Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
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A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
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Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

Três diálogos interpretados de uma moça

Esse três  diálogo  ocorreram no decorrer de muitos anos,o primeiro foi logo após  eu declara para a moça que queria fazer um curso universitário  para perito criminal para estudar as causas  mortem e eu ja sabia de seu comportamento  masculinisado e e eu eatava com um livro do Michel Foucault  sem criticas e claro e dizia com inconstância  não  haver um relato consistente em seu livro sem saber ser eate pensador homossexual e ela sem resposta sem maquiava  outro foi na insistência  desta em fazer mensoes em drogas e um suposto vicio meu e o putro em sua inteperança em frisar aer de estudos,lembrando que eu não  lembrava que ela não  gostava de estudar,era homossexual e usou drogas no passado.
47

Trânsito da cidade da roça e a pe

Trânsito  da cidade da roça trânsito  transeunte ou como dizem pedestre a pé  trânsito  de velho homem e mulher transito de criança no passageiro.
65

Morto vivo e desintoxicação

Não  é  o Rahab da Amy a música  nem mesmo o I esa born on the cemetery under the sinal of the moon música do Mercyful Fate é  a história  de uma clínica  que quase fui e como na música  do Mercyful Fate eu nasci no cemitério  debaixo do sinal da lua e sai da minha cova pelo morto nem com misturada nem com embrulhada com os outros nem manicômio  nem clínica  de desintoxicação  nem mesmo psico fármacos iriam tirar o estado de exatidão  de vida,nem mesmo como Mercyful raise of my grave by the dead eu sai da minha cova pelo morto ,e nem mesmo a cultura.Ainda existam uns que digam eu sei que morto e morto que viagem e viagem que crime e crime que trabalho e trabalho que isso não  é  isso é  aquilo.
40

Quatro contos em um Bergerrat da antiga,overdose,ariranhas e caniços vira lata

Essa é  a história  de un vira latas e ariranhad que queriam ser homens e mulheres para aquele casal de amantes mais de um ropante nao foram nunca para aquele casal era as ariranhas e caniços vira lata e Bergerrat da antiga era uma mulhere que deu pra todo mundo da cidade é  fazia fama num afã  da vida tranquila e overdose usava droga até  o fim e era disso que ele gostava entorpercer e narcotizar a vida como drogado até  que morreu de overdose e ainda tpmava tranquilizantes pra relaxar.
Sem força ou seja na maior.
37

A mais valia do Edgar

A mais valia do Edgar era uma pinga que ele tomava e nesse interim ele se zuava mais não  ficava zuado como o paulista diz na giria,ele pahava uns valrs essa nunca foi malícia  era mrsmo pedir para tomar uma e assim ia de mais valia a mais valia pru patrão  que concedia o vale a seu bom funcionário.
41

Ela ta que se acha

Ela tá  que se acha.
Ela faz o qie quer.
Ela é  mulher.
Ela é  mulher.
É ela quem faz.
Ela ela quem pode.
Ela é  mulher.
Amigo!
Só  na sorte.
51

Malandro nato

Malandro tem proceder.
Tem contexto.
Tem conceito.
E considerado.
Mais nessse papo.
Não  é  qualquer convicção.
Não  a de se impor então sendo fraco.
E malandro nato.
Não  vive de migue.
Tem os mandamento.
Não  é ralé.
56

O cativeiro

O cativeiro iam homens e mulheres iam uns quaisquer com drogas e bebidas ainda uma gente de conversa fora iam gente atoa de todos os tipos pra fumer e beber ia até  uns manes com automóveis  pra levar ir e voltar com não  sei o que como se fosse utilidade como carros utilitarios e ainda uns otarios.
42

Escrita fina

Escrita fina.
Escrita que se escreve.
Do ouvido a ponta do dedo.
Ainda que história  sem medo.
Fato,um narrativa onde o cenário  e um papel uma caneta.
História ou conto.
Ainda estória  nasce num papel ainda que velho.
Papel.
109

Ode ao trunfo

Não  que se deva pensar
como o dramaturgo.
Onde a mais entre o céu  e a terra,do que sonha a sua vã filosofia.
E um tal que nunca inebria.
O mundo.
Não  com Lizst em sua música.
Do Tasso o poeta ao triunfo.
61

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