Te vejo em tudo
Te vejo em tudo, oh poesia em desvaria
Te vejo naqueles nobres absurdos
Te vejo entre o desalinhar da grafia
Te vejo na mímica do palhaço mudo
Te vejo nas roupas customizadas
Te vejo no cântico das aves urbanas
Te vejo na quentura das ruas asfaltadas
Te vejo nas preces das meretrizes profanas
Te vejo nas gaitas dos loucos
Te vejo no gracejo de uma criança
Te vejo no cantar do galo rouco
Te vejo como necessária esperança
Te vejo nas anedotas sem graça
Te vejo enquanto se faz maestria
Te vejo entre os jovens na praça
Fazendo de você uma essencial poesia
Te vejo naqueles nobres absurdos
Te vejo entre o desalinhar da grafia
Te vejo na mímica do palhaço mudo
Te vejo nas roupas customizadas
Te vejo no cântico das aves urbanas
Te vejo na quentura das ruas asfaltadas
Te vejo nas preces das meretrizes profanas
Te vejo nas gaitas dos loucos
Te vejo no gracejo de uma criança
Te vejo no cantar do galo rouco
Te vejo como necessária esperança
Te vejo nas anedotas sem graça
Te vejo enquanto se faz maestria
Te vejo entre os jovens na praça
Fazendo de você uma essencial poesia