Lista de Poemas
Hei de ser
Hei de te amar intensamente
Hei de te querer privativamente
Hei de gritar seu nome aos sete ventos
Hei de querer ti ao meu lado
Hei de desejaste partindo
Hei de ser acalento
Hei de acorda ti em trovoadas
Hei de te querer quente e polvorosamente
Hei de me tornar fogo
Hei de te aguçar com meu jogo
Hei de tirar o meu véu
Hei de te mostrar o meu lado mais fiel
Hei de te mostra-me coração
Hei de te transformar em meu coração
Hei de te inocênciaHei de te fazer mulher com plena inconseqüência
Hei de desejar sua busca incessante de privações
Hei de ser seu ninho
Hei de te tirar do descaso incessante
Hei de buscar incessantemente a parca de emoções
Hei de ser o que nunca fui
Hei de ser calmaria
Na primeira noite
É voltar a mim
É permitir que me renove
É estar morto, e mi renovar com um toque
E o toque é sempre suave
E o desejo é soberano e dominador
E o que é mundano não e barreira
E a mente voa solta no ar
E a distancia não é pretexto
E o estar longe não importa
E o amar não se mede por tamanho
É maior do que mentes podem imaginar
E o amor não se reprime, se saboreia
E o doce sabor de se amar é sempre único
É estar lívido de pudores e traumas
É estar feliz por estar, simplesmente
É viver por querer-te vivo
É simples, sem porquês
É um bem estar bem, por ter você
É um si ter de volta pleno e sublime
É estar inteiro
Eu sou o vento
O vento que te esfria ou te esquenta
Que te traz as belas palavras de amor
Quero olhar nos seus olhos
E dentro dele verei
Um luar denso e majestoso
Verei a pessoas que você espera
Me verei
Quero de ti um beijo
Um beijo com caricias no meu ego
Um conforto que me toma ao ouvir a sua voz
A sua doce voz que me traz suspiros
Suspiros de algo que quero
Que quero muito
Ainda não conheço sua face
Mas fico a imagina-la
Fico a imaginar como você é
Sei que não posso me iludi
Sei que fantasias só me trará mais vontade
Sei que ainda não posso olha nos seus olhos
Não toquei na sua doce pele
Não senti o seu perfume
Mas imagino todos eles
Penso no dia que você aguçara os meus extintos
E que poderei fazer tudo o que agora apenas imagino
Não Ter
Não se afasta
Nem se escapa
O que é certo não se escolhe
E lhe dado
Entregue em mãos
Não é engano
Nem tem volta
O que é certo não se doma
Não se domina
Nem se perde
É o que esta
É o que se vê
O que e certo não se joga fora
Você faz o melhor
Faz o que tem que ser feito
Você sobrevive
Se esta certo, certo esta
Aceite de cabeça em pé
Seja forte como se deve
Seja o que for preciso
O que e certo, di certo, a di passar
Percorra seu caminho
Bradar contra o mundo
Um dia a conta seria paga
Não culpe o oculto
As coisas são como você as fez
Não puna os inocentes
Foi você que semeou sua horta
O que você teve é o que buscou
O peso nas costas foi posto por si mesmo
Seus olhos derramaram pagando sua conta
Não chore por centavos
O preço é justo
O que perdeu foi o que precisou pagar
Sem excessos ou abusos
Recolha o que deixou cair
O barqueiro ganhou suas moedas
E o seu destino foi você que escolheu
O caminho é longo e solitário
Chegou a hora de traça-lo
Não a sobre peso em você
Você esta levando junto a ti
Tudo o que você mereceu
Perdido emudeço
Anata ga suki
Da penumbra partiu a esperança
A espera em fim recompensada
Perseverança pode ser um caminho justo
Encontrar o que sua mente, mão e coração alvejavam
Trilhar o caminho respeitando as normas impostas
Marginal não seria regalo na jornada
A final o tempo já levara muitas alegrias
Amargura não se tem sem um dia após o outro
Mas o caminho até o contentamento já percorrido
E o que resta é esperar pelo que tanto foi pedido
Tempo ao lado voa rápido
Nada como a maciez e a delicadeza escancarada
A vontade aos poucos saciada
Um pouco de areia em suas mãos segurada
Nada que não volte a ser motivo de outra jornada
No inicio da luz os sorrisos são distanciados
Uma manhã feliz deixada para traz
Mas trazendo comigo uma nova esperança
Sabendo que junto ao longe por baixo da ponte
Partia a minha sukiMelhor é flutuar
Sem margem
O mundo onde o homem criou linhas não podemos morar
Não viveríamos entre barreiras
Ultrapassá-las seria um jogo simples para nós
Desmedida talha nosso encontrar
Criando em volta de tudo o que somos fronteiras
Conter-se ainda não fez parte imaginar
Vivemos além molduras imaginarias
Riscadas tortas onde só nos cabe pisar
Marcas só as que ficam depois de nos encontrar
Provando o que veio após o antes
Imaginando o que será o depois
Buscando o que nunca iremos vocalizar
Pois o nosso só nos cabe a nós
Que reste aos outros o que suas mentes puderem alcançar
Pois de passar vontade não será nosso arrependimento
O julgamento que nos cabe é de nossa felicidade
E no nosso mundo é onde ela sempre está
E se vai
Tentar domar a vida afasta a razão
Fazendo muros que sobre ventos não se sustentarão
Porque nossas ações voltam sempre no inicio do circulo
Derrubando-nos de joelhos segurando o que veio ao chão
Tornando o céu mais longe outra vez
Deixando sobrar o que conhecemos tão bem
Incontido eclodindo onde a cobra se alojou outra vez
Segurando as ruínas em suas mãos
Amaldiçoando o vento que só desfez o que faltou razão
Sabendo que bradar ao vento não te tira das mãos
Não faz o muro se erguer do chão
Que em sua solidão te culpa a moção bradada
Mas que em ti mesmo deveria apontar a espada
Pois o sopro não pode derrubar nada
Que por devaneio já foi mal sustentada
Erguido em solo onde nada jamais germinará
Solidão não te sustenta nem os pés
Não queira construir sua morada
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