Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

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A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
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Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

A riqueza

A riqueza o ouro,rubi,safira.
As prataria mais fina.
O luxo do luxo.
O cream de la cream.
Enquanto a luta.
A guerra o alvoroço.
113

O verdadeiro Dom

O verdadeiro Dom e Dona não  necessariamente espanhóis  mais nem a virilidade com outras mulhetes nem o inferno de algumas como dizem e de alguns os fizen como o Don Juan o inferno de colocar outras mulheres no caminho e outros homens do caminho de ambos,separando assim o verdadeiro amor ainda com um senhor que não  é  Dom para humilhar a Dona fazendo do Dom mero ser.
22

Os casados

Os cadados.
Vida aparente.
Sem desejo as vezes.
Os filhos e filhas como eles.
Como mostra pra quem é  não  é.
Os filhos e filhas como eles.
Traiçao as vistas não.
Riqueza sim.
Pobreza não.
As aparências  enganam.
Mais sem ironia.
Talvez pra essa família não.
27

A mais valia do Tomaz

A mais valia do Edgar era uma pinga que ele tomava e nesse interim ele se zuava mais não  ficava zuado como o paulista diz na giria,ele pahava uns valrs essa nunca foi malícia  era mrsmo pedir para tomar uma e assim ia de mais valia a mais valia pru patrão  que concedia o vale a seu bom funcionário.
49

Sem ter o que comer e rindo

Não  é  uma troça do Roberto carlos.
No Casseta e Planeta.
E um arroz paçoca correndo da marmita.
É  um pão um café  requentado.
Nem tampouco uma tela do Portinari da fome.
E um humano em caminhar no trabalho.
64

Alunos da zona da zona rural

Os alunos da zona.
Tinham seu bater queixo.
E iam longe.
E sem deanorteio.
No festim promoviam.
Com a lida.
O jantar das luzes.
Que de noite alumia.
41

O massacre


Queriam deatruir.
Eis o massacre.
Porte de suá no açougue.
O massacre.
Colocarte com excremento.
Na cabeça.
O massacre.
Do excremento.
E no excremento.
Pensar nele com clareza.
O massacre.
E nunca ver com clareza.
O massacre.
Até  que você  faleça.
O massacre.
E mesno sabendo que você tem.
O massacre.
Para o arrimo e a edificação.
Nunca completar.
O massacre.
E dessa não  sairae bem.
O massacre.
E assim te tirar do jogo compadre.
99

A mais valia do Edgar

A mais valia do Edgar era uma pinga que ele tomava e nesse interim ele se zuava mais não  ficava zuado como o paulista diz na giria,ele pahava uns valrs essa nunca foi malícia  era mrsmo pedir para tomar uma e assim ia de mais valia a mais valia pru patrão  que concedia o vale a seu bom funcionário.
33

Tortura

Tortura  e é  quem tem.
E quem pode.
E nunca a consorte.
Mais é poder de pode.
Em sem amargura torturar.
E fazer o que quer com o alheio se lá.
19

O cativeiro

O cativeiro iam homens e mulheres iam uns quaisquer com drogas e bebidas ainda uma gente de conversa fora iam gente atoa de todos os tipos pra fumer e beber ia até  uns manes com automóveis  pra levar ir e voltar com não  sei o que como se fosse utilidade como carros utilitarios e ainda uns otarios.
35

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