Lista de Poemas

Sensação



Teu corpo a procura do meu
Tua boca, na ânsia louca na minha.
Um arrepio na pele,
Um prazer infinito,
Onde o encontro de dois seres que se amam,
Se eterniza.
O desejo que nos denuncia,
Tuas mãos que me acareciam,
Minhas mãos a procura de ti.
Nossos olhos num êxtase sem fim.
Uma canção se componhe para nós.
O sussurrar nossa voz,
E, intimamente unidos,
Somos homem-mulher ungidos para o ato.
Fato único de amor carnal,
Mas que transcende em nossa cama de casal.
Nos presentei com o licor da vida,
E, mesmo assim, o sabor da plenitude nessa atitude de nós dois.


Ao meu esposo Eduardo Riveiro Castro
São Paulo, 15 de novembro de 2017.
9:33 h.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
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Celulares em todos os lugares

De repente, as pessoas não se dão mais conta, em em todos os lugares, usam seus celulares.
Dentro do culto da Igreja, desrespeitando assim a Casa de Oração,
Dentro da sala de aula, desrespeitando a comunicação explicativa do professor, que têm muito mais valor que um aparelho chipado.
Vejo que o mundo mudou, piorou, pessoas nas ruas andam digitando, clicando, e o celular, que não é mais um simples telefone, é algo que se tornou febre e acaba matando pessoas.
Muitas que vivem digitando em seus celulares, teclando de lá para cá, nem imaginam o que pode ocorrer, atravessam as ruas, e os motoristas, que absurdo também optam para ver suas mensagens em lugar de no trânsito prestarem atenção.
Então o que fazer?
Parar de usar, ou se habituar a usá-lo nos momentos certos, sem prejudicar a si próprio ou os demais?
Temos que viver em paz com as tecnologias que nos cercam.
No dia 8 de novembro de 2017, na Missa feita no Vaticano, o Papa Francisco critica o uso de celulares, veja o link: https://g1.globo.com/mundo/noticia/papa-critica-uso-de-celular-entre-fieis-e-religiosos-durante-as-missas.ghtml
São Paulo, 9 de novermbro de 2017.
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Encontros e despedidas

Tantos poetas, profetas já tiveram seus encontros e suas despedidas.
No meu ponto de vista estou aqui a realizar.
Já dizia um poema que a vida é um trem,
E, nós cá estamos como meros passageiros.
Alguns desembarcam em estações antes de nós,
Outros chegam ao trem, e muitas vezes nem se assentam, já descem na próxima estação.
De repente, vejo que o mundo dá voltas,
E, que no mundo virtual, então, muitas vezes encontramos pessoas,
Que muitas vezes nem mais nos falamos,
Outras que de repente fazem parte da família,
E, nos encontram como recentemente ocorreu,
Com uma menina,
Que conheci bebê,
Hoje uma bela mulher,
Filha de um tio de meu esposo,
Que Deus já levou a sua morada.
De repente, é envolvente esse mundo binário,
De números 0 e 1,
Compõem a Matemática a Física,
E, a própria Vida.
Encontros casuais, banais, intelectuais...
Amores e amigos.
Tudo num momento único, onde eu tenho vivido.
Despedidas, tantas idas que já se deram,
Muitos muito cedo desceram do trem...
Chorei, e amarguei muito.
Por um bom tem fiquei com depressão,
Talvez ainda esteja,
Mas a certeza da esperança me anima,
E, se Deus quiser vou dar a volta por cima.
Então, aos encontros e despedidas dessa tão vida,
Um brinde realizo,
Sei que muito preciso mudar,
Acreditar mais em mim, em Deus,
Nos sonhos impossíveis.
Acreditar e ter fé.
Ser uma nova mulher,
E, continuar minha jornada no trem da vida.
Pedi perdão aos que por n motivos trocaram de vagão,
E, dizer, que ainda estou aqui,
E, sei reconhecer que não sou perfeita.
Mas, quem é perfeito ?
Todos querem direitos, e os deveres ficam ao chão?
Vomitados em nosso vagão?
Bem, o mesmo "trem que chega, é o trem da partida",
Que nossa vida aconteça,
E, que a Paz realize nossos dissabores,
Afinal não nascemos doutores, somos todos aprendizes!!!

Paz e Bem.
Ofereço: In memoriam: Tio Jesus Riveiro, Gabriel G Castro(filho), Ester Riveiro, Francisco da Silva Mendes, e tantos outros que partiram e deixaram saudades.
Também oferto a Aline Riveiro, Ângela Maria Brasília Henriques e família, Rita de Cássia Rodrigues Roque e família.
São Paulo, 18 de Novembro de 2017.

Tereza Cristina G Castro
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Filhos

Amar os filhos sem distinção, algo que não abro mão.
Eduquei-os até aqui, e ainda tenho muito para investi.
Vocês três são minhas obras primas, são divinos, minhas meninas, meu menino.
Quero apenas mostrar que a única coisa que levamos ao túmulo, são nossos estudos, e isso aprendi com seus avós e minha tia Joaquina.
Sim, meus filhos, que trilhos hão de seguir?
Temo pelo futuro, lugar que vejo inseguro nos dias atuais, pois falta muito o punho firme dos pais.
Sei que os amo muito e peço a Deus que os cuide e proteja,
Que não sejam cercados de inveja, e vençam os obstáculos.
Peço que sigam o caminho do bem, da sustentabilidade, e de verdade, confie em sua mãe, pois mesmo não tendo a sabedoria de tua avó Deonilde,
Tenho a atitude de respeitar a vida, a Natureza, e com certeza a cada um de vocês.
Os amo, e temo a vida que se insegura pela falta de estudo, pois isso é tudo em nossas vidas, se já tendo estudo, estamos a mercês de homens hipócritas, imagina sem o mesmo, seremos escravizados.
Filhos, eu os amo, e quero bem, por isso, não vou deixar fazerem tudo que querem, e sim, apenas com amor, vou tentar instruir, e então, deixar quando forem mais maduros, deixá-los ir.
Téka Castro
São Paulo, 9 de novembro de 2017.



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Drogas

Estou aqui no chão, a pedir um pedaço de pão.Já tive minha casa, mas me apaixonei.Achei que tudo era fácil, me enganei.Hoje caído na lama, sofro sem a presença de Deus e de meus entes,A vida está tão distante e diferente.Emagreci não por tratamento, mas muito pó cheirei,E, em meu organismo, muitas alheias substâncias injetei.Acabei com meu belo sorriso, hoje tão entristecido,Fiquei desdentado,pois o pó e outros consumiram o meu cálcio.Estou na sarjeta, e olha que tive oportunidades únicas de ser feliz.Meus pais, me ensinaram a estudar, a curtir minha casa, o meu lar, Mas, amigos, e que amigos, me levaram à ela, e agora aqui estou, nas ruas a pedi um pedaço de pão.Muitos amigos já partiram, sem brilho no olhar, sem pais ou familiares para velarem por eles, foram jogados com indigentes numa vala qualquer.Hoje, estou nas últimas, adquiri outras doenças, HIV é fichinha perto do que adquiri, e sem documentos não tenho tratamento, e sei que logo também vou partir.E, vejo tantos jovens, ricos, pobres, quererem aqui entrar, não façam isso, por Oxalá, deixem o vício, e venham em seus pais e familiares acreditar, no estudo, no labor diário, na dificuldade da vida, pois ao encontrá-la seja qual substância for, lhe levará a ruína, e você então será por ela consumido todos os dias.Você que não vê que ela no começo se apresenta sem nenhum valor, logo você estará matando quem mais ama, para a curtição.Atenção, estou lhe avisando, como já outrora havia feito, não acarrete dor aos seus pais devido as drogas, fuja dela, faça uma nova passarela entre você e seus pais, mesmo nas brigas, lembre-se eles lhe amam demais.Saiba que é difícil sair, mas Deus lhe perdoa mesmo no último instante de vida, crie coragem e fé, diga não, daí você não irá se arrepender.Ame e respeite seus pais. Não culpe seus pais de tudo, isso é um absurdo, já dizia Renato Russo, do grupo Legião Urbana.Fique em paz e esqueça das drogas, pois o traficante em qualquer lugar do mundo irá rir de você e não o auxiliará em suas perdas. Simplesmente lhe matará, se a eles ficar a dever.Tenha muita fé, e não seja mané, respeite e acredite nos seus pais.Um beijo amigo.Poesia espiritualista.Téka Castro
São Paulo, 14 de novembro de 2017.
Aos jovens de hoje em dia, aos que buscaram nas drogas o prazer de vencer, e a todos os pais que perderam seus filhos.Aos professores,supervisores e demais estudiosos. Paz e bem.9:13h.
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Espelho d'alma

Espelho d'alma

Aqui estou eu
Mais felina,
Feminina, mulher.
Sim. Aqui estou mais bela,
Renovada em minha fé.
Pintando aquarelas diferentes.
Estou muito mais gente.
Aqui estou eu,
Recordando que tanto errei.
Bem sei que fiz amigos, vizinhos, pais chorarem.
Mas nunca os deixei de amar.
Apesar dos meus pesares.
Aqui estou eu,
Renovada na presença de Deus.
Cristalizando meus ideais,
E buscando a PAZ tão sonhada.
Aqui estou eu, refletindo no rosto, o gosto do meu coração; e agradeço a DEUS a minha vida e a minha paixão.
Poesia manuscrita em SP 26 de dezembro de 1995.
Hoje transcrita para esse site, onde dedico esse poema à Anna Clara, minha filha aniversariante. Minha caçula. Muita saudades...
SP 20 06 2025.
Deus nos abençoe sempre. Teka Mendes Castro, escritora e ambientalista.
Publicada também no 
https://poetrypoem.com/cgi-bin/index.pl?sitename=escritoratekamendescastro&item=all 



 

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Medo Infâmia

Medo Infâmia...

Apenas títulos sem graça
Tudo na vida passa,
Menos este infame amor,
Tem medo que este acabe em tragédia,
Não apenas em dor.
Meu coração não consegue dizer não às tuas lembranças,
Lembro-me ainda das coisas de crianças.
Hoje o tempo afora corre
Inútil tentas reviver.
Como poeta antigo, vivo a escrever.
Meu "muso" apenas, é você!
Só em meu mundo,
E nada além dele!
Só ele se repele por tua presença em mim.
Medo apenas.
Tudo em questão de pequenas palpitações que afeta infamimente dois corações!
Manuscrita em Primeiro de junho de 1990.
Hoje transcrita para esse site, com carinho. 
E, hoje dedico ao meu muso de 30 anos de vida incomum: Eduardo Riveiro Castro.

Teka Mendes Castro
São Paulo, 18 de junho de 2025.
 

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Padre Ricardo (vulgo padre carioca)

Te conheci entre os dias 31 de março e na madrugada de primeiro de abril de 1995, Numa vigília, que não minto, jamais esquecerei. Em São Judas (Santuário no Jabaquara - SP) estava pregando, E o teu linguajar, Veio atirar flechas em meu peito. E, por isto, agradeço a Cristo, O dom de tuas palavras, Que ousadamente penetraram em minhas mágoas, Derramaram lágrimas, e me fizeram feliz. Sei, que ainda não limpei uma grande profunda cicatriz. Por isso, Padre Ricardo, apenas aceita o meu obrigado, E, como pessoalmente já te disse , que você venha a ser muito abençoado. Poesia manuscrita em 19 de janeiro de 1996.Hoje transcrita para esse site com carinho. Na data mencionada, foi quando através dessa vigília, iniciei o namoro com meu esposo Eduardo Riveiro Castro, e que realizou a cerimônia foi o Padre Ricardo, na época tive que pedi permissão ao Pároco da Igreja Nossa Senhora Aparecida do Jardim Pedreira para que ele assim celebrasse. Foi uma bênçao, a primeira cerimônia matrimonial do Padre Ricardo, nos abençoou tanto que estamos juntos a vinte oito anos, contando com o namoro 29 anos e 3 meses. Gratidão Deus por isso tudo. https://www.youtube.com/watch?v=-S0pGJKWDZM&t=901s - minha cerimônia Ofereço a todos que lerem.

580

50 anos do JH

50 anos do JH

Lembro da música de Moraes Morena
Na entrada do JH,
Depois de assistir teve Globinho,
Que amava.
Um lance legal,
Jornal da criançada.
Tantos anos, e novas jornadas.
Lembro da bancada,
De Paulinha Saldanha no globinho no ar;
E depois no JH,
Sandra, Fátima e agora Maju.
Tudo num mundo diferenciado,
Um legado de muitos jornalistas,
Que nem mais estão na emissora,
Carlos Nascimento, e tantos outros talentos.
Mudanças que se fizeram necessárias,
Antes sem a opinião do jornalista,
Mas, hoje de um modo bem realista,
Parece que Maju, está aqui em casa,
Sentada na minha sala
E, a gente a dialogar.
Então, gostaria de agradecer ao JH,
E, pedi que um dia,
A Globo reprise o Jornal Globinho,
E, também os desenhos que antes tinham,
Em especial dos romanos, e dos futuristas.
E, agora, daqui a pouco,
Verei mais realidade no JH,
Onde Maju Coutinho irá nos relatar.
Parabéns JH pelos 50 anos no ar.

Poema manuscrito em 21 de abril de 2021.
Dia em que o JH - Jornal Hoje completa 50 anos. Parece que foi ontem.
Parabéns a equipe de jornalistas, a turma da limpeza, aos office boys e girls, e a todos que fazem parte ou fizeram parte de tudo isso.

https://g1.globo.com/jornal-hoje/especial-50-anos/noticia/2021/04/19/jh-50-anos-veja-os-fatos-marcantes-dos-primeiros-30-anos-do-telejornal.ghtml


https://www.youtube.com/watch?v=leGzhxF2y2Y


https://pt.wikipedia.org/wiki/Globinho



Autora: Escritora Tereza Cristina G M Castro (Téka Castro)

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O Mundo Isolado

O Mundo Isolado

Dói ver notícias 
Corpos ao chão
Já em decomposição
No Equador ou em qualquer parte.
A dor das famílias,
A falta do dia a dia
A poesia da sala de aula,
Hoje tudo se cala
Diante a pandemia.
Dói ver hospitais de campanha,
E, o tempo que nos espera,
O inverno que chega
Dando mais resistência de sobrevivência ao vírus.
Os cartéis de drogas,
Os homens das forças armadas,
Hoje não tem como fazerem mais nada,
Apenas se unirem para 
Exterminar o inimigo incomum.
O mundo se isolou.
Notícias de todos os lugares,
tanto falares,
E, a população mais carente
Sente fome, o frio,
O rio de sangue
E, nós aqui a orar uns pelos outros,
E, o mundo se curva
Não mais às armas,
Mas, ao micro mundo
Que devasta nosso organismo 
Em algo que ainda ninguém entendeu.


Poema manuscrito em 3/4/2020. SP.
Hoje com exclusividade transcrita para esse site.
Paz, bem e muita saúde a todos nós.
Ofereço in memoriam aos falecidos de todo Equador e dos países da América do Sul, que não se vão só pela covid-19, mas pelas armas, pelos traficantes, pelas drogas.
Muita paz a todas as mães e familiares que sofrem. 
Téka Castro.
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Escritora desde a tenra idade. Formada em Química. Leciona na SEESP desde 1988. Casada. Mãe de 3 lindos anjos: Alexia Cristina, Emmanuel e Anna Clara. 2 estão com Papai do Céu: Gabriel, gêmeo da Alexia Cristina e Aryel, aborto espontâneo. Participante de várias antologias literárias. Acadêmica da ALPAS 21, ALUBRA e Núcleo Acadêmico de Lisboa. Professora da EE Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos. Sul 1. Ama ambas profissões.