A causa de nossa bitola,loucura e folia
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
Prostitutas IV.
Poesia psicológica.
Não é a moda hodierna da web.
Que faz qualquer filha de familia.
Tirar a roupa e colocar fotos a venda na internet.
Ou a desamparada.
Que sem ou com familia.
Diz vai levar,leve.
São estes os caminhos para a pornogrfia.
Com como simetria.
Vai de representação de prostituta como etimologia de pornografia.
A prostituição.
Vagabundos.
Poesia psicológica
Não faz nada.
E quer tudo.
Senão dos pais tudo.
Do cônjuge chifrudo.
E viver como reis.
Com suas mentiras leis.
São os vagabundos.
Menina mulher.
Poesia sociológica
Menina mulher.
Tem suas faces.
Faz com quem quer.
E de verdade.
Seu valor e fazer sexo.
Mesmo com covardes.
E se garantir assim.
Mesmo que seu nome no fim.
Decaia em sociedade.
A putinha,a puta.
E homens querem só pra sexo.
Amor
Poesia psicológica
O amor mesmo distante.
Mesmo perto.
Mesmo errante.
Faz do homem com seu semblante.
Se enternecer.
E quantos não erram por amor.
E depois viram o esplendor.
Embora esse erro fosse um acerto.
De querer viver tão certo.
Embora nesse mundo não se esta nunca só.
Com Deus e sociedade.
Para fazer da verdade.
Caminho,luz e vida.
Nota: Imagem da Deusa do amor Afrodite.
Marcos em Dar Pelé.
Estória
Contos escolhidos
Inciso segundo.
Nessa história Marcos conversa com seu amigo psicólogo e especialista em dependência química e ouve um caso com o delegado e o capitão que senão esclaresce todo o motivo da vagabundagem o torna claro para a classe média era o de um rapaz que tornado homem não amadureceu mesmo criado com todo o zelo pois nã9 estudou mesmo em escola particular,somente sabia usar drogas para passar o tempo e pensar em mulheres e ainda gastar com a vida boa foi assim que se tornou dependente químico,doente mental internado e ainda pensava que sua segurança futura teria de vir dos pais tornou-se dependente,doente e aprisionado pois foi preso e de fato morreu de doença na prisão e Marcos ciente das gírias disse que era um caso de dar Pelé ou seja vacilar quanto aos feitos e realizações que fazem do homem e mulheres maduros e os garante segurança e ainda menciona o amigos que nas classes menos favorecidas ocorre semelhante porém estes por não procurar trabalho,estudo e disciplina se tornam criminosos por serem mais propensos.
Antes só do que mau acompanhado.
Poesia psicológica
Tem de se saber o grupo dos amigos.
Entre ladrões ou traficantes.
Ou festeiros ou drogadictos.
Mais de fato o bem cabido.
E nã9 se reunir.
Se não sabe sair.
E não tem um princípio norteante.
Marcos em Trabalho de Policiamento Público,um trabalho social.
Estória
Contos escolhidos.
Parágrafo segundo.
Nessa história Marcos já estudante e o capitão já formado conversam com seu amigo assistente social e trabalhador social sobre o agir da polícia que deve respeitar o lema de cada estado como os seus Proteger e Servir e deve ter um trabalho mesmo com a polícia civil dizia o delegado que chegava um trabalho não somente de coação e coerção mais de fato de prestador de atenção e esclarecimento para a sociedade e eis que o capitão ciente mencionou por que deverás a polícia em seu trabalho usa os meios de comunicação como jornais,revistas,internet e rádio para esclarecer a sociedade de seu trabalho social de policiamento público e de tornar assim uma sociedade segura para o grupo dizia o amigo e para cada um pertencente a ela mesmo sendo treinados com cursos de policiamento público para a eficiência de seu trabalho.
Memória
Poesia psicológica
Memória do que não volta mais.
Memória da felicidade.
Memória da dor e coragem.
Memória mesmo do inesquecível.
Lapso querendo voltar a vida.
É memória do que não acabou ainda.
E que faz confusão.
Descontrolados.
Poesia psicologica
Descontrolados.
Na fissura,no anseio.
Nem sei qual nome se dá.
Na ânsia da droga usar.
Pega a droga que tem.
O dinheiro que tiver.
Usa em qualquer lugar.
A qualquer hora.
Mesmo faz a rua de lar.
Ou o lar de rua.
Mais não consegue ficar sem.
Marcos em Coisas da história
Estória
Contos escolhidos
Marcos nessa história conversava com seu amigo escritor que lhe fez recordar de uma crônica escrita por ele que remonta uma realidade por vezes conhecida da polícia era a história de um polícial que por vezes ainda que usuário de drogas protegia como podia bocas de fumo de seu destacamento,rota e patrulha em troca de drogas fornecidas a ele para seu consumo ou seja mesmo sem outros políciais terem ciencia epe fazia o que podia e foi assim que Marcos reavivou sua memória e disse terem políciais que cientes de certas irregularidades protegem em benefício próprio claro como as drogas fornecidas na história de seu amigo sociólogo e escritor.
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