Lista de Poemas

A caminho

Muitos riem de você  na errada.
Outros na etrafa te sevem o prato como uma macamba pra comer.
Depois de você  caído.
Riem e fazem festa com os mesmos pratos da farofa da macumba.
E muitos tiem e querem até  suas calças.
Em continuidade.
Ao que riem de você.
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O homem

O homrm era cinco rm um multifuncao como toda mulher deseja bundao,cuzudo,rumbudu,peludu.E sendo assim tornou se homem para sua mulher e mais com o padsar dos tempos teve um nenê  sem dentes que nada nada tinha a ver com sua mulher e continuando foi ao trabalho e lá  srguiria o caminho do vício  ou dp crime todo ou quaçquer imaginável  fora o trabalho ou ambos ou viveria as espensas como certo nunca aproveitador,e mais aparecendo um homem bacana um um outro que nada tem a ver cpm esse conto entrou de gaiato,e esye o fez ver bosta e litetalmente e eate apangando de sua esposa foi como bonequinho nas mãos  das crianças de coro que levou,e assim ficou por não  saber bulhufas das coisas,mais que prova com suas qualidade que este homem não  sendo covarde ate rins doaria confadre,prova que a irmandade mais como covardes não  e pior que doaria sim ou não  a morte,confadre.e sim ou não  seguindo a obra de beltrano indo como desembolo de cumadi a picar cebola.
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Tirar de cena

Tirar de cena.
Roubar a cena.
Então  usurpar.
E você  sucumbir.
Onde outro se apresentará.
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Garoto provlema

Gatoto problema sempre foi porém  nunca com outros pois o que é  seu é  seu e no dilema seu coro Remundo e o couro a sol que tem de sol não  lamenta,e com vida sedenta  como o Cidreira ou Cedro a Videira aLobeira não  o solo o Boldo a Mangueira  porem  a natureza de espalhar a semente que tem,mesmo que seja Orquídea  na árvore  ou meu compadre e comadre menino  ou menina bebê pode ser,até Chicoria ou milho ou  Ipê  ou Jasmin,ou ainda sim Lótus,ou Candeia.
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Os animais IiI

Os animais ainda existia o macaco palhaço  o cachorro que lamba sua caceta e tambem os periquitos de gaiola,e as cachorrada que não  dava sinal de bandido isso ainda lá  no sítio  e de vez em quando  a gente levava pra cidade,o macaco palhaço  vivia de fazer estripulia e querem uma macaca pra acasalar,o cachorro que lamba sua caceta vivia lambendo a própria,o piriquito de gaiola viviam gritando nas gaiolas que nós  levavamos pro apartamento na cidade,os vira lata que não  dá  sinal de bandido era os que noiz colocava pra cruzar lá e ao sabia ficar de zanzado lá  e se deixasse começava  a morder.Esse era nosso sítio um monte bicho,mais esses cachorro que não  dava sinal era foda pra comer uma galinha se a gente deixasse solta mais nois cubria eles no cacete pra ele ficar bem mansinho,mais as cacetinha deles eram perigosas e nois não  deixava as cachorra solta não porque se criar da problema num tem serventia é  bom um dois só.
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Os animais II

Lá  no sítio  tinha vaca magra,macaca,égua e burro,também  tinha pagaia a vaca magra comia pouco no tempo da seca e vivia com cu cheio de bosta a egua só  sabia mijar e feder o curral a macaca era rapida pra roubar banana e oa burros ficavam todos de orelha em pé,ainda existiam os mico que só  aparecia pra catar banana e viver na gaiola pedindo,também  a papagaia que só fala como Peru tonta,o mico corria e vivia cagando nas gailas apertadas que o colocavam,e assim conseguia a banana pra comer e cagar, e as vezes fugia com sua miquinha pra dar uma volta la no sitio com isso algumas vezes  aparecia um saguizin,tudo no sítio lá.
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A filho do traído

O filgo do traído  ia fazer as veiz do pai.
Mais como pai foi em bater na esposa.
Mais não  arrumou só  cenouras.
Pois traído  era seu pai.
E em Bater nas mmulheres.
E como elas bem querem o dinheiro do traído  pai.
E elas como escravas aturavam por não  ter.
E assim nem prostituta vê.
E ele traído.
Mais na verdade ele sempre pagou pra ter.
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Especulador

Especulador.
Diz que já conhece já sabe é que é  seu.
Ou sua.
É como o comum da rua mais diferente.
O comum pergunta a outro.
O especulador direto no bolo.
O que disse ser seu.
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Come e caga

Muitos e muitas.
São  os verdadeiros.
Come e caga.
Não  faz nada a não  ser.
Incrustar em suas orelhas.
Adornar seus lares.
E seu corpo perfumar.
Para apreaentarse como pavões.
Em um palco pobre.
De luxo onde a imensidão.
Tornase escuridão.
E farfalham,farfalham.
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A riqueza

A riqueza nunca deve ser medida como foi a da Babilônia.
Como uma prostituta no luxo.
Porém com a humildade nao de um pobre covarde.
Mais com tino e razão.
E com caminho e trilha.
Certos nunca funesto.
Como foi o e será  o fim de toda maldade e soberba.
De um rico ou pobre soberbo.
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Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo