A causa de nossa bitola,loucura e folia
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
Marcos em Quem tem medo do Lobo Mau.
Estória
Contos escolhidos
Adendo
Nessa história Marcos conversa com seu amigo detetive Leonardo e com seu amigo escritor e pedagogo ambos com filhas e filhos e um professor surge o assunto das querelas corriqueiras ou seja como na brincadeira Polícia e Ladrão também ocorre este fato na cotidianeidade dos políciais e assunto assim se prolongou foi assim que surgiu ainda a pauta a conversação do certo e errado ou seja como os filhos poderiam criar seu juízo pautados na atividades dos pais e na ação de criminosos ou seja deu a ideia seu amigo pedagogo deve haver para a formulação do juízo de seus filhos a verdade das ciencias jurídicas e sociais ou seja a partir do momento que haja dano a pessoa e a seu patrimônio os bens então há crime mesmo em se tratando do social como o meio ambiente,instituições públicas ou seja se há dano em sua atividade a você mesmo ou a outro e ao ambiente onde estão ou seja o lugar há crime então pode ser formulado assim o juízo de que a lei é boa e o criminoso é bom se não lesou ou seja feriu ninguém ou coisa alguma assim mesmo para uma escola ginasial militar pode haver educação e formação do juízo ainda sob a ótica lúdica com histórias,desenhos e fábulas.
Marcos em Coisas da história
Estória
Contos escolhidos
Marcos nessa história conversava com seu amigo escritor que lhe fez recordar de uma crônica escrita por ele que remonta uma realidade por vezes conhecida da polícia era a história de um polícial que por vezes ainda que usuário de drogas protegia como podia bocas de fumo de seu destacamento,rota e patrulha em troca de drogas fornecidas a ele para seu consumo ou seja mesmo sem outros políciais terem ciencia epe fazia o que podia e foi assim que Marcos reavivou sua memória e disse terem políciais que cientes de certas irregularidades protegem em benefício próprio claro como as drogas fornecidas na história de seu amigo sociólogo e escritor.
Marcos em Mistura
Estória
Contos escolhidos
Parágrafo único.
Nessa história Marcos conversa com seu amigo sociólogo e o tenente em despeito a vida cotidiana do polícial e relata que alguns isolados resolveram semisturar ou seja se juntar as pessoas mesmo alguns muito amados por todos resolveram alguns em sociedade lhes faltar com o respeito ou seja os trata em desfavor e ass8m disse o amigo de marcos,conhecedor destas histórias institucionais ou seja que deveras o polícial mesmo distante de seu posto deve manter o seu respeito intacto e sua postura por mais afavel é tido como relegante da ordem assim disse Marcos mesmo em relações conjugais deve haver os respeito e os laços de fato mesmo 0aranão haver confusão e mesmo crime passional embora disse Marcos o polícial tem seu respeito mais surgem fofocas e calúnias de suas relações assim perde o valor de sua integridade não como profissional.
Marcos em ômi-li-tá ou A alfabetização do militar.
Estória
Contos escolhidos.
Nessa história Marcos e seus amigos mesmo os professores da polícia vindos de antemão os auxiliar com seu amigo pedagogo,reuniram-se para alfabetizar muitos da cidade onde Marcos vivia e esse projeto com seu amigo,ganhou respaldo e até mesmo um programa estadual onde oficiais eram destacado com professores civis para levar a educação a muitos,claro que Marcos fora questionado o por que a policia deveria se envolver em uma tarefa dessas e eram imediatamente respondidos é a disciplina que militares e estudiosos tem que levamos a estas pessoas para se verterem e conscientizarem mesmo para sua socialização e essa benfazeja tarefa que exclui a muitos de parte da vida civil ele puderam mesmo ensinar o coletivo como no português normativa matilha,corja e panapaná.
Nota: Ômi no Dialeto do Centro Oeste Mineiro quanto em uma totalidade de dialetos e gírias do Português Brasileiro refere-se á polícia e no português vernáculo equivale o vocábulo e homem.
Educação vem de berço.
Poesia psicólogica
Educação vem de berço como dizia minha mâe.
E meu pai dizia, - Tu tem de usar de psicólogia e por vezes de psicologia infantil.
Foi assim que aprendi a observar homens como crianças que foram.
E suas lutas erros e acertos.
Vícios e virtudes.
História de um traficante
Poesia psicosociólogica
Esse não teve de agir de agressividade.
Como nos confrontos por lugares.
Nem mesmo roubar por estar mal.
Mais queria se aparecer.
Com a pinta de gangster e fazer morrer.
Aqueles que lhe pagavam.
E ele fazia mal.
Desde o tempos da favela pedir paz.
Esse não soube jamais.
O estresse do confronto.
História de um traficante
Poesia psicosociólogica
Esse não teve de agir de agressividade.
Como nos confrontos por lugares.
Nem mesmo roubar por estar mal.
Mais queria se aparecer.
Com a pinta de gangster e fazer morrer.
Aqueles que lhe pagavam.
E ele fazia mal.
Desde o tempos da favela pedir paz.
Esse não soube jamais.
O estresse do confronto.
Prostitutas V.
Poesia psicosociólogica
Prostituta não vê outro fim.
Outrosim.
O bar,as bebidas as festas as drogas.
E para manter o corpo.
Seu instrumento de trabalho,
ela é habilidosa.
O sexo acompanham-se drogas.
Que lícitas ou ilícitas.
Se prefiguram no cotidiano.
No comportamento.
E ela consome.
E depois do festim de sexo e drogas,paga,some.
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