Perdidos no afixado
O barco que navega
Ao som da sua anémona
Vence, porque ruma
Orienta-se, porque sente.
Não sente a rosa
Sente o vento
Este o direciona
Mas, o barco
Não se entrega inteiro.
Recusa a estrela fixa
Prefere o abismo claro
Avança,
Porque a verdade
Queima.
Este tem uma âncora,
Que está sempre guardada.
Mas, quando está em apuros
A âncora segura,
Mas nunca o salva:
O destino já o domou.