra Tim,
O mim ensimesmado, enterrado.
Foda-se, Calcanhoto,
Hoje és,
Mero,
O meu moto.
E meu respeito
Ombreia
Com o Infindo,
Inquebrantável,
Inegável despeito,
Do meu
Repetido, sentido Pai,
Em teu proveito
Ou da arte, que te espreito,
E de tudo, afinal, feito.
Tu que vens da Ira do Sudeste,
Agradeço a melodia que me deste.
Na redundância de uma vida
DO primeiro Sá Carneiro,
da
Minha consciência
Juntos, ambos, na rábida sucumbència,
Pois eu não sou o um nem o outro,
Eu sou a miriade de grotesque, ressaltam meus recortes
Em Orfeus, nunca meus, e surrealismos em seus recortes,
Dadaismo e hermeneutica, Simbiótica da decadente carótida.
Querida Adriana,
Avassalado por eu, o mim,
Que nunca,
Nunca terei por espelho,
Esse teu travestido teu.
Pois não sou eu, nem o outro,
Que ombreira e mora
Naquele intermedio, pressurizado,
peito de pretenso tédio…
Nem ponte, intermedio,nem adaptação.
Sim, uma frontal emoção,
Dimensão do que te escapa
E te atrapa na pequenez
desse
teu vão esforço,
Que recocheteia na forma
Do meu indomitável dorso.
O Homem das costas largas.
Nem trabalhadora nas Letras,
Uma alienada pra Tim Prim,
Cuja plagimagética morra,
Como falecem,
Frágeis, os ramos dos salgueiros,
Com morrem para mim,
Cada día os ramos dele pra Tim,
O mim.
Foda-se, Calcanhoto,
Hoje és, mero, o meu moto.
E meu respeito
Ombreia
Com o Infindo,
Inquebrantável,
Inegável despeito,
Do meu
Pai
Em teu proveito
Ou da arte, que espreito,
E de tudo, afinal, feito.
Tu que vens da Ira do Sudeste,
Agradeço a melodia que me deste.
Outrado
Riso reverberado
Fúria irrestrita
Violência desmedida
Que me
Ataiçoa
Me muda e reconstroi,
O que me escasseia
É que resta
Não apropriado
Outrado
Levado,
Humilhado.
E eu, afastado
Numa coisa informe que dói.