Frio contigo!
Quis ser muito frio contigo, mas meu deus,
derreti-me todo só ao rossar na tua pele.
Lembras-te meu amor
Meu amor lembras-te daquela tarde
nos ali sentados,
onde o sol não deixava de brilhar,
e o vento? esse!
nos fazia arrepiar…
Olhei de repente nos teus olhos,
vi-me reflectido no teu mirar.
Suavemente tocaste na minha mão
estremeci: corei: sorri: comecei a suar…
Ninguém controlava aquela situação...
Ninguém sabia onde íamos parar...
Um leve suspiro,
uma momentânea troca de olhar…
e tantas coisas eu queria-te dizer…
Dei por mim na tua boca...
um toque…uma caricia, um beijo…
Nada mais ficaria por dizer,
Sentias ali mesmo o meu desejo,
era tudo de mais,
só eu e tu podíamos saber,
Queria-te mais que a tudo…
e ali ficamos, olhamos o horizonte.
abraçados, longe do mundo,
entre olhares e carinhos,
e as palavras sinceras,
que saíam das nossas bocas,
bocas essas acabam por se desenfrear,
no galope de beijos,
testemunhos tu, eu, as gaivotas e o mar...
Meu amor concede-me
Meu amor concede-me a vitória,
da suprema glória,
de um só beijo teu.
onde tu seras para sempre minha
e eu serei teu...
Pero donde estas mi amor,
Si recordara la felicidad te recordaria a ti,
si pensara en nombres de alegrias seria el tuyo el elegido,
y si tuviera que amar a una persona, te amaria a ti,
pero donde estas mi amor, te procuro no te encontro.
Necessito pensar
Necessito pensar,
que já não estou contigo.
Necessito pensar,
que já me esqueci de ti.
Necessito pensar,
que já não penso nos teus beijos.
Necessito pensar,
que não sou adito aos teus desejos.
Necessito pensar,
que sem ti posso viver.
Necessito pensar,
que sem ti não morrerei,
mesmo contigo entranhada no meu ser,
eu conseguirei sobreviver...
O sol fraco do entardecer
O sol já fraco do entardecer,
aquecia-nos sobre a areia,
e se escutava somente o rumor suave do mar,
com o cair da noite,
quando começou o frio tomar conta de mim.
o seu corpo dava-me o calor que precisava,
Ali mesmo sozinhos!
trocamos as mais fogosas caricias e beijos
enroladinhos um no outro,
nos amamos mais e mais,
onde os testemunhos desse louco amor,
foste tu, eu, as dunas e os canaviais,
assim nasceu este pequeno poema de amor pra ti...
a chuva cai
A chuva cai la fora,
eu aqui sentado,
fumando um cigarro,
a espera de um sinal teu,
ao menos um ola meu amor,
os segundos corriam lentamente,
os minutos, as horas, os dias, os meses eram eternos,
ai meu amor te perdi para sempre,
eu sinto que tua distancia é enorme,
jà não sinto mais o perfume de teu corpo,
o calor dos teus lábios, o bater do teu coração,
Como quando estavas pertinho de mim,
ai meu amor que saudades tenho de ti e do teu amor.
Daquele amor que prometias ser so nosso,
e que seria eterno, adeus meu amor,
escrevo-te esta ultima carta. te mando o que resta do meu coração...
A dor
Sou o amor,
sou a saudade,
no peito sinto uma dor,
a dor da desigualdade...
Sou cavaleiro
Sou o cavaleiro que galopa forte,
na sua cavalgada,
cavalga direcção ao norte,
pra abraçar a sua amada...

Sofro por fora e por dentro
Eu fui muito mau,
ao afastar-te de mim,
sofro por fora e por dentro,
hoje eu compreendo, aqui e ali,
que tudo o que eu quiz, perdi,
agora olha pros meus olhos encharcados,
de chorar, cada dia mais, por ti...
Uma melancolia romântica que me interessou bastante, adorei seus poemas, continue publicando aqui, estarei acompanhando seus poemas, pois realmente me identifiquei. Parabéns!