steliochitlhango

steliochitlhango

Filho do DEUS Humano

Perfil
2 549 Visualizações

A flor da minha vida

A flor da minha vida

Aquela flor, não é uma flor
Que murcha, que envelhece, que morre...
Ela simplesmente
Fulgura, rutila, tremula....
Estimula o sabor do odor

Aquela flor, não é uma flor
Pois não tem pétala nem odor
Mas, abalos produzem olor

Aquela flor, não...Não pode ser uma flor
Polem-escuro, pétala-negra, sepata-incolor
Não... ela só pode ser divinal

(*Significância )
Ler poema completo

Poemas

48

Se eu sobesse...

Se eu sobesse...

Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora

Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.


(*Cansado de viver na miséria)

Autor: El-pintor
67

Se eu sobesse...

Se eu sobesse...

Abaixaria a arma, de Cabisbaixo eu me renderia
Não lutaria por ela
A trocaria pela pílula, e alguns papeis de samora

Me mictarria no mesmo dia que me engoli
Gritaria até no ouvido do silente, que não quero parir-me
Não nesta vida, talvez na próxima que virá.


(*Cansado de viver na miséria)

Autor: El-pintor
28

O meu erro

O meu erro

Errei no dia em que vi
Que errar é uma forma de aprender
Por não gritar que o mundo tem que errar
Errei no dia...
Em que me neguei
De ser tentador e presistente

Errei no dia em que sonhei dormido
Acordei, dormi
Errei no dia em que sonhei
E não acordei o sonho

Mas que errar
O meu erro supremo foi de não querer errar.

(*O que percebi depois de errar)


Autor: El-pintor 
73

Nesta vida... eu sim...

Nesta vida... eu sim...


Era um mero ajudante
Mas já vi muito pra ser perito
Eu cai, levantei, várias vezes eu sofri
Sou frida, sou tereza, sou tristeza
Sim!!!
Nesta vida já fui tudo

Eu sim....
Se ainda canto o viver
É que pactuei com a fenex
Renasço quando fingo escrever

Autor: El-pintor 
66

2000 depois dos primeiros 20

2000 depois dos primeiros 20

Dois mil anos depois
Alguns anos-luz se passaram
Caminhando vácuos e paraísos
Procurando o compatível vector da luz

Dois mil anos depois
O mundo pariu a mim
O hospedeiro reluz
Que a profecia prometeu

Dois mil anos depois
Surgiu o ser de capuz
Que pôs a praga do tempo
Cá dentro, em dois mil e vinte
-------------------
O ano da morte

Dois mil anos depois
O mundo treme
E pára tudo
Sintetiza crime
Separa tudo….

Dois mil anos depois
O mundo treme
Treme pelo meu nome
E sussurra-o dizendo, covid-19
47

O mundo malvado

O mundo malvado


O mundo não se resume apenas no globo azul de verde
Tem também o vermelho de fogo
Que arde até na noite, procurando a quem assolar
Para o dormir

O mundo verdadeiro tem garras
Do leão e cede do vampiro
Que caminha entre nós dando tiros
Destruindo sem puder contar o numero das guerras sofridas pela terra

Conhecer o universo não é conhecer o mundo
Que eu conheço
Que te dá, só para te arrancar como preço
Este mundo é mudo irmão
Se tem medo do cão, então não desfile nesse portão
Senão, se arrependerá de ter nascido neste mundo
33

Por ser uma estrada

Por ser uma estrada

Caminhavam e me pisavam com pernas estragadas
Com arco vestido de preto, como se fosse um nada
Desdenhavam e zombavam com bocas de rodas
Como se soubessem que era uma estrada
De verdade

Gritavam e saltavam quando me chamavam de covarde
Diminuto, só porque era mestre de bodes
E ainda me chamavam de tractor verde
Sou porque não me cansava, pela minha virtude
Única

Que fez de mim, um ser que cria os dias
Não porque tenho sempre as claras, tenho também as sombrias
Assim como qualquer um que caminha
Em busca da verdade que se esconde
Nas artimanhas de andorinhas.
40

Seu Demónio louco

Seu demónio depravado

O odeia
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia em vez de ama-lo

Por que você é assim?
Seu ingrato.
Você o chama de demónio louco?!
Só porque te impede de brincar com seu amigo indecente
E de sair a noite
Só por isso?

Hoje é demónio louco
Quem te ama incondicionalmente
Quem te faz sorrir
Quem te ajuda e te dá de comer
E ainda o chama de palhaço atrasado.

Seu demónio louco.


Seu demónio depravado

E ainda o chama de palhaço atrasado?!
Quem te ajuda e te dá de comer
Que te faz sorrir
Quem te ama incondicionalmente
Hoje é demónio louco

Só porque te impede de sair a noite!
E de brincar com seu amigo indecente!
Você o chama de demónio louco
Só por isso?
Seu ingrato.
Por que você é assim?

O odeia em vez de ama-lo
O único que merece ser amado
Considerando tudo que fez por ti
Mesmo assim
O odeia.

Seu demónio louco.
55

《Só quando ela se foi》

Quando ela se foi, consegui distinguir
O riso da felicidade
A luz da luminosidade
O diferente da diferença
E outros enigmas da mesma raça

Quando ela se foi, senti agulha de horrores
Perfurando o meu peito, como se estivesse a sondar
O meu coração, sufocou-se com dores
Levantou-se com o pranto, e começou a andar
Com um tom, que não valia o provento
Desesperado, arranquei-o do peito
E lancei-o ao alto
Só para verificar arrasto

De repente senti dor, de não sentir mais dor
Amargurado, coloquei-o de volta
Não porque sentia falta
Mas talvez dor, de não tê-la de perto

Quando ela se foi
Eu também me fui
Em mente e em coração, morri
Como quem ama o que se perdeu
No mesmo dia que se ganhou.
61

As flores que quer tê-las, mas não sê-las


As flores que quer tê-las, mas não sê-las 

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
93

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.