rosalinapoetisa

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n. 1975 BR BR

Sou tantas mulheres em uma, sou mãe, sou filha, sou irmã, sou amiga, sou esposa, sou professora, sou poetisa, estudante, sou corajosa e ao mesmo tempo temerosa, sou forte e tão frágil como uma rosa, quero ser grande e ao mesmo tempo pequenina, sou eu, Rosalina.

n. 1975-05-25, Ponte Nova

Perfil
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Hoje cedo eu chorei

Hoje cedo eu chorei
(Rosalina Lopes Pires Fialho)
Eu ainda acredito na humanidade,
Com toda esperança e humildade.
Mas diante de tantas coisas ruins,
Me sinto sem ânimo ou coisa assim.

Hoje cedo eu chorei copiosamente,
Um choro sentido por toda essa gente.
Pessoas que tinham sonhos e planos,
Que sucumbiram ao vírus e ao insano.

Não me conformo com tanta maldade,
Tento entender o porque dessa insanidade.
Pessoas por quem eu tinha certo apreço,
Destilando tanto ódio, já não as reconheço.

E quem sabe a cegueira acabe um dia,
Afinal eu ainda acredito na empatia.
Mas a cada dia que passa mais triste eu fico,
É um cenário horrendo eu já não me identifico.
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Biografia
Rosalina Lopes Pires Fialho, uma jovem senhora de 44 anos de idade, nascida em Ponte Nova, MG, no dia 25 de maio do ano de 1975, sou a primogênita de um casal muito simples que teve seis filhos, meus pais Dário e Nair residem em um sítio na cidade de Amparo do Serra, MG. Sou casada com o Afrânio Belico Fialho, tenho uma filha linda; Jaqueline Pires Fialho. Resido em Rio Claro há 20 anos. Sou formada em Ciências Contábeis e Pedagogia, pós-graduada em Neuroaprendizagens, funcionária pública, exercendo a função de Professora de Ensino Fundamental I na Rede Municipal de Educação de Rio Claro, SP. Sou aspirante à Poetisa, adoro escrever poemas, já tive algumas obras premiadas em vários concursos literários locais e nacionais, fui classificada em primeiro lugar pelo CNNE Poesia Inédita em 2019, com o Poema Vale de Lágrimas. Ainda não tenho livro autoral publicado, é meu grande sonho. Sou apaixonada pela família, pela profissão e por Livros, eu escrevo meus pensamentos em versos e prosa desde a mais tenra idade, adoro ler, gosto de fazer bolos decorados, adoro plantar e cuidar das flores, gosto de animais, amo as crianças, elas são lindas fontes de inspiração. Sou uma mulher sonhadora, tenho uma Fé inabalável em Deus. Sou tantas mulheres em uma, sou mãe, sou filha, sou irmã, sou amiga, sou esposa, sou professora, sou poetisa, estudante, sou corajosa e ao mesmo tempo temerosa, sou forte e tão frágil como uma rosa, quero ser grande e ao mesmo tempo pequenina, sou eu, Rosalina.

Poemas

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Beleza Radiante

Beleza Radiante
Brasil, um lugar de rara beleza,
Suas maravilhas vão além das naturais.
Seu povo é a sua maior riqueza,
Mistura de raças, crenças, aspectos culturais.

Seu território tem proporções continentais,
Suas praias belíssimas de puro esplendor.
Temos a Amazônia, Pantanal e muito mais.
No sul o clima é bem frio, no norte tremendo calor.

Mas como sabemos não existe perfeição,
Aqui tem muitos problemas difíceis de solucionar.
Tem preconceito racial, miséria, violência e corrupção.
Apesar de tudo isso, eu gosto de aqui morar.

Brasil aqui tem vastas riquezas.
São tantos recursos a serem explorados.
Mas temos muitos explorando a pobreza,
Transformando uma minoria em afortunados.

Em cada estado um dialeto, um sotaque diferente,
Um cardápio recheado de saborosas comidas.
Temos o samba, o forró, o frevo, ritmos quentes.
O futebol é um show à parte, vários times com suas torcidas.
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Medo do Novo

Medo do Novo

O medo pode ser nosso inimigo ou nosso aliado,
O medo pode ser bom em doses medicinais.
Ele chega de repente sem sequer ser convidado,
Medo do desconhecido, medo de não ter mais.

O medo pode ser fruto de nosso passado,
Arquivos internos, escondidos na alma.
A incerteza de como será do outro lado.
O medo paralisa, é preciso manter a calma.

Apesar de todo medo que em nós possa causar,
O novo é enigmático e muito estimulante,
Não saber como vai ao destino chegar,
É o que motiva e instiga o viajante.

É muito cômodo permanecer onde está,
Mas se não se mover um pouquinho,
Simplesmente verá a vida passar.
Para alçar novos voos é preciso sair de seu ninho.

Sem o sabor da novidade, não haveria caminhada,
Não adianta temer, é preciso enfrentar a vida.
A grande certeza que temos é que não há certeza de nada,
A correnteza do rio apesar de ser do mesmo rio,
Nunca é a mesma água.

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Mulher, Reflexo do Amor de Deus

Mulher, Reflexo do Amor de Deus.

(Rosalina Lopes Pires Fialho)

Mulher, tua resiliência a todos impressiona,

Sempre positiva, tua fé nunca a abandona.

A tua beleza majoritária, esta vem de dentro,

Especial, forte, linda, alquimia de sentimentos.

 

Foram inúmeras as vezes que até esmoreceu,

Diante dos duros golpes que a vida lhe deu.

Mas em tua fragilidade raras vezes aparente,

Renascia uma nova mulher ainda mais resiliente.

 

És tu mulher o reflexo do Amor de Deus,

Ama igualmente a todos os filhos teus.

De teus sentimentos surgem lindas poesias,

Desempenha múltiplas funções com maestria.

 

Em tuas palavras transmite tanta doçura,

Mulher, tu és a mais enigmática criatura,

És forte como o Sol e encantas como a Lua cheia,

Vívida, sonhadora, és assim uma Mulher faceira.

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Café em Poesia

Café em Poesia
(Rosalina Lopes Pires Fialho)
De ouro verde já foi chamado,
Desde os áureos tempos cultivado.
Hoje já não tem o mesmo valor,
Mas muitos apreciam seu sabor.

Tem gente que gosta dele amargo,
Para outros é companhia para um trago.
O café tem história muito antiga,
Tem sabor de encontro de amigas.

Mas café tem que ser quente,
Café frio faz enjoo na gente.
O café é apreciado no mundo inteiro,
O melhor do café para mim é o cheiro.

Para começar bem o meu dia,
Preciso de um café e uma poesia.
Tomar um café logo ao acordar,
Dá energia para o dia enfrentar.

Quero um café e um grande amor,
Ambos bem quentes, por favor.
Tem café arábica e também conilon.

Expresso, gourmet, de garrafa térmica,
Importante que seja um café bom.
760

Colo de DEus

Colo de Deus
(Rosalina Lopes Pires Fialho)
Meu refúgio quando o coração está aflito.
Meu consolo quando meu silêncio quis ser grito.
Minha fonte de energia, amor, esperança e fé.
Meu sustento que nas lutas me mantém de pé.

Lugar tranquilo que desnudo minha alma.
Mesmo nas tormentas me traz a calma.
Colo de Deus tem carinho, aconchego e afeto.
O abrigo de todos os meus dias incertos.

Lá eu me sinto protegida e amparada sempre.
Colo de Deus é como se fosse da mãe o ventre.
Reconfortante saber que posso contar Contigo,
Deus, obrigada por ser o meu Melhor Amigo.

Em cada momento delicado de minha vida,
Você me deu colo e curou minhas feridas.
Por isso eu sempre serei grata a Ti Senhor,
Por me manter firme na alegria e na dor.

Sua proteção e força até aqui me sustentou,
Diante das provas e provações não me abandonou.
 Em minha vida O Senhor estará em primeiro lugar,
Deus é mais em minha vida e assim sempre será.

 

 

 

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Meu Testamento

Meu Testamento

(Rosalina Lopes Pires Fialho)

Quero adiantar-me aos fatos derradeiros,

 Quero dividir meus bens com meus herdeiros.

Aos meus pais deixo minha eterna gratidão,

Pelos longos anos de amor, afeto e dedicação.

 
Aos meus irmãos deixo minhas roupas e sapatos,

Muito surrados pelo tempo estão velhos e gastos.

Para minha filha deixo meus poemas e fotografias,

Em cada verso tem muito sentimento e empatia.

 
Para meus amigos deixo minhas preces e orações,

Durante a vida com vocês aprendi valiosas lições.

Para os meus inimigos sejam declarados ou não,

 Sem mágoas e ressentimentos deixo o meu perdão.

 
Ao meu marido eu deixo todo meu amor e amizade,

Pois foi com ele que conheci o valor da fidelidade.

Aos meus sobrinhos e afilhados eu deixo meu jardim,

Em cada planta e flor está um pouquinho de mim.

 
Aos meus alunos deixo a minha história de vida,

Levem em sua memória todas as lições aprendidas.

Sou grata a todos que participaram de minha jornada,

Fui feliz por tê-los comigo, amei e fui muito amada.

 

 

 

 

 

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Algumas Vezes

Algumas vezes
( Rosalina L P Fialho)
Tem vezes que me sinto forte como uma rocha,
E algumas vezes sou mais frágil que uma Rosa.
Algumas vezes o meu sorriso fez o sol se abrir,
Teve vezes que eu fiz a lua me aplaudir.
Em alguns dias eu me sinto vívida como uma criança,
Em algumas vezes sou a própria desesperança.
Teve dias que eu dancei sem ter música,
E algumas vezes eu me fiz as notas.
Teve vezes que eu ouço o inaudível,
Em algumas vezes eu enxergo o invisível .
Teve dias que meu brilho se confunde com a luz,
Teve dias que de tão perdida embrenhei-me nas trevas.
Algumas vezes eu me fiz doce como o mel,
Teve dias que me senti amarga como o féu,
Algumas vezes me senti completa,
Em alguns dias me vi em fragmentos.
Teve dias que a gratidão me invadia,
Em algumas vezes me inundava de lamentos.
Teve dias que me senti ágil como um tornado,
Em alguns dias eu não me movo do meu quarto.
Teve vezes que me senti tão parte de você,
E algumas vezes eu me fiz nada sem você!!!!
Complexidade da mente humana, confissões de um divã.
Por vezes não vivi o hoje,
Por temer um amanhã!!!!!
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Ecos do Silêncio


Ecos do silêncio
(Rosalina L P Fialho)
Minhas lágrimas descem emparelhadas,
Molhando meu rosto nesta madrugada.
Em um misto de raiva, gratidão e alegria,
Naquele dia para uma nova vida eu renascia.

Daquele fatídico dia queria me esquecer,
Mas foi me dada uma nova chance de viver.
Percebi que tenho uma missão a cumprir,
Que o melhor da minha vida estava por vir.

O silêncio mórbido ainda me inquieta,
Uma reforma em minh’alma agora se projeta.
Vive com mais leveza quem consegue perdoar,
Por mais que ainda me dói ao recordar.

Recomeços são sempre possíveis,
Fatos trágicos são imprevisíveis.
Ainda que não possamos a controlar,
A vida é bela e eu preciso valorizar.
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Conversa com as estrelas

Conversa com as estrelas
(Rosalina LP Fialho)
Quantas noites eu me senti tão sozinha,
Sentada naquela varanda bem quietinha.
Conversava com as estrelas e com a lua,
Assuntos tão confidenciais, saudades tuas.

Namoro ainda tímido era bem no início,
A distância entre nós era bem difícil.
Naquele momento eu sentia sua falta,
Falávamos por telefone mas a saudade ressalta.

O ano era 1992, eu tinha apenas dezessete anos,
Uma estudante sonhadora, eu tinha tantos planos.
Mas o nosso destino já havia sido traçado,
E os passos mais sérios por nós foram dados.

Em janeiro de 1994 você me pediu em noivado,
Dali há dois anos nosso casamento foi realizado.
Dia vinte de julho, um dia especial escolhido,
Porque era uma data especial é o Dia do Amigo.
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Carro de boi


Carro de Boi
(Rosalina Lopes Pires Fialho)
Seu canto era alegre e estridente,
Na fazenda ele reinava imponente.
O velho carreiro hoje já descansa,
Do carro de boi restou a lembrança.

Na roça servia transportando toda produção,
Para ir à cidade ele era única condução.
Cada pedaço dessa estrada ele trafegou,
Cada tijolo para a nova casa ele carregou.

Os bois pelos nomes eram chamados,
Rochedo, Garboso, Tufão e Malhado.
Eles iam devagar ao passo da vida,
Ao chegar ao destino mais uma viagem se finda.

O filho caçula era o seu fiel candeeiro,
Guiando as duas juntas de bois ele ia ligeiro.
Era bonito de ver a feitura da esteira,
Para os arremates finais tirava um canivete da gibeira.

O eixo de sucupira com capricho era entalhado,
E as rodas cantantes a todos deixavam encantados.
Cada detalhe era feito com muito esmero,
Desde a mesa, os canzis, a guiada e os fueiros.

Hoje a roça não tem mais o mesmo encanto,
No coberto do engenho ele apodrece num canto.
Nossa infância foi muito feliz naquele pedaço de chão,
Hoje me resta a saudade e esta recordação.
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Comentários (3)

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rosalinapoetisa

Wilson1970, muito obrigada pelo carinho e atenção, fico muito honrada com seu comentário. Abraços

rosalinapoetisa

fernandoarroz acho que não fostes muito cordial, não sei o que você tem contra a pessoa do Márcio, mas comentários desse tipo na página de outra pessoa não fica bem.

fernandoarroz

Márcio Barbosa burro