Mar de Portugal 2
Ai vento, ai mar,
sou teu unico amigo,
de ti me deixo embalar,
Ó mar leva-me contigo,
nesse vai e vem das tuas águas
ondas serenas serão meu abrigo,
vem abraça-me, faz amor comigo,
faz-me esse favor, ama-me sem pudor,
nunca pares de me abraçar,
no teu regaço quero permanecer,
pra nos teus enormes braços poder morrer...
Luzerna, 23.07.2014, João Neves.
O poema que grita
Na tristeza de não ver a lua,
o frio da noite,
levou todos os meus desejos.
Já madrugada dentro,
ao ler a página dum livro,
onde há rastos de escrita,
numa folha enrogada e vazia,
escrevi este meu poema que grita,
sobre o gelo desta aurora fria,
que sofre com agonia,
a chegada de mais um novo dia...
Luzerna, 15.12.2021, João Neves.
Donde estavas?
Quando chamei teu nome tu já não estavas,
quando mais precisava de ti me abandonastes,
quando nessecitava dum carinho tu não me amas-te
quando necessitei dum apoio teu, tu não me ajudastes,
Agora que estou bem voltas-te!!!
Mas agora já é tarde de mais, pra te voltar a amar.
Donde estavas?
Quando chamei teu nome tu já não estavas,
quando mais precisava de ti me abandonastes,
quando nessecitava dum carinho tu não me amas-te
quando necessitei dum apoio teu, tu não me ajudastes,
Agora que estou bem voltas-te!!!
Mas agora já é tarde de mais, pra te voltar a amar.
Ama-me assim
Senta-te pertinho de mim,
da-me a tua mão meu amor,
pra depois beijar-te docemente,
tu sabes bem que eu sou teu,
e eu sei bem o quanto me queres.
Deixa-me sentir essa paixão,
que transborda de carinho e amor.
Vem meu bem, tira-me esta dor,
enraizada dentro de mim,
cravada no amor mais profundo,
Quero viajar neste amor, ao longo do mundo,
te darei este meu louco coração,
que bate forte, como uma brisa selvagem,
vem, quero ficar bem agarradinho a ti, ama-me assim,
quero sentir teu suor molhar a pele do meu corpo com frenesim.
Vem pra loucura
A noite está louca,
vem pra loucura,
quero beijar tua boca,
com paixão e ternura...
Neste natal quero um amor!!
Neste Natal,
quero um amor sossegado,
daqueles que não saem do nosso lado.
Alguém pra me abraçar, viajar,
conversar, dar apoio, confortar,
que queira trocar de carinho,
de mutuo respeito, e cumplicidade.
Um amor que seja mesmo tipo,
de amizade sem inveja.
um sonho feito de realidade.
um amor de abraços apertados,
um amor onde os olhares se encontrem,
em silêncios que não incomodam,
Um amor sem serenata,
um amor daqueles que não mata.
um amor sem rotina, nem cansaço, ou discussão,
ele pode até ter divergências de opinião.
Mas, acima de tudo, um amor feito de paciência.
e que viva dentro do nosso coração.
Luzerna, 22.12.2021, João Neves.
Natal dos pobres.
Feliz Natal, assim é o Natal dos pobres.
Ser pobre é,
ter que embrulhar, caixinhas de fósforos,
com papel de presente,
pra pendurar na árvore de Natal,
Com os pauzinhos dos gelados que encontram no verão,
constroem o seu próprio presépio.
O sorriso da musa
O sorriso da minha musa,
é luz de poesia,
ela dá felicidade à melodia.
Meu doce amor.
minha pérola de flor,
abre esses teus lindos lábios e sorri.
Eu mesmo sem ser poeta,
Irei fazer um poema eterno,
Trarei da lua um raio de luar.
baixarei estrelas pra te cuidar,
Te ofertarei a essência do amor,
pra que me concedas a vitória,
da suprema glória,
de um só beijo teu,
e serás para sempre minha
e eu serei eternamente teu...
Luzerna, 13.12.2021, Joao Neves.
A dor da saudade
Há dores que parece que matam,
sem dó, nem piedade.
Porém a dor que mais doi
é dor da saudade!
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!