Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
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A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
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Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

O meu caminho eu mesmo faco

O meu caminho eu faco.
Não  te pedi nada um regalo.
E o edifício  vem sendo feito.
Pouco a pouco perfeito.
Como uma luz que não  se apaga.
Exatamente como uma máquina  que escava o ferro,
Do abrigo.
68

Uma pedrado Drummond

Nomeip
No meio caminho havia uma pedra.
Não como pensou o poeta.
Poeta de Itabira.
Mais diferente pedra.
Pedra,pedra
Nem sei qual pedra.
No caminho.
Não  como uma novela.
Sendo uma riqueza outra problema para alguns.
E outra uma novela.
61

Dic vigarista Novo

Dic vigarista.
Sorrateiro mas não  como,
No desenho animado.
Entrar sem ser chamado.
E quer se aproveitar do banquete.
E destrói e leva o que e seu como se fosse dele.
E com ar superior ainda te pede satisfações sem ser nada para você.
Apenas ladrão.

Pra esse Dic tem parceiros iguais a ele..
110

Epifania

Epifania é  minha amafa.
Do olhar em serenata.
E uma tez que inebria.
Essa e minha Margarida.
Pois rimei orquídea.
Mais e na terra maravilha.
E eu lutando ainda.
Ela em seu cimo.i
Mais o mato não cobre não  cobrirá.
E nessa terra estamos.
E ainda distantes ou próximos.
Do nosso acalanto.
E  o trabalho continue.
Para mim e minha epifania.
29

Gavião no.meu sítio

Gavião  vivia arreganhando as asas mais queria pousar em poleiro pequeno e querendo tem porco do mato e toupeira e gaxinin brabo tem também  Agarpone de topete tem muito bixu bom que eu no meu sítio  trato e esse bixu as vezes zanga cumigu maid cum minha muié  e qie brigar com nois mais nois doma eis por que biho tem de ser manso pra nois criar.
100

A força

Aquela força.
Não  é  demonstrada na luta corporal nas ruas.
Nem com uma arma atirando a esmo por lutas em vão.
Que prejudicam então  do fim até  o começo.
E no ringue no trabalho.
Onde o suor e o regalo.
Tem sua certidão.
109

Come e caga

Muitos e muitas.
São  os verdadeiros.
Come e caga.
Não  faz nada a não  ser.
Incrustar em suas orelhas.
Adornar seus lares.
E seu corpo perfumar.
Para apreaentarse como pavões.
Em um palco pobre.
De luxo onde a imensidão.
Tornase escuridão.
E farfalham,farfalham.
34

O sequesyro

O sequestro.
O rapto.
E levar você  sua família.
Roubar seu lar e pedir reagate.
No maxino como um covarde.
Te matar.
E usar seu bens.
Para usufruir do mal que foram.
82

Perfume

Como um perfume.
Que se sente a fragrância até  o fim.
E assim consome.
Também muitos udam os outros.
 E ate a alma,mente e corpo.
Consomem.
E até  no cansaço  consomem.
Isso quando não  perfumam coisa ruim.
Como uma privada.
Exatamente como uma tortuta alucinada.
De qiem roubo.
O perfume.
E de quem roubou.
A essência.
E nunca criou.
84

Misturada

A misturada. 
E coisa que se vê.
Rodinha de amigos.
Parceria.
No álcool nas drogas no vício.
Ou na treta,que são  muitas.
E acabam levando o que seu.
Nas rodas do dito companherismo.
E a triragem.
Até  talaricagem.
De velhaco da mistura.
E assim sem juízo.
Até  das amigas.
E levarte para o buraco e isso.
E até  seus bens mulher e filhos.
96

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