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n. 2009

n. 2009 , Porto, Portugal

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Perdidos no afixado

O barco que navega

Ao som da sua anémona

Vence, porque ruma

Orienta-se, porque sente.

 

Não sente a rosa

Sente o vento

Este o direciona

Mas, o barco

Não se entrega inteiro.

 

Recusa a estrela fixa

Prefere o abismo claro

Avança,

Porque a verdade

Queima.

 

Este tem uma âncora,

Que está sempre guardada.

Mas, quando está em apuros

A âncora segura,

Mas nunca o salva:

O destino já o domou.

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Poemas

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Perdidos no afixado

O barco que navega

Ao som da sua anémona

Vence, porque ruma

Orienta-se, porque sente.

 

Não sente a rosa

Sente o vento

Este o direciona

Mas, o barco

Não se entrega inteiro.

 

Recusa a estrela fixa

Prefere o abismo claro

Avança,

Porque a verdade

Queima.

 

Este tem uma âncora,

Que está sempre guardada.

Mas, quando está em apuros

A âncora segura,

Mas nunca o salva:

O destino já o domou.

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