Neovintagepoetry

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n. 1996 PT PT

Duarte N. Nóbrega nasceu na Madeira, Portugal em 1996. É licenciado em Línguas e Relações Empresariais pela Universidade da Madeira. É argumentista, romancista e poeta. Vendeu o seu primeiro argumento a um produtor independente de Los Angeles em 2020. Duarte também já foi publicado nas revistas literárias norte-americanas Twenty-Two Twenty-Eight, diversas vezes em Teach Write by Katie Winkler e na Birmingham Arts Journal, e na revista artística Brasileira Mirada Janela.

n. 1996-04-28, Madeira

Perfil
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Ardente e incandescente

O desejo ardente,
Incandescente
Que vivia em Espanca,
Agora me espanta
Quem ainda é vivo
O desejo 
E romantismo
Nos corações de muitos,
Nestes com coração português.

- D.N.N
(de Portugal)
Insta: @neovintagepoetry / X: @neovintagepoet
 

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Biografia

Duarte N. Nóbrega nasceu na Madeira, Portugal em 1996. É licenciado em Línguas e Relações Empresariais pela Universidade da Madeira. É argumentista, romancista e poeta. Vendeu o seu primeiro argumento a um produtor independente de Los Angeles em 2020. Duarte também já foi publicado nas revistas literárias norte-americanas Twenty-Two Twenty-Eight, diversas vezes em Teach Write by Katie Winkler e na Birmingham Arts Journal, e na revista artística Brasileira Mirada Janela.

Poemas

13

Os snobes e os competentes

Profissões nobres
Com gente de cobre,
Brilham como diamantes
Por cima de ajudantes
Cansados e pobres.
Marcham em prol de si
Sem um “sim” mútuo,
Mas mudo.
Lacaios e leigos
De carbono descomprimidos
Para brilharem os “destemidos”.
Diamantes puros,
Cobre em nome,
São legendados como estrangeiro,
E os outros condecoram o incompetente e snobe
 

28

Soneto – Tolerância Animalesca

Tolerâncias parciais,
Ó que gente superficial,
Que cantam que nem pardais,
Mas nada do que dizem é oficial.

Censuram por conveniência,
Sem rancores,
Como tolos de província,
Magoando-se quando enfrentam as suas dores.

Mudam histórias
Para criarem as suas fábulas históricas,
Abominações!

Lágrimas doces,
Línguas de limão-doce
Que pregam falsas premonições.
 


- D.N.N
(de Portugal)
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145

Liberdades Frescas

Liberdades frescas
Consumadas por mentiras podres,
Bobos coroados,
Reis destronados
Por aristocratas embaraçados
De sangue violeta.

Ouçam as trombetas
Que alegram patetas
Com telepontos!

- D.N.N
(de Portugal)
Insta: @neovintagepoetry / X: @neovintagepoet

148

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