Samuel Knevitz Silveira

Samuel Knevitz Silveira

n. 1995

Por autodefinição: gaúcho, cristão, pseudopoeta, turismólogo e aspirante a psicólogo. Por definições alheias: aleatório e enigmático. Instagram: @simposio.do.poeta - @samuelks_95 / Recanto das Letras: Samuel Knevitz Silveira

n. 1995-06-12, Porto Alegre

Perfil
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Fraco em mim, forte em Cristo

Em choro me quebrantei
Quando por socorro a Ti clamei
Naquela hora me fizeste lembrar
Do quão alto fora o preço a pagar

Em segredo ali me revelou
O gozo eterno que para mim guardou
E que culpado me sentiria eu
Ao desprezar aquele que por mim morreu

Ali dentro duas forças a lutar
Ali dentro uma alma a suplicar
De um lado, a cobiça que me afronta
Do outro, a espada que me confronta

De joelhos a Ti clamei
Na tua palavra me refugiei
Em meio a tua glória, deste ouvido
A oração de súplica de um coração aflito

A tua palavra me revelou
O propósito para o qual o Senhor me chamou
Honrar este corpo, despojando-me da impureza
Viver em santidade, tendo em Ti minha fortaleza

Fiel e justo foste para comigo
Pois em meio a tentação, Tu foste o meu abrigo
Posso assim em paz deitar
No amor do Pai, vou descansar
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Poemas

32

Dicotomia Platônica

Eu e você
É como a lua e o sol
Quando um se faz presente
O outro é logo afugentado

Eu e você
É como as ondas e a areia
Por mais que eu me lance ao teu alcance
Inexitoso, volto sempre à estaca zero

Eu e você
É como o cão caçando o próprio rabo
Por mais que eu corra para te apanhar
Só me acabo em desgaste

Eu e você
É como os ponteiros de um relógio
Quando penso que nos alinhamos
Em um instante, você já partiu

Eu e você
É como outono e inverno
Que com a partida de um
Ao que chega, restam apenas folhas secas

              E assim sigo eu nesta utopia constante que é o meu desejo de unir os nossos mundos; eu, um eterno protagonista do drama que é esta dicotomia platônica.
379

Inveja

Quando a inveja bater à porta do teu coração, tome cuidado! Lembre-se que aquele que um dia já foi um ser de luz, por causa da sua inveja acabou sendo expulso do paraíso.
332

Não jurarás

O ato de jurar constantemente não valida a veracidade daquilo que é dito, pelo contrário, apenas reflete a debilidade de caráter daquele que assim o faz.
429

Apolítico

O jugo de um governo corrupto nada mais é do que a recompensa da apatia do néscio.
354

Efeito placebo

Tolo é aquele que acredita poder curar a dor de uma ferida com o amargo da bebida!
350

Trauma

O trauma não curado é como um vulcão adormecido; enquanto em silêncio, apresenta-se inofensivo. Mas basta um despertar para que traga dano a tudo ao seu redor.
380

Amargo vício

Sua essência era amarga
Seu aroma, inconfundível
Por seus lábios manava em afluência
A cada sorvo, um toque aprazível
337

Desabafo

Encontrei na poesia uma forma de manifestar o grito abafado da minh'alma.
336

Autognose

Indagar-se a si próprio não implica, necessariamente, em abdicar-se dos ensinamentos introduzidos pela sociedade. O questionamento faz parte do processo de aperfeiçoamento da autognose de cada indivíduo.
344

Autodestruição

Nossa mente é tão pérfida a ponto de mascarar a fatalidade de nossos vícios com a sensação de plenitude.
338

Comentários (1)

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Luciana

ameiii!!!