À noite, eu escondo-me como o sol, tentando ocultar as artérias, da minha solidão, do meu desespero, procurando afugentar as mágoas, que caminham, em cada um dos meus passos, À noite as dores, as saudades, os antigos abraços, as lembranças que vagueiam, nas almas perdidas dos meus abandonos. À noite, aguardo as estrelas como quem espera, ter companhia em cada uma delas, e ter a última chance de ser feliz. Os pássaros se escondem à tarde voltando aos seus recantos, aos seus abrigos. sem entoar mais os seus cantos À noite, eu não tenho para onde voltar senão para dentro de mim, tentando me identificar e eu mesmo me encontrar...
Sou a lágrima que une o carinho ao amor, a tristeza á solidão, e quando amo! entrego o meu coração...
Não sou um poeta,
sou um sofredor,
que a vida ensinou a escrever,
palavras amargas, cheias de dor,
e se dizem que escrever, é só pós tristes,
ninguém me deve censurar,
hoje é um dia que eu escrevo,
com uma vontade enorme de chorar...
Bendigo o dia em que te conheci onde falamos de mim e de ti como se fossemos dois amigos lembrando-nos de tempos idos sensação estranha e comovente de termos um amor reluzente como dois amantes que se quiseram como os antepassados já o eram.
Luzerna, 24.04.2024, João Neves
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A solidão e a melancolia
A solidão e a melancolia São hoje a minha melhor companhia seja pela calada da noite ou de dia, deixa pra lá essas esteiras ama-me sempre com desejo sem fronteiras, sem maneiras ama-me como só tu sabes amar como me amas-te naquela esplêndida noite de luar.
Luzerna, 23.04.2024, João Neves...
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Poesia é como o pólen de qualquer flor
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A chuva cai lá fora
A chuva caí lá fora, o dia foi triste, como triste está a flor. Lembrei-me, perguntei à chuva, onde está meu amor? Com a voz embargada disse, foi embora por isso a chuva chora, chora. Senti a tristeza invadir a vida, como já invadiu outrora, a chuva continuava caíndo la fora. Ó chuva, chora, chora, chorar é teu calvário lá ao longe se calou também a voz do passarinho era já um chilro triste e solitário se acolheu no seu ninho a amparar seus ovos, com todo calorzinho. contínua a chuva a cair, agora ela ao frio se alia ela caí lentamente na ainda bem fria.
Luzerna, 17.04.2024, João Neves.
300
Mulher 2
Toda a mulher se transforma, numa rosa, quando é bem tratada, na poesia ela é a mais amada, no jardim ela é uma linda flor, nessa flor bem cuidada, ela será amor.
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Há noites que não durmo
Há noites que não durmo sempre uma lágrima sai cheia de emoção parece uma angústia exprimida produzida no coração vêm de dentro de mim, mas ela não é minha sai dos meus olhos, cai reprimida pela minha face é tritemente sentida quebrado-se na minha mão, compadecida!!!
Luzerna, 04.04.2024, João Neves.
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Razão do meu existir
Adoraria ter-te outra vez a meu lado, pra dizer-te, a cada noite, simples palavras como te disse no passado!! Apaga a luz do teu quarto, abre a janela do nosso amor, deixa entrar o silêncio da noite, escuta o riso das estrelas, por favor, ao sentires uma leve brisa nos teus lábios, é o beijo que mandei a lua te dar, Meu amor! Não posso viver sem ti, tu és meu mundo, és meu anjo és meu tudo, és meu respirar, és meu sentir, és na minha vida, a razão do meu existir...
Luzern, 28.03.2013, João Neves
30
Vêm me amar
Vem desvendar meus segredos, faz-me amor com carinho, toca-me devagarinho, diz-me que me amas baixinho, amam-me do jeitinho que só tu sabes amar, deixa-te embalar e desejar abraça-me como o mar abraça a areia, levando e trazendo num vai, vem a espuma do sal, sal do desejo divinal da nossa paixão vem saborear o sabor intenso do amor, que nos penetra na alma e nos chega ao coração.
Luzerna, 18.03.2024, Joao Neves
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Pego-Abrantes-Portugal
Este meu lugar tão quente, que há muito tempo meus olhos não veem, e o meu coração sente. Desperta em mim um desejo, desejo de ser feliz, na terra donde estou ausente. Pela minha mente, penetra uma saudade ardente, como ardente é o calor do meu Pego com o meu jeito de sempre de escrever, direi a todos que ser Pegacho eu não o nego com a melancolia deste meu sentir e adorar, posso te dizer, tu aldeia que me viste partir, quero voltar, tu que há muitos anos me viste nascer, pois em ti um dia quererei desvanecer e morrer!...
Pego, O8.07.2013, Joao neves
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Águas da Março
Ouço o vento do lado oposto, aposto que são águas de Março a chegar sinto esta chuva fria, bater-me no rosto, ela enfurece gaivotas, que não param de grasnar.
A chuva penetrava no meu corpo, com a intensidade da dor. A música entoava no silêncio dum Fevereiro já morto neste mês nascem águas de Março pra dar de beber a toda flor
Já sinto a felicidade florir dentro do meu coração que implora a chegada da claridade dum novo dia também ele, derrama lágrimas de emoção
Tudo na esperança que as águas de Março não deixem de regar e enfeitar a nossa alma com muita paz, saúde, alegria e nunca deixem de enflorear a Primavera que está pra chegar.
Lindo poema... bravo... quero aproveitar esse momento para pedir ajuda , pois no meu portal não esta aparecendo a palavra (CRIAR) não sei o que esta acontecendo, se o sr. poder entrar em contato com sr Luis, porque não estou nem por email onseguindo. falar com ele. obrigado. ademir o popeta.
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!