Escritora desde a tenra idade. Formada em Química. Leciona na SEESP desde 1988. Casada. Mãe de 3 lindos anjos: Alexia Cristina, Emmanuel e Anna Clara. 2 estão com Papai do Céu: Gabriel, gêmeo da Alexia Cristina e Aryel, aborto espontâneo.
Participante de várias antologias literárias. Acadêmica da ALPAS 21, ALUBRA e Núcleo Acadêmico de Lisboa. Professora da EE Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos. Sul 1. Ama ambas profissões.
Lista de Poemas
ABC
ABC
A todos professores alfabetizadores do Brasil e do mundo.
Aprender a ler e escrever
É, um bem que todos devemos ter.
Saber ser alfabetizado
Nesse mundo onde com o diabo se faz contratos.
Saber diagnosticar as linhas abaixo,
Identificar letrinhas miúdas
E, compreender um pouco de tudo,
Isso muda o mundo.
Agradecer ao alfabetizador
Que te ensinou a ler e escrever,
No ABC da vida construir pontes
Para derrubares muros,
E, teres no futuro a certeza de vencer.
Contudo é possível aprender
De forma antiga, prestativa,
O ABC, pois te proverá além do ser, o ter.
Aprendendo escrever,
Transcrever o que se lê em bastão,
Para tua própria escrita de mão.
Conhecer a Vida,
Compreender melhor a Bíblia,
E, só aprender corretamente o ABC,
E, agradecer a quem te ensinou,
E, eu não esqueço as "tias" Marisa e Mariângela,
Do Instituto Costa Braga,
Que aos 5 anos me ensinaram e hoje agradeço pelo fato
De minha escrita, de minha Vida.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro, filha de portugueses: Deonilde e Francisco, formada em Química, pela: Faculdades Integradas Ibirapuera. Escreve desde a tenra idade, possui vários manuscritos, como Rosa Branca, e assina como Téka Castro. Casada há 2 décadas com Eduardo Riveiro Castro, mãe de Alexia Cristina(bailarina), Emmanuel e Anna Clara. Professora na SEESP, na Escola Estadual Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos, titular de Química.

A todos professores alfabetizadores do Brasil e do mundo.
Aprender a ler e escrever
É, um bem que todos devemos ter.
Saber ser alfabetizado
Nesse mundo onde com o diabo se faz contratos.
Saber diagnosticar as linhas abaixo,
Identificar letrinhas miúdas
E, compreender um pouco de tudo,
Isso muda o mundo.
Agradecer ao alfabetizador
Que te ensinou a ler e escrever,
No ABC da vida construir pontes
Para derrubares muros,
E, teres no futuro a certeza de vencer.
Contudo é possível aprender
De forma antiga, prestativa,
O ABC, pois te proverá além do ser, o ter.
Aprendendo escrever,
Transcrever o que se lê em bastão,
Para tua própria escrita de mão.
Conhecer a Vida,
Compreender melhor a Bíblia,
E, só aprender corretamente o ABC,
E, agradecer a quem te ensinou,
E, eu não esqueço as "tias" Marisa e Mariângela,
Do Instituto Costa Braga,
Que aos 5 anos me ensinaram e hoje agradeço pelo fato
De minha escrita, de minha Vida.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro, filha de portugueses: Deonilde e Francisco, formada em Química, pela: Faculdades Integradas Ibirapuera. Escreve desde a tenra idade, possui vários manuscritos, como Rosa Branca, e assina como Téka Castro. Casada há 2 décadas com Eduardo Riveiro Castro, mãe de Alexia Cristina(bailarina), Emmanuel e Anna Clara. Professora na SEESP, na Escola Estadual Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos, titular de Química.

991
Saber viver atualmente
De repente aqui estou, compondo o próprio vício,
Meu ofício se faz necessário,
Mas, no quesito reconhecimento, torna-se muito caro.
Sou simples aprendiz, embora com meio século de existência,
Tem horas que não vivo mas de paciência.
O tempo que sucumbo e afundo em meus dizeres.
Sou afetada pela falta do salário correto,
E, no concreto, ao escrever, gasto fosfato,
Mas, de fato nada ganho em vinténs.
Sou uma poetiza que vai além de si própria.
Com a concepção castroalvista de ter e ver a Justiça nos dias em que vivo.
Porém, como Castro Alves, que falava dos Navios Negreiros,
Estamos, como diria Cazuza, "Agenor Araújo", vivemos num puteiro.
A vida do brasileiro cada vez pior,
E, um sarrista na presidência,
Querendo afundar ainda mais a previdência.
Pois, eu nunca roubei,
Mas, sei que nossos políticos furtam na cara larga,
E, são aplaudidos por aí.
Já nem sei como viver.
Empréstimos e mais empréstimos, e a depressão que cisma em agir.
O tempo, que passa e eu aqui,
Sucumbindo como muitos,
E, vendo que só e somente Deus para confiar,
Pois, os homens que se dizem de Deus, estão também a roubar.
Enfim, temos que saber viver e sobreviver nos dias atuais.
Para nossa consciência viver em paz.
São Paulo, 10 de Janeiro de 2018.
Tereza Cristina G Castro.
9:39h. Dia com sol entre as nuvens.
Meu ofício se faz necessário,
Mas, no quesito reconhecimento, torna-se muito caro.
Sou simples aprendiz, embora com meio século de existência,
Tem horas que não vivo mas de paciência.
O tempo que sucumbo e afundo em meus dizeres.
Sou afetada pela falta do salário correto,
E, no concreto, ao escrever, gasto fosfato,
Mas, de fato nada ganho em vinténs.
Sou uma poetiza que vai além de si própria.
Com a concepção castroalvista de ter e ver a Justiça nos dias em que vivo.
Porém, como Castro Alves, que falava dos Navios Negreiros,
Estamos, como diria Cazuza, "Agenor Araújo", vivemos num puteiro.
A vida do brasileiro cada vez pior,
E, um sarrista na presidência,
Querendo afundar ainda mais a previdência.
Pois, eu nunca roubei,
Mas, sei que nossos políticos furtam na cara larga,
E, são aplaudidos por aí.
Já nem sei como viver.
Empréstimos e mais empréstimos, e a depressão que cisma em agir.
O tempo, que passa e eu aqui,
Sucumbindo como muitos,
E, vendo que só e somente Deus para confiar,
Pois, os homens que se dizem de Deus, estão também a roubar.
Enfim, temos que saber viver e sobreviver nos dias atuais.
Para nossa consciência viver em paz.
São Paulo, 10 de Janeiro de 2018.
Tereza Cristina G Castro.
9:39h. Dia com sol entre as nuvens.
651
Amigos

Amigos são dádivas de Deus para nos mostrar que podemos transpor barreiras.
Amigos, de vez em quando citam besteiras,
Traduz no brilho do olhar uma mensagem.
O apreço é algo fantástico,
Que nos faz seguir em paz e vivermos de maneiras diversas.
Amigos, nos fazem sorrir, chorar, e traduzem liberdade.
A sinceridade deve ser algo que todos deveriam ter.
Afinal, quem tem amigos, sabe o que é viver.
Aos meus queridos colegas e amigos da EE Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos. E a todos que tenho um grande apreço.
São Paulo, 21 de Maio de 2017.
1 000
Outro sim, sacrificado
Outro Sim, sacrificado
Valha-me, ó Senhor!
Possue-me, ó altíssimo!
Considera-me, amigo!
A dor incalculável me afasta de Ti,
Os preconceitos, os verbos, os afazeres, a rebeldia, tudo.
Que farei eu?
Segurar em Tuas Mãos, como se já não possuo as minhas?!
Dizer si, foi fácil, mas sacrificou-me a alma;
Dilacerou-me o corpo;
Enfim, multilou-me as travessias e me fez reencarnar no ato involutário de meu ego.
Manuscrevi em 12/1/1988 e refiz em 26/1/1988.
Hoje 19 de março de 2024, dia de São José, transcrevo para esse site.
Ofereço com carinho a minha caçula Anna Clara e seus irmãos.
A minha família no Brasil e além mar, em Portugal.
E, aos familiares de 2ª, 3ª, 4ª geração, que não me conhecem, mas que moram em meu coração.
Façamos como Maria, digamos Sim aquilo que o Deus altíssimo quer de nós!
Paz e bem.
Valha-me, ó Senhor!
Possue-me, ó altíssimo!
Considera-me, amigo!
A dor incalculável me afasta de Ti,
Os preconceitos, os verbos, os afazeres, a rebeldia, tudo.
Que farei eu?
Segurar em Tuas Mãos, como se já não possuo as minhas?!
Dizer si, foi fácil, mas sacrificou-me a alma;
Dilacerou-me o corpo;
Enfim, multilou-me as travessias e me fez reencarnar no ato involutário de meu ego.
Manuscrevi em 12/1/1988 e refiz em 26/1/1988.
Hoje 19 de março de 2024, dia de São José, transcrevo para esse site.
Ofereço com carinho a minha caçula Anna Clara e seus irmãos.
A minha família no Brasil e além mar, em Portugal.
E, aos familiares de 2ª, 3ª, 4ª geração, que não me conhecem, mas que moram em meu coração.
Façamos como Maria, digamos Sim aquilo que o Deus altíssimo quer de nós!
Paz e bem.
62
Paris
Paris
Como um horizonte
Vou para a Cidade do Amor.
Interpretar na candura
O sigilismo da lágrima pura,
Que voa,
Nas praças nuas,
Onde ficam os cabarés.
Fazem de Paris
A cidade Mulher,
Que lilás
Numa flor de liz...
Observações: na época assinava como Rosa Branca.
Essa poesia foi manuscrita em 22/8/1985 e remanuscrita em 7/2/1988
Hoje transcrita para esse site.
Na época ofereci as seguintes pessoas:
Antônio Carlos Cunha Barbosa, Alexandre Capobianco, Sandra Lia Ribas Camargo, Patrícia Indiomara Dornelles Machado, Edimara Antônia dos Santos e sua família, Vera Darci de Biazzi, Maura Aparecida Cassiano, Suely Marques, Wilson Roberto Correa dos Santos e família.
Hoje ofereço aos leitores desse poema com carinho, paz e bem.
Teka Mendes Castro
Como um horizonte
Vou para a Cidade do Amor.
Interpretar na candura
O sigilismo da lágrima pura,
Que voa,
Nas praças nuas,
Onde ficam os cabarés.
Fazem de Paris
A cidade Mulher,
Que lilás
Numa flor de liz...
Observações: na época assinava como Rosa Branca.
Essa poesia foi manuscrita em 22/8/1985 e remanuscrita em 7/2/1988
Hoje transcrita para esse site.
Na época ofereci as seguintes pessoas:
Antônio Carlos Cunha Barbosa, Alexandre Capobianco, Sandra Lia Ribas Camargo, Patrícia Indiomara Dornelles Machado, Edimara Antônia dos Santos e sua família, Vera Darci de Biazzi, Maura Aparecida Cassiano, Suely Marques, Wilson Roberto Correa dos Santos e família.
Hoje ofereço aos leitores desse poema com carinho, paz e bem.
Teka Mendes Castro
166
Lúcia Diniz - acróstico homenagem a Florista da Feira de Domingo na Vila Missionária
Lúcia Diniz
Luz de encanto
Ungida por Deus
Carismática nas flores
Introduz na Vida cotidiana, cores.
Ama à Natureza.
Devota de Deus,
Imagina a beleza da vida.
Natureza é a profundidade da Essência.
Iluminando vidas e vidas
Zelando por beleza e Ciência.
Luz de encanto
Ungida por Deus
Carismática nas flores
Introduz na Vida cotidiana, cores.
Ama à Natureza.
Devota de Deus,
Imagina a beleza da vida.
Natureza é a profundidade da Essência.
Iluminando vidas e vidas
Zelando por beleza e Ciência.
61
Pietro -Homenagem em forma de acróstico ao meu pequeno vizinho.
Pequeno ser que nem sei por que amo.
Insisto em ti,um filho que não tenho.
Esperoque seu futuro, seja glorioso.
Traçando esperanças,
Restando uma criança linda, que vi nascer.
Ontem, o hoje, e você vizinho, querido que venha vencer.
Homenagem ao filho de Ricardo José, meu neto de coração.
Manuscrita em 5 de julho de 2021.
Insisto em ti,um filho que não tenho.
Esperoque seu futuro, seja glorioso.
Traçando esperanças,
Restando uma criança linda, que vi nascer.
Ontem, o hoje, e você vizinho, querido que venha vencer.
Homenagem ao filho de Ricardo José, meu neto de coração.
Manuscrita em 5 de julho de 2021.
68
Lembranças inusitadas
Lembranças inusitadas
Domingo, dois dias do mês de agosto, de 2020, minhas filhas e afilhada de formatura, num conversé danado, na cozinha ao tomar café.
As lembranças delas como ex alunas do Lauro, as intrigas, a festa das nações, e outras emoções.
De repente, despertou em mim, lembranças de atuação como docente, no Rui Bloem, no Eusébio, no Dimensão, e no Laurão, onde dei aulas (lecionei) para a minha primogênita, e meu filho do meio.
Despertou lembranças de um dia ao sair com meu namorado, atual esposo, pai de meus filhos, do shopping Interlagos, fomos assaltados, e um dos assaltantes, pediu ao aouto que tudo me devolvesse, pois eu tinha sido a professora maneira no Bento, e eu era especial. Não sei a cor, o brilho do olhar, pois Deus me fez cegar naquela noite, só lembro das palavras que eu tinha sido a professora maneira, e que nada de ruim deveria acontecer comigo.
Perigo que a gente passa, mas a vida traça recompensas.
Lembrei-me de ir jantar com meus alunos do Rui Bloem, que fora um grande momento. Lembro de já terem furtado minha carteira em sala de aula, e depois o próprio aluno me devolver e, ainda pedir desculpas, além de tudo, um universo que meu mundo se inspirou.
E, as recordações que ficam.
Não sei mais como estão estes alunos, o futuro a eles o que inspirou?
Só sei que nos 32 anos de profissão, lembro de dar aulas para uma turma do magistério, coloquei um vidrinho escuro com uma substância, e as meninas ficaram perguntando o que era, após ficarem todas sentadas, e quietas, comecei minha aula, explicando que elas seriam futuras professoras de crianças, e criança apronta demais, e depois da aula, daquela aula, começaram a gostar da aula de Química.
Mas, foram bons tempos, onde os sentimentos eram outros, onde o coração pulsa forte ao lembrar.
E, ao trazer de volta rostos, gostos, pessoas, colegas e tudo mais.
Hoje prestes a me aposentar, 6 anos readaptada, sem lecionar, vivo das lembranças de muitas crianças, que hoje algumas se tornaram colegas de profissão, artes, língua portuguesa, ed.física, outros, casaram se tornaram pais e mães. Outros morreram pelo tráfico ou pela mão da polícia, outros estão na faculdade e fizeram suas vidas.
Outros diretores de pequenos curtas da própria Vila Missionária, e outros distanciados, onde nos vemos nas tais redes sociais.
E, assim, lembrando a cada um, numa algazarra gostosa, num café da manhã dominical, com Alexia Cristina, Anna Clara, filhas, e minha afilhada de formatura Tainá Soares.
São lembranças que os pesares da vida trazem com alegria, motivando o meu espírito ainda criança, na qual como docente, sempre existiu. Lembrando de Arnaldo, meu primeiro cadeirante do Filinto Müller, hoje com outro nome a escola de Diadema tem.
Lembrou dos sonhos, e que sempre componho em poesia, prosa os sentimentos que surgem em meu coração, a cada um dos meus dias.
Poesia manuscrita em São Paulo, 2 de agosto de 2020.
Ofereço a todos os colegas e ex alunos que estudaram nessas unidades escolares que acima citei. Bem como a todos, que me sem estar em sala de aula, auxiliava com um prosa, um sorriso, uma amizade.
Também para aqueles que se tornaram professores, e que fazem parte da grande engrenagem da Educação.
Tereza Cristina G Castro
Domingo, dois dias do mês de agosto, de 2020, minhas filhas e afilhada de formatura, num conversé danado, na cozinha ao tomar café.
As lembranças delas como ex alunas do Lauro, as intrigas, a festa das nações, e outras emoções.
De repente, despertou em mim, lembranças de atuação como docente, no Rui Bloem, no Eusébio, no Dimensão, e no Laurão, onde dei aulas (lecionei) para a minha primogênita, e meu filho do meio.
Despertou lembranças de um dia ao sair com meu namorado, atual esposo, pai de meus filhos, do shopping Interlagos, fomos assaltados, e um dos assaltantes, pediu ao aouto que tudo me devolvesse, pois eu tinha sido a professora maneira no Bento, e eu era especial. Não sei a cor, o brilho do olhar, pois Deus me fez cegar naquela noite, só lembro das palavras que eu tinha sido a professora maneira, e que nada de ruim deveria acontecer comigo.
Perigo que a gente passa, mas a vida traça recompensas.
Lembrei-me de ir jantar com meus alunos do Rui Bloem, que fora um grande momento. Lembro de já terem furtado minha carteira em sala de aula, e depois o próprio aluno me devolver e, ainda pedir desculpas, além de tudo, um universo que meu mundo se inspirou.
E, as recordações que ficam.
Não sei mais como estão estes alunos, o futuro a eles o que inspirou?
Só sei que nos 32 anos de profissão, lembro de dar aulas para uma turma do magistério, coloquei um vidrinho escuro com uma substância, e as meninas ficaram perguntando o que era, após ficarem todas sentadas, e quietas, comecei minha aula, explicando que elas seriam futuras professoras de crianças, e criança apronta demais, e depois da aula, daquela aula, começaram a gostar da aula de Química.
Mas, foram bons tempos, onde os sentimentos eram outros, onde o coração pulsa forte ao lembrar.
E, ao trazer de volta rostos, gostos, pessoas, colegas e tudo mais.
Hoje prestes a me aposentar, 6 anos readaptada, sem lecionar, vivo das lembranças de muitas crianças, que hoje algumas se tornaram colegas de profissão, artes, língua portuguesa, ed.física, outros, casaram se tornaram pais e mães. Outros morreram pelo tráfico ou pela mão da polícia, outros estão na faculdade e fizeram suas vidas.
Outros diretores de pequenos curtas da própria Vila Missionária, e outros distanciados, onde nos vemos nas tais redes sociais.
E, assim, lembrando a cada um, numa algazarra gostosa, num café da manhã dominical, com Alexia Cristina, Anna Clara, filhas, e minha afilhada de formatura Tainá Soares.
São lembranças que os pesares da vida trazem com alegria, motivando o meu espírito ainda criança, na qual como docente, sempre existiu. Lembrando de Arnaldo, meu primeiro cadeirante do Filinto Müller, hoje com outro nome a escola de Diadema tem.
Lembrou dos sonhos, e que sempre componho em poesia, prosa os sentimentos que surgem em meu coração, a cada um dos meus dias.
Poesia manuscrita em São Paulo, 2 de agosto de 2020.
Ofereço a todos os colegas e ex alunos que estudaram nessas unidades escolares que acima citei. Bem como a todos, que me sem estar em sala de aula, auxiliava com um prosa, um sorriso, uma amizade.
Também para aqueles que se tornaram professores, e que fazem parte da grande engrenagem da Educação.
Tereza Cristina G Castro
221
Mãe, estou aqui.

Gerado por um ato sexual, podendo ser de amor, ou de uma noite qualquer.
Você estava fértil, e Deus em ti me semeou.
Sei que és vaidosa, mas eu tenho que ter espaço em teu ventre,
Para poder crescer.
Sei que depois que eu nascer, voltarás ao normal.
Afinal, ser mãe é algo da Vida tão natural.
Estou aqui, mãe em teu ventre,
Sente as batidas de meu pequeno coração,
São fortes e saudáveis.
Estou aqui mamãe,
Para completar minha missão.
Sabe mamãe, você nem me esperava,
E sei que por vezes nem me aceitava,
Mas fui crescendo em ti,
Sou parte de teu corpo,
Então, não me queira morto.
Exposto numa mesa suja qualquer.
Mãe, Deus te fez mulher,
E, não te fez feminista,
A ponto que a invista de formas errôneas em teu corpo.
A mulher tem muitas liberdades,
Mas não de ser assassina.
Mãe, estou aqui,
E, quero te fazer feliz.
Se acaso me abortas,
Terás n'alma grande cicatriz.
Tormentas virão em teus pensares.
Mãe, estou aqui.
Sou parte de ti, e quero seguir sempre contigo.
Sou um ser amigo,
Mesmo que dívidas vim resgatar.
Mãe, quero desde já dizer-te:
Te amo!
Deus te fez mulher,
Anjo humano para me mostrar o caminho.
E, mesmo que a vida leve meu pai para outro destino,
Eu estarei aqui para juntos aprender a viver.
Mãe estou aqui.
Quero ver teu precioso sorriso.
E, por isso, peço com amor,
Que não aborte,
Não te cause dor!!!
São Paulo, 16 de novembro de 2017.
Tereza Cristina G Castro
OBS: Tive um aborto espontâneo há 20 anos(10/12/1997), vi escorrer meu primogênito num vaso sanitário do Hospital Nossa Senhora de Lourdes (atual São Luis - Jabaquara), foi doloroso. Então, se você é mulher, não aborte, pois você poderá está matando um ser de luz.
Você gostaria de ter sido abortada ?
Nosso corpo é templo do Espírito Santo.
Ofereço as todos os leitores, essa poesia espiritualista.
411
Mundo vazio
De repente cá estou vivendo num mundo sem brilho ou cor.As pessoas se comunicam através de uma caixinha preta com n partículas mortais, mas não são capazes mais de olharem nos olhos e pedirem paz.Haja visto a modernidade de alguns governantes, e os estudantes então, acabam criando amigos, desconhecidos, mas não são capazes de observarem seus pais, seus familiares.
Sem contar de muitos professores que querem que o aluno não mexa nos celulares em salas de aula para verem mensagens, mas são os primeiros a fazerem tais atos.
De fato o mundo mudou.
Estou aqui ao acaso e percebo que as pessoas se tornaram rudes de mais, vivem como no famoso mito das cavernas, observando em sombras fatos reais.
Sem contar das letras musicais, hoje em sentido apenas do sexo e nada mais, outrora poesia, se ouvia nas vozes de nossos cantores, até mesmo os tais sertanejos, hoje vejo que se despiram da vergonha, têm em seus lábios peçonhas e acabam assassinado a Língua que nos resta.
Hoje o mundo se perdeu em ironias, as poesias, pessoas não querem mais, e assassinam a própria vida.
Diz a Bíblia: "Sedes morada do Espírito Santo!" No entanto a vida ruiu, se partiu em padacinhos, me dá calafrio, e voltamos ao navios negreiros de Castro Alves, com a população mista que se disseram ativista e hoje calam-se diante do demônio do poder e do dinheiro.
As questões relacionadas ao financeiro, é difícil acreditar, quando vemos professores nos faróis pedindo auxílio, como professores do Rio de Janeiro que tanto da prefeitura quanto do Estado estão a mercês da miséria, e nossos políticos dizem que querem tirar previlégios do servidor público, então lembremos a História, ele, políticos, também são funcionários públicos, e acreditem, têm até ajuda de gravata, enquanto o professor, não recebe nem ticket alimentação. É difícil, não. Dizerem que os professores são os principais rombos da previdência.Esses, idiotas, não sabem viver com o salário mínimo, que diminuiram recentemente.
De repente, vejo igrejas superlotadas, pastores, enriquecendo, e os fiéis apodrecendo para darem seu dízimo não a Deus, mas a sem vergonhice de pastores que pregam um evangelho satânico, não cito só igrejas como a Universal, não, mas a própria igreja que conheço, a Católica, quantos erros cometidos, quantas mortes desmerecidas...E, hoje temos um pastor, o Papa Francisco, que fala no meu linguajar mas o mundo não dá ouvidos. Haja visto o sermão sobre celular, que ele fez há uma semana. E, o povo, aqui em São Paulo, vão em algumas Missas, não devido a Deus, mas ao homem-padre-pastor que ali está a pregar.
Mundo vazio, de pais que criticam filhos, e filhos criticam pais. Onde não se há mais respeito, não se há mais temperança, onde nem mesmo a ciência consegue atingir. O mundo se despiu, e embora tecnologias a existir, estamos ao retorno da era das cavernas, povo de mentiras e frias ironias.
Um novo advento se espera, e numa quimera desconhecida, eu aqui, poeta, sentada a beira duma estrada, esperando a morte chegar!
São Paulo, 14 de novembro de 2017.
Oferto a todos os nascidos em Novembro, aos místicos, aos meus filhos, sobrinhos e alunos. Aos meus pais, e irmão, aos meus cunhados, e simplesmente a Deus.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro.
Dia frio primaveril, o Sol a brilhar lá fora. 8:12h.
Sem contar de muitos professores que querem que o aluno não mexa nos celulares em salas de aula para verem mensagens, mas são os primeiros a fazerem tais atos.
De fato o mundo mudou.
Estou aqui ao acaso e percebo que as pessoas se tornaram rudes de mais, vivem como no famoso mito das cavernas, observando em sombras fatos reais.
Sem contar das letras musicais, hoje em sentido apenas do sexo e nada mais, outrora poesia, se ouvia nas vozes de nossos cantores, até mesmo os tais sertanejos, hoje vejo que se despiram da vergonha, têm em seus lábios peçonhas e acabam assassinado a Língua que nos resta.
Hoje o mundo se perdeu em ironias, as poesias, pessoas não querem mais, e assassinam a própria vida.
Diz a Bíblia: "Sedes morada do Espírito Santo!" No entanto a vida ruiu, se partiu em padacinhos, me dá calafrio, e voltamos ao navios negreiros de Castro Alves, com a população mista que se disseram ativista e hoje calam-se diante do demônio do poder e do dinheiro.
As questões relacionadas ao financeiro, é difícil acreditar, quando vemos professores nos faróis pedindo auxílio, como professores do Rio de Janeiro que tanto da prefeitura quanto do Estado estão a mercês da miséria, e nossos políticos dizem que querem tirar previlégios do servidor público, então lembremos a História, ele, políticos, também são funcionários públicos, e acreditem, têm até ajuda de gravata, enquanto o professor, não recebe nem ticket alimentação. É difícil, não. Dizerem que os professores são os principais rombos da previdência.Esses, idiotas, não sabem viver com o salário mínimo, que diminuiram recentemente.
De repente, vejo igrejas superlotadas, pastores, enriquecendo, e os fiéis apodrecendo para darem seu dízimo não a Deus, mas a sem vergonhice de pastores que pregam um evangelho satânico, não cito só igrejas como a Universal, não, mas a própria igreja que conheço, a Católica, quantos erros cometidos, quantas mortes desmerecidas...E, hoje temos um pastor, o Papa Francisco, que fala no meu linguajar mas o mundo não dá ouvidos. Haja visto o sermão sobre celular, que ele fez há uma semana. E, o povo, aqui em São Paulo, vão em algumas Missas, não devido a Deus, mas ao homem-padre-pastor que ali está a pregar.
Mundo vazio, de pais que criticam filhos, e filhos criticam pais. Onde não se há mais respeito, não se há mais temperança, onde nem mesmo a ciência consegue atingir. O mundo se despiu, e embora tecnologias a existir, estamos ao retorno da era das cavernas, povo de mentiras e frias ironias.
Um novo advento se espera, e numa quimera desconhecida, eu aqui, poeta, sentada a beira duma estrada, esperando a morte chegar!
São Paulo, 14 de novembro de 2017.
Oferto a todos os nascidos em Novembro, aos místicos, aos meus filhos, sobrinhos e alunos. Aos meus pais, e irmão, aos meus cunhados, e simplesmente a Deus.
Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro.
Dia frio primaveril, o Sol a brilhar lá fora. 8:12h.
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