Lista de Poemas

Tilburi de prosstituta

Tilburi foi carroca.
De luxo da Época.
Seculo dezoito.
E não  menos gentil.
Mais não.
No meio ou fim da vida.
Essa carroça  de luxo.
E carroca comum.
No qual a puxa um burro.
66

Inferninho

Pra ser alguem em nossas vidas.inferninho.
De quem quer ter não  tem graca.
De tentar pegar sem pedir.
Um inferninho assim.
E não  ter pois não  tem.
32

Risadinhas que eu gosto

Risadinhas  que eu gosto.
Não  é  o bolero.
Nem um povo honesto que ri.
É  um povo que ri e pensa a desgraça.
Para alguns que na alvorada.
E até  ao por do sol sorri.
E na noite iluminada.
Quem sabe a grande amada.
Venha ver daqui.
73

O fim

Entre a doenca e a terra.
Entre a fome a terra.
Entre a sacidade e a terra.
Entre a lembranca e a terra.
Entre a visão  e a terra.
76

Dic vigarista Novo

Dic vigarista.
Sorrateiro mas não  como,
No desenho animado.
Entrar sem ser chamado.
E quer se aproveitar do banquete.
E destrói e leva o que e seu como se fosse dele.
E com ar superior ainda te pede satisfações sem ser nada para você.
Apenas ladrão.

Pra esse Dic tem parceiros iguais a ele..
101

As mil e uma noites de uma forma fiferente

As mil e uma noites era uma história de muitas pesdoas conversando em várias  línguas e todos se entediam mais não  para aí  é  tambem de dois amantes que dialogavam sobre seu amor e ficavam horas afinco conversando sobre o amor e todos que conversavam entre si foram embora ficando os amantes em seu diálogo  e se amavam até  que um dia quiseram e colocaram uns outros em meio ao diálogo  foi fútil  pois os amantes se continuavam em amor.
48

Senhor Pedregulho

Senhor Pedregulho.
Nem sendo seu patrão.
Quer ser.
Porém nas ruas você  ficar.
Na idade da pedra.
Nem como chato.
Senhor Pedregulho.
Mais os Fintstones será.
45

Uma casinha de mala e cuia

Uma casinha de mala e cuia.
E num gostava nem sair na rua.
E vivia cum o fumo vaporoso na mão.
Que me tragava o branco do dente.
E deixava um amarelo  na mão.
E difícil  arrumar e tem muito trapaceiro.
A mala nus guarda roupa simples mais novu.
E uns objetos nas prateleiras do meu quarto.
Fora isso,só  a pimenta no prato e almoço de interior no dimingo.
E muita labuta pra fazer as obras.
Que somente posso aparcer.
Quando na cuia.
E nem gosto de mostrarme feito pantera.
Na jaula ou não.
Pois pra aparecer.
Vou subindo o caminho.
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No manicômio que erabom

No manicômio  que era bom.
O alimento  então.
Que faltou e causou confusão.
No manicômio  que era bom.
Se te roubaram  então.
Lhe tolhiram.
No manicômio  era bom.
Sem direito então.
39

Epifania

Epifania é  minha amafa.
Do olhar em serenata.
E uma tez que inebria.
Essa e minha Margarida.
Pois rimei orquídea.
Mais e na terra maravilha.
E eu lutando ainda.
Ela em seu cimo.i
Mais o mato não cobre não  cobrirá.
E nessa terra estamos.
E ainda distantes ou próximos.
Do nosso acalanto.
E  o trabalho continue.
Para mim e minha epifania.
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Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo