Renato Sá Freire Nogueira

Renato Sá Freire Nogueira

n. 1981 BR BR

Escrevo influenciado pelo pouco de conhecimento que tenho de filosofia e psicologia, e também influenciado pelos meus sentimentos, ora otimistas, ora melancólicos, e pelo meu cotidiano, que pode ter muita coisa em comum com os sentimentos e cotidiano de outros.

n. 1981-06-30, Marília

Perfil
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Vale a pena viver!

24/12/2015

Vale a pena viver!

 
Em cada rosto uma história
Em cada história uma memória
Memória de uma trajetória
De cada dia que constrói a história

Histórias pessoais construídas dia a dia
De dia e de noite histórias são construídas
No amanhecer e no anoitecer
Pessoas fazem acontecer
 
Cada olhar que passa e que pensa
Cada ruga no rosto uma luta
Lutando para sobreviver
Até chegar o anoitecer
 
E no anoitecer poder adormecer
E sonhar sonhos lindos
Que alimentam o poder de crer
Que a trajetória seguida levará para uma nova vida

Vidas, trajetórias, histórias e memórias
Tudo isso que faz construir o que somos e construir o mundo
Mundo vasto de gente, pessoas humanas sonhando e fazendo acontecer
Porque temos o poder de crer que vale a pena viver.

                         Renato Sá Freire Nogueira

NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Vale a pena viver!. Marília - SP - 2015

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Biografia
Escrevo influenciado pelo pouco de conhecimento que tenho de filosofia e psicologia, e também influenciado pelos meus sentimentos, ora otimistas, ora melancólicos, e pelo meu cotidiano, que pode ter muita coisa em comum com os sentimentos e cotidiano de outros. Sou Pedagogo de formação acadêmica mas não estou exercendo, trabalho como funcionário publico municipal (Escriturário), moro na cidade de Marília interior de São Paulo, Brasil.

Poemas

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Tempo da hora, tempo do vento

26/11/2006

Nasce o dia
Noite morre
Levando meu pensamento
Desprendido das amarras do tempo

Nasce o dia
Que traz o meu pensamento
Algemado na linha do tempo
Sem seguir o ritmo do vento

Não quero hora
Só quero flora
Quero colher amora
Sem pensar no tempo da hora

Corro forte, sigo o norte
Em busca da minha sorte
Tempo para! Não dita a hora!
Não dita a minha morte!

No tempo da hora
Não vejo a aurora
Só vejo a hora da minha morte

No tempo do vento
Não sigo a linha do tempo
Só sigo meu pensamento
Que jaz no tempo da hora
Maldita hora! Que mata meu sentimento!

Renato Sá Freire Nogueira

NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Tempo da hora, tempo do vento. Marília - SP - 2006

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Suor da vida

27/02/2009

Vida suada
Vida cansada
Suo para viver
Vivo para suar

No meu rosto escorre
Em minha cabeça corre
Córrego de luta
Luta que me muda

Mudo para viver
Vivo para correr
Corro para um dia parar de correr
E pensar no quanto suei para viver

Vida suada
Vida cansada
Sua para exaltar
Exalte para ver o suor, de quem corre para te ver no amanhecer

Enxugue o suor do teu rosto
Sinta a brisa tocar sua pele
Pare e pense!
Ao sentir essa brisa
Analisa, veja, esteja
Na beleza da parada que seca seu suor

Assim soa um novo som
Que acalma e gera doce voz
Voz que soa o som da vida

Vida que diz:
Corra! Mas pare!
Pare sem pressa
Expressa sua doce voz
Que canta não no suor que molha
Mas no soar que acalma e mostra sua alma

O suor não é a sentença
O suor é a presença
Ele molha na corrida
E seca com o soar da doce e calma voz

Há corrida e há parada
Há luta que passa
Passa para te fazer enaltecer
A beleza de sentir o prazer da brisa, que seca seu suor ao anoitecer

Durma e sonhe
Sonhe com a brisa
Não sonhe com a briga
Briga apenas para sentir o prazer da brisa, não permitindo que ninguém lhe tire e o faça perder o sentido da vida.

Renato Sá Freire Nogueira

NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Suor da vida. Marília - SP - 2009

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