Sou casada, tenho três filhos, formação acadêmica em Letras e Pedagogia, pós graduação em história e cultura afro brasileira e africana,e em Linguística,publiquei quatro livros digitais, dois artesanais,um impresso e participações em Antologias,sou professora,contadora de histórias e colunista do jornal Portal Goiás total.Recebi Moção honrosa da Câmara municipal de Goianésia em 2017,e Comenda Berenice Teixeira Artiaga da Assembleia legislativa do Estado de Goiás ano 2018.
Lista de Poemas
Coração remendado
E o amor fez morada em mim...
o desejo de completude
movia minha vida
fiquei dependente
E isso foi o fim...
Invadida por um ciúme implacável
tirou minha paz e autonomia
e perdi tudo
porque perdi a mim...
Hoje percebo que esse sentimento
que julguei ser amor
só trouxera desgaste e dor...
Sei que o sorriso voltará
junto ao brilho dos olhos
e o coração remendado
Ah! vai amar de novo sim...
Simone Moura
o desejo de completude
movia minha vida
fiquei dependente
E isso foi o fim...
Invadida por um ciúme implacável
tirou minha paz e autonomia
e perdi tudo
porque perdi a mim...
Hoje percebo que esse sentimento
que julguei ser amor
só trouxera desgaste e dor...
Sei que o sorriso voltará
junto ao brilho dos olhos
e o coração remendado
Ah! vai amar de novo sim...
Simone Moura
322
Esse amor...
E o amor que desmedido
Não era possível de aferir
Explodia e enchia o espaço todo
De inefáveis desejos
Extrapolando a realidade...
O anseio de almas perdidas de amor
De desejos, devaneios...
Embebidos no cálice do desejo
Que esvaziava-se em cada encontro
E enchiam-se na ausência...
Sabendo que no passado não existiu
No presente intensamente
E no futuro, outros desavisados
Completarão os seus, baseados
Nos nossos sentimentos...
Que agora só são registros
Da intensidade incompreensível
De seres carnais que se amaram
Muito além da alma...
Simone MOURA
Não era possível de aferir
Explodia e enchia o espaço todo
De inefáveis desejos
Extrapolando a realidade...
O anseio de almas perdidas de amor
De desejos, devaneios...
Embebidos no cálice do desejo
Que esvaziava-se em cada encontro
E enchiam-se na ausência...
Sabendo que no passado não existiu
No presente intensamente
E no futuro, outros desavisados
Completarão os seus, baseados
Nos nossos sentimentos...
Que agora só são registros
Da intensidade incompreensível
De seres carnais que se amaram
Muito além da alma...
Simone MOURA
270
Quando te vejo...
Quando te vejo
Meu coração dispara
Minhas mãos tremem
Aumenta meu desejo
Ah! É uma visão especial
Sempre a busco
No pensamento
Para ver se consigo realizar
No semblante tão lindo
Nos quais meus olhos repousam
Encontro equilíbrio
Que me faz tranquilo
Só assim...
E se foges de mim?
O que seria?
O fim...
Meu coração dispara
Minhas mãos tremem
Aumenta meu desejo
Ah! É uma visão especial
Sempre a busco
No pensamento
Para ver se consigo realizar
No semblante tão lindo
Nos quais meus olhos repousam
Encontro equilíbrio
Que me faz tranquilo
Só assim...
E se foges de mim?
O que seria?
O fim...
259
Amor
Ah! Como eu queria
Ser livre desse amor
Que me fez prisioneira
Domina, minha vida por inteiro
Ele é causa de minha
Angústia e dor
Quando deito ou me levanto...
Não tem freio
É devastador
Ninguém entra
Nem sai
É sem critério
E se no outro
O amor encontra abrigo
É invencível...
Ser livre desse amor
Que me fez prisioneira
Domina, minha vida por inteiro
Ele é causa de minha
Angústia e dor
Quando deito ou me levanto...
Não tem freio
É devastador
Ninguém entra
Nem sai
É sem critério
E se no outro
O amor encontra abrigo
É invencível...
317
Procura-se
Coração abatido
Partido em vários pedaços
Chora aí dentro agora
Porque foi rejeitado
Coração brincalhão
Ri de todas as desavenças
Que a vida ocasionou
Ignora de fato sua dor
Coração injustiçado
Tantas vezes ignorado
Por que não aprende?
Ah! Se um dia aprender
Favor avisar
Porque estou cansada
De sofrer...
Simone Moura
329
A riqueza da chuva
O vento vem soprando bem suave
Devagarinho...
As nuvens rapidamente
O céu vem cobrindo
Os pássaros se escondem
A terra aos poucos se encharca
Da lama brota vida
Se espalhada a semente
A fartura logo vem
Desse fenômeno abençoado
Que é simplesmente
Pela natureza controlado!
335
Monstro mitológico
O amor é como uma Hidra
Quando o cortamos
Brota novamente
Com mais força
Causa um reboliço
Que tira a paz
E só conseguimos
Pensar no ser amado...
E as forças movem
O universo
No qual o caos
Ora instalado
Torna-se o recomeço
Mais forte
Mais intenso
Vencendo até
Mesmo nosso
Próprio medo
Esse medo perverso
De perder
Ou de receber desprezo...
Simone Moura.
149
DECEPÇÃO
Sensações no peito afloram
Apertam firmes agora
Por um romance torpe
Ruído, acabado...
Não há contrariedade
Nem amor
Só ansiedade
E falta de valor...
Julgas-te superior
Não és nada
És apenas mais um
Vai-te embora!
Não o quero mais
Agora...
Simone Moura
446
Amor sufocante
E foi te amando imensamente
que me esqueci de mim...
Não importava o peso
era invocação sem fim...
Pouco a pouco
como areia entre os dedos
você foi escorrendo...
E meu medo,
Ah! meu medo
foi crescendo...
Insegurança intensa que a tudo destruiu
sufocou o meu peito
e você sem muito pensar...
Partiu!
que me esqueci de mim...
Não importava o peso
era invocação sem fim...
Pouco a pouco
como areia entre os dedos
você foi escorrendo...
E meu medo,
Ah! meu medo
foi crescendo...
Insegurança intensa que a tudo destruiu
sufocou o meu peito
e você sem muito pensar...
Partiu!
97
E era apenas um radinho
E era apenas um radinho
E era apenas um radiozinho de pilha
Ali no canto da sala
Sempre às dezoito horas
Vovô o ligava...
E era apenas um radiozinho de pilha
Que trazia notícias de fora
De todo lado de nossa história...
Os cantores da moda
Sim, as moda de viola...
E era apenas um radiozinho de pilha
Meu avô; sorria enrolando o bigode...
Viajava no pensamento
Fechava os olhos de vez em quando
Exercitando sua memória...
E era apenas um radiozinho de pilha
Tarde da noite ele o desligava
Todos íamos dormir
E no outro dia recomeçava
Ora pra chorar, ora pra sorrir...
O melhor era ouvir
Aquela voz carinhosa
Minha neta, por favor!
Liga meu radinho de pilha...
Simone Moura
E era apenas um radiozinho de pilha
Ali no canto da sala
Sempre às dezoito horas
Vovô o ligava...
E era apenas um radiozinho de pilha
Que trazia notícias de fora
De todo lado de nossa história...
Os cantores da moda
Sim, as moda de viola...
E era apenas um radiozinho de pilha
Meu avô; sorria enrolando o bigode...
Viajava no pensamento
Fechava os olhos de vez em quando
Exercitando sua memória...
E era apenas um radiozinho de pilha
Tarde da noite ele o desligava
Todos íamos dormir
E no outro dia recomeçava
Ora pra chorar, ora pra sorrir...
O melhor era ouvir
Aquela voz carinhosa
Minha neta, por favor!
Liga meu radinho de pilha...
Simone Moura
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