Escrevo influenciado pelo pouco de conhecimento que tenho de filosofia e psicologia, e também influenciado pelos meus sentimentos, ora otimistas, ora melancólicos, e pelo meu cotidiano, que pode ter muita coisa em comum com os sentimentos e cotidiano de outros.
Sou Pedagogo de formação acadêmica mas não estou exercendo, trabalho como funcionário publico municipal (Escriturário), moro na cidade de Marília interior de São Paulo, Brasil.
Lista de Poemas
Mente crente
26/11/2006
Reluz real realidade!
Quão vasta e esta infinidade!
De homens, de gente, que sente!
O que é a realidade?
Homem que busca o que sente. Será?
Homem que não sente o que busca
Não sente porque mente?
Mente para si mesmo que o que busca é o que sente?
Mentira vasta que afasta o homem da semente
Que fá-lo pensar não na sua mente e nem no que sente
Que fá-lo pensar na mente de quem mente
De quem sente que pode controlar sua mente
Mentira inocente, mentira eloquente
Inocente porque sente ser a sua mente consistente
Consistente? Mentira!
Essa mente não sabe o que sente
Só pensa que sente e vende
Não sente porque mente
Para si e para a gente
Inocente que pensa ser crente
Crente no prepotente, que mente o que vende
E corrompe sua mente
Na inocente e eloquente mente que esconde a serpente
Que faz a gente se perder da semente
Fruto da gente que não mente
Somente quem mente, perde sua mente
Que sente sua mente indecente
Porque crente na gente que mente
Que essa é a mente decente
Crente! Gente! Sente! Pense!
Na realidade urgente.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Mente crente. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
Reluz real realidade!
Quão vasta e esta infinidade!
De homens, de gente, que sente!
O que é a realidade?
Homem que busca o que sente. Será?
Homem que não sente o que busca
Não sente porque mente?
Mente para si mesmo que o que busca é o que sente?
Mentira vasta que afasta o homem da semente
Que fá-lo pensar não na sua mente e nem no que sente
Que fá-lo pensar na mente de quem mente
De quem sente que pode controlar sua mente
Mentira inocente, mentira eloquente
Inocente porque sente ser a sua mente consistente
Consistente? Mentira!
Essa mente não sabe o que sente
Só pensa que sente e vende
Não sente porque mente
Para si e para a gente
Inocente que pensa ser crente
Crente no prepotente, que mente o que vende
E corrompe sua mente
Na inocente e eloquente mente que esconde a serpente
Que faz a gente se perder da semente
Fruto da gente que não mente
Somente quem mente, perde sua mente
Que sente sua mente indecente
Porque crente na gente que mente
Que essa é a mente decente
Crente! Gente! Sente! Pense!
Na realidade urgente.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Mente crente. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
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Águas da Vida
11/12/2006
Rio no rio
Nado no nada
Penso no tempo
Sigo no vento
Sinto sorrindo
Seguindo o caminho
Cantando e chorando
Em verso e pranto
Vivo no riso
Choro na vida
Vivendo e chorando
Busco um canto
No canto eu quero
Parar e ficar
Cantando minha vida
Vida vivida
Não posso parar
Tenho que andar
Vivendo este mundo
Fazendo o mundo
Faço a vida
A vida me faz
Eu olho pra trás
E o tempo não traz
O canto parado
É para pensar
O que me faz
E aonde vou chegar
No riso nado no rio
No pranto nado no pântano
No pântano busco um canto
Mas lá não posso ficar
Volto no rio para ver o mar
Para me encantar
Na força do mar
Que força o canto
Que força o pranto
Que segue o caminho
Que busca o destino
Do tempo e do vento
Do homem que quer chegar.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Águas da Vida. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
Rio no rio
Nado no nada
Penso no tempo
Sigo no vento
Sinto sorrindo
Seguindo o caminho
Cantando e chorando
Em verso e pranto
Vivo no riso
Choro na vida
Vivendo e chorando
Busco um canto
No canto eu quero
Parar e ficar
Cantando minha vida
Vida vivida
Não posso parar
Tenho que andar
Vivendo este mundo
Fazendo o mundo
Faço a vida
A vida me faz
Eu olho pra trás
E o tempo não traz
O canto parado
É para pensar
O que me faz
E aonde vou chegar
No riso nado no rio
No pranto nado no pântano
No pântano busco um canto
Mas lá não posso ficar
Volto no rio para ver o mar
Para me encantar
Na força do mar
Que força o canto
Que força o pranto
Que segue o caminho
Que busca o destino
Do tempo e do vento
Do homem que quer chegar.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Águas da Vida. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
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