Escrevo influenciado pelo pouco de conhecimento que tenho de filosofia e psicologia, e também influenciado pelos meus sentimentos, ora otimistas, ora melancólicos, e pelo meu cotidiano, que pode ter muita coisa em comum com os sentimentos e cotidiano de outros.
Sou Pedagogo de formação acadêmica mas não estou exercendo, trabalho como funcionário publico municipal (Escriturário), moro na cidade de Marília interior de São Paulo, Brasil.
Lista de Poemas
Livro e livre assim
27/02/2009
Livre, leve, livro!
Livro leva ali!
Ali leve longe!
Leveza que traz beleza
Leva-me para ali
Onde eu possa contemplar a natureza
Natureza humana, natureza em volta
Me leva e me traz de volta
Assim eu levo o que eu sou
E trago o que de lá se mostrou.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Livro e livre assim. Marília -SP - 2009
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
Livre, leve, livro!
Livro leva ali!
Ali leve longe!
Leveza que traz beleza
Leva-me para ali
Onde eu possa contemplar a natureza
Natureza humana, natureza em volta
Me leva e me traz de volta
Assim eu levo o que eu sou
E trago o que de lá se mostrou.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Livro e livre assim. Marília -SP - 2009
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
308
Tempo da hora, tempo do vento
26/11/2006
Nasce o dia
Noite morre
Levando meu pensamento
Desprendido das amarras do tempo
Nasce o dia
Que traz o meu pensamento
Algemado na linha do tempo
Sem seguir o ritmo do vento
Não quero hora
Só quero flora
Quero colher amora
Sem pensar no tempo da hora
Corro forte, sigo o norte
Em busca da minha sorte
Tempo para! Não dita a hora!
Não dita a minha morte!
No tempo da hora
Não vejo a aurora
Só vejo a hora da minha morte
No tempo do vento
Não sigo a linha do tempo
Só sigo meu pensamento
Que jaz no tempo da hora
Maldita hora! Que mata meu sentimento!
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Tempo da hora, tempo do vento. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
Nasce o dia
Noite morre
Levando meu pensamento
Desprendido das amarras do tempo
Nasce o dia
Que traz o meu pensamento
Algemado na linha do tempo
Sem seguir o ritmo do vento
Não quero hora
Só quero flora
Quero colher amora
Sem pensar no tempo da hora
Corro forte, sigo o norte
Em busca da minha sorte
Tempo para! Não dita a hora!
Não dita a minha morte!
No tempo da hora
Não vejo a aurora
Só vejo a hora da minha morte
No tempo do vento
Não sigo a linha do tempo
Só sigo meu pensamento
Que jaz no tempo da hora
Maldita hora! Que mata meu sentimento!
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Tempo da hora, tempo do vento. Marília - SP - 2006
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409
Labor do ardor, labor do amor
01/12/2006
Deito e penso
Penso em não me levantar
Para ter que entrar
No labor do ardor
Quero laborar sem me esgotar
Quero criar, quero gritar
Gritar para dizer e estremecer
Que o labor do ardor
Me arde a alma e me corrói a calma
Prefiro deitar e pensar
Pensar nas ondas do mar
Que me levam a imaginar
E num instante me calar
Me calo para sentir o calo
O calo no meu coração
Que também fere a minha mão
E destrói minha emoção
Calo na mão, calo no coração
Calo no peito, calo no jeito
Me calo para sentir, calo o meu pensamento
Pensamento que não voa
Pensamento que ressoa
Ressoa a pessoa no som que doa
Dói na alma e tira a calma
Dói no peito
Dói no jeito
Dói no pensamento
Pensamento que não sente
Pensamento dormente
Sinta o calo
Cala-te para vê-lo
Cala o calo
O calo do labor do ardor
Que não faz nascer a flor
Só faz nascer a dor
Cria a flor
Cria o amor
Destrua o labor do ardor
E que assim nasça o labor do amor.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Labor do ardor, labor do amor. Marília - SP - 2006
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Deito e penso
Penso em não me levantar
Para ter que entrar
No labor do ardor
Quero laborar sem me esgotar
Quero criar, quero gritar
Gritar para dizer e estremecer
Que o labor do ardor
Me arde a alma e me corrói a calma
Prefiro deitar e pensar
Pensar nas ondas do mar
Que me levam a imaginar
E num instante me calar
Me calo para sentir o calo
O calo no meu coração
Que também fere a minha mão
E destrói minha emoção
Calo na mão, calo no coração
Calo no peito, calo no jeito
Me calo para sentir, calo o meu pensamento
Pensamento que não voa
Pensamento que ressoa
Ressoa a pessoa no som que doa
Dói na alma e tira a calma
Dói no peito
Dói no jeito
Dói no pensamento
Pensamento que não sente
Pensamento dormente
Sinta o calo
Cala-te para vê-lo
Cala o calo
O calo do labor do ardor
Que não faz nascer a flor
Só faz nascer a dor
Cria a flor
Cria o amor
Destrua o labor do ardor
E que assim nasça o labor do amor.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Labor do ardor, labor do amor. Marília - SP - 2006
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323
Inquietação
25/04/2016
O que há com meu coração?
Essa constante inquietação
Que mexe com minha emoção
Eu vou buscando ter noção do que fez esse amor na minha vida
É uma mistura de vontade e medo
Vontade de ver e estar junto
E medo de perder esse amor
Amor que causa alegria
Alegria de estar vivo
Buscando aquilo que nos faz mais intensos
E intentos de continuar lutando para que esse amor sobreviva.
Renato Sá Freire Nogueira.
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O que há com meu coração?
Essa constante inquietação
Que mexe com minha emoção
Eu vou buscando ter noção do que fez esse amor na minha vida
É uma mistura de vontade e medo
Vontade de ver e estar junto
E medo de perder esse amor
Amor que causa alegria
Alegria de estar vivo
Buscando aquilo que nos faz mais intensos
E intentos de continuar lutando para que esse amor sobreviva.
Renato Sá Freire Nogueira.
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
348
Música da vida
30/10/2015
Quão doce é este sentimento
Que se aflora neste momento
Pensamentos que vêm
Pensamentos que vão
Quão vasta é esta filosofia
Que tenta explicar o sentido da vida
Vidas que vêm, vidas que vão
E alegram meu coração
Dá até para cantar uma canção
Que fala dessa emoção
Com voz e tom de algodão
Para alegrar essa multidão
Multidão de gente e pensamentos
Que buscam essa música
Tentando fazer que ela seja única
Dando sentido para a vida
Sons, tons e ouvidos para ouvir
Para dividir com todos
O doce som da música da vida.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Música da vida. Marília - SP - 2015
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Quão doce é este sentimento
Que se aflora neste momento
Pensamentos que vêm
Pensamentos que vão
Quão vasta é esta filosofia
Que tenta explicar o sentido da vida
Vidas que vêm, vidas que vão
E alegram meu coração
Dá até para cantar uma canção
Que fala dessa emoção
Com voz e tom de algodão
Para alegrar essa multidão
Multidão de gente e pensamentos
Que buscam essa música
Tentando fazer que ela seja única
Dando sentido para a vida
Sons, tons e ouvidos para ouvir
Para dividir com todos
O doce som da música da vida.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Música da vida. Marília - SP - 2015
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
409
Suor da vida
27/02/2009
Vida suada
Vida cansada
Suo para viver
Vivo para suar
No meu rosto escorre
Em minha cabeça corre
Córrego de luta
Luta que me muda
Mudo para viver
Vivo para correr
Corro para um dia parar de correr
E pensar no quanto suei para viver
Vida suada
Vida cansada
Sua para exaltar
Exalte para ver o suor, de quem corre para te ver no amanhecer
Enxugue o suor do teu rosto
Sinta a brisa tocar sua pele
Pare e pense!
Ao sentir essa brisa
Analisa, veja, esteja
Na beleza da parada que seca seu suor
Assim soa um novo som
Que acalma e gera doce voz
Voz que soa o som da vida
Vida que diz:
Corra! Mas pare!
Pare sem pressa
Expressa sua doce voz
Que canta não no suor que molha
Mas no soar que acalma e mostra sua alma
O suor não é a sentença
O suor é a presença
Ele molha na corrida
E seca com o soar da doce e calma voz
Há corrida e há parada
Há luta que passa
Passa para te fazer enaltecer
A beleza de sentir o prazer da brisa, que seca seu suor ao anoitecer
Durma e sonhe
Sonhe com a brisa
Não sonhe com a briga
Briga apenas para sentir o prazer da brisa, não permitindo que ninguém lhe tire e o faça perder o sentido da vida.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Suor da vida. Marília - SP - 2009
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
Vida suada
Vida cansada
Suo para viver
Vivo para suar
No meu rosto escorre
Em minha cabeça corre
Córrego de luta
Luta que me muda
Mudo para viver
Vivo para correr
Corro para um dia parar de correr
E pensar no quanto suei para viver
Vida suada
Vida cansada
Sua para exaltar
Exalte para ver o suor, de quem corre para te ver no amanhecer
Enxugue o suor do teu rosto
Sinta a brisa tocar sua pele
Pare e pense!
Ao sentir essa brisa
Analisa, veja, esteja
Na beleza da parada que seca seu suor
Assim soa um novo som
Que acalma e gera doce voz
Voz que soa o som da vida
Vida que diz:
Corra! Mas pare!
Pare sem pressa
Expressa sua doce voz
Que canta não no suor que molha
Mas no soar que acalma e mostra sua alma
O suor não é a sentença
O suor é a presença
Ele molha na corrida
E seca com o soar da doce e calma voz
Há corrida e há parada
Há luta que passa
Passa para te fazer enaltecer
A beleza de sentir o prazer da brisa, que seca seu suor ao anoitecer
Durma e sonhe
Sonhe com a brisa
Não sonhe com a briga
Briga apenas para sentir o prazer da brisa, não permitindo que ninguém lhe tire e o faça perder o sentido da vida.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Suor da vida. Marília - SP - 2009
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361
Alma Calma
25/11/2006
Sentindo, sentindo, sentindo
Sento, penso. E como penso!
No que fazer para entender minha alma
Para interpretar esse espírito da fauna
Fauna que pensa, que pensa
O que quer essa alma?
Aonde vais? O que buscais?
Alma, fauna, calma!
Caminha calma
No bosque do mundo alma
Falta. O que falta?
Bate palma e vai na calma
Sente, pense, busque, grite!
Sacia teu apetite!
Vais em busca da alma grande
Plante, regue, mede, cante!
Cede tua alma de fauna
Para o bosque do coração
Segue a alma, cede tua alma
Para o bosque da imensidão.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Alma calma. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
Sentindo, sentindo, sentindo
Sento, penso. E como penso!
No que fazer para entender minha alma
Para interpretar esse espírito da fauna
Fauna que pensa, que pensa
O que quer essa alma?
Aonde vais? O que buscais?
Alma, fauna, calma!
Caminha calma
No bosque do mundo alma
Falta. O que falta?
Bate palma e vai na calma
Sente, pense, busque, grite!
Sacia teu apetite!
Vais em busca da alma grande
Plante, regue, mede, cante!
Cede tua alma de fauna
Para o bosque do coração
Segue a alma, cede tua alma
Para o bosque da imensidão.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Alma calma. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
371
Luar do olhar
29/11/2006
Olhar que olha o mar
Que molha o olhar
Olhar para ver o luar
Banhar as ondas do mar
Olhar para te amar
E se emaranhar na luz do luar
Olhar que mostra a alma
Que fala da calma
O que tem esse olhar?
Olhar que tem o prazer de te ver
Que vê o que ninguém vê
Olhar que pede a você que dê
Dê a esse olhar o mar
Dê a esse olhar o luar
E recebe desse olhar o mar do amor.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Luar do olhar. Marilia -SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
Olhar que olha o mar
Que molha o olhar
Olhar para ver o luar
Banhar as ondas do mar
Olhar para te amar
E se emaranhar na luz do luar
Olhar que mostra a alma
Que fala da calma
O que tem esse olhar?
Olhar que tem o prazer de te ver
Que vê o que ninguém vê
Olhar que pede a você que dê
Dê a esse olhar o mar
Dê a esse olhar o luar
E recebe desse olhar o mar do amor.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Luar do olhar. Marilia -SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
338
Amor de Imensidão
30/11/2006
Sento para pensar
Pensar em me entregar
Me entregar e te amar
Amar sem pensar em te largar
Sente, pense, se entregue, ame, não largue
O amor que faz milagre
Que cura a alma sedenta
Que isenta a alma da solidão
Não! Não minta pro coração
Sinta as batidas da emoção
Corre para ver essa paixão
Que passa na imensidão
Amor! Milagre! Cura a alma sedenta!
Liberte-a da solidão
Leve-a para seu coração
Para sentir sua emoção
E se agarrar nesse amor que envolve a imensidão.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Amor de imensidão. Marília - SP - 2006
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Sento para pensar
Pensar em me entregar
Me entregar e te amar
Amar sem pensar em te largar
Sente, pense, se entregue, ame, não largue
O amor que faz milagre
Que cura a alma sedenta
Que isenta a alma da solidão
Não! Não minta pro coração
Sinta as batidas da emoção
Corre para ver essa paixão
Que passa na imensidão
Amor! Milagre! Cura a alma sedenta!
Liberte-a da solidão
Leve-a para seu coração
Para sentir sua emoção
E se agarrar nesse amor que envolve a imensidão.
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. Amor de imensidão. Marília - SP - 2006
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353
A Busca
12/12/2006
A busca
Busco. O que busco?
Neste vasto mundo
Minha alma está
A procura de não sei o que
Um não sei que me move
E as vezes me faz parar
Para pensar aonde estou indo
E qual caminho devo seguir
Quero sentir, quero viver
E as vezes quero não sentir, quero não viver
Pois não sei se o que sinto e o que vivo
É realmente meu
Quero desvencilhar-me de tudo
Para ser realmente eu
Pois não posso ser o que sou
Amarrado ao nada ou ao tudo
Para que eu possa ser e entender tudo
Primeiramente tenho que ser eu
Para contribuir com o todo
E para que o todo me faça compreender quem eu sou
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. A busca. Marília - SP - 2006
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A busca
Busco. O que busco?
Neste vasto mundo
Minha alma está
A procura de não sei o que
Um não sei que me move
E as vezes me faz parar
Para pensar aonde estou indo
E qual caminho devo seguir
Quero sentir, quero viver
E as vezes quero não sentir, quero não viver
Pois não sei se o que sinto e o que vivo
É realmente meu
Quero desvencilhar-me de tudo
Para ser realmente eu
Pois não posso ser o que sou
Amarrado ao nada ou ao tudo
Para que eu possa ser e entender tudo
Primeiramente tenho que ser eu
Para contribuir com o todo
E para que o todo me faça compreender quem eu sou
Renato Sá Freire Nogueira
NOGUEIRA, Renato Sá Freire. A busca. Marília - SP - 2006
Todos os direitos reservados. Esta obra ou parte dela poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados desde que seja citada a fonte e sejam garantidos os direitos autorais.
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