_umapoetisadesconhecida_

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n. 2004 AO AO

Oque nada sei sobre o amorFita-me e ensina-me Desde a palavra á silaba Desde o toque á tal dita “magia”

n. 2004-05-15

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Um amor inalcançável…

Milhas percorro apenas para o seu cheiro sentir,
Longínquos beijos de amor que mal chegam a ti,
Oh fúnebre morte do coração, meu.
Sentimentos amolgados por amor não correspondido,
É impossível querer a ti como amigo,
Com a vontade danada de não tirar os olhos de ti,
Riquezas não tenho para consigo ficar,
Horrendo destino infiel de mim!

Só soube que era visconde depois de me apaixonar por si,
Os ínfimos nervos e veias do amor,
Meus por outrora e seus agora.
Em uma linha ténue entre nós,
No canto do baile, nos observamos.
O calor nos doma,
A respiração trai o nosso cérebro,
É meia noite,
Sozinhos estamos, e sabemos que é pecado.

Em baixo de estrelas cintilantes,
E em céus distantes,
A única carta de amor em mim depositaste
Um beijo eterno me lançastes,
Um amor inalcançável me deixastes…

 
                                                           -L.
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Poemas

17

Um amor inalcançável…

Milhas percorro apenas para o seu cheiro sentir,
Longínquos beijos de amor que mal chegam a ti,
Oh fúnebre morte do coração, meu.
Sentimentos amolgados por amor não correspondido,
É impossível querer a ti como amigo,
Com a vontade danada de não tirar os olhos de ti,
Riquezas não tenho para consigo ficar,
Horrendo destino infiel de mim!

Só soube que era visconde depois de me apaixonar por si,
Os ínfimos nervos e veias do amor,
Meus por outrora e seus agora.
Em uma linha ténue entre nós,
No canto do baile, nos observamos.
O calor nos doma,
A respiração trai o nosso cérebro,
É meia noite,
Sozinhos estamos, e sabemos que é pecado.

Em baixo de estrelas cintilantes,
E em céus distantes,
A única carta de amor em mim depositaste
Um beijo eterno me lançastes,
Um amor inalcançável me deixastes…

 
                                                           -L.
558

em águas refletoras, de uma lua cantante...

Na noite de amanhã,
antes da luz da lua tocar no seu divã,
no longe campo,dissestes.
Reúna-se para comigo estar, meu amor.
 
escondida ficarás,
ao lado de cidreiras, para ninguem a realçar.
Amanhã a morte deitará em cima de mim, com um vestido branco. Me escrevestes,
me casarei com a infelicidade, por títulos e poder.
quando a felicidade é com você,

o nosso amor é proibido
antes que a magia acabe,
esta noite…
levarei o meu violino,
na nossa última noite,
em um barco, pousarei as suas mãos em canto poético em meu colo.
flutuando sobre as águas cristalinas,
tocarei a última música que ecoará nos nossos ouvidos,
até o leito de nossa morte,
uma despedida, em águas refletoras de uma lua cantante.

o meu amor não me serve de nada.
Se por voce não me posso afogar,
me afogo em si pelo olhar,
em publico ñ lhe posso amar,
deixarei o meu coração aqui,
no canto do barco, ao lado da cidreira e dentro de si.

                                                 -_umapoetisadesconhecida_
504

Um assovio

Foste como um assobio em meu peito,
um canto estridente no meu coração.
Eras o meu refúgio;
o meu coração pertencia a ti.

Se me olhasses por um minuto, saberias
o quanto estava entregue a ti.
O teu olhar despê-me;
o teu sorriso paralisa-me;
o teu corpo contempla-me.

A tua fidelidade falante,
a tua educação oceânica,
o teu ser enlouquecedor —
tu és o ataque cardíaco que o meu peito lutará para sobreviver.

Meu dantes querido,—.
(que encontres alguém que te amou e te respeitou como eu.)

146

Soneto ao Carlos, carinhosamente tita…

Mente oriunda do romance,
Melancolia no sangue,
Palavras não intencionais, rimantes,
Uma alma que procurou sua outra parte.
 
Dedos harmoniosos,
Criaram perfurantes poesias e versos,
E o seu amor você encontrou,
Mas não pode amar por perto.

Sibilosas palavras de diamante ,
Pisoteiam o meu amargo ser,
Pelo o amor que você criou em mim.

Estimo muito o seu amor.
A sua coragem.
E ainda mais a sua ardente paixão.

                                 -_umapoetisadesconhecida_.
264

Um poema para ti, e não uma frase

Em um dia longínquo e lindo
Dia em que nem nós os dois sonhávamos acontecer 
Tarde de céus alaranjados e sol queimante na pele
Nos encontramos para sobre livros falarmos 
Hora pontual para conversar com um amigo como tu

Falavas-me de prosas, frases, e textos teus
E ouvias e declamavas poemas meus 
Em uma tarde onde libélulas perseguiam o rosto meu 
Onde tu dizias o quão linda estava eu 
Eu perfeitamente ouvia
mas por sentimentos enterrados não retribuía 

Tarde, onde eu te dizia sobre homens e vendo se ciúmes sentias
Onde tu me contavas sobre o seu passado e o meu coração morria 
Olhares apaixonados e bocas vazias 
Amizade distante e almas dançarinas 

Em um texto seu que me dizias 
Onde me descrevias
Como viva eu era como a vida 
livre como uma melodia 
E por fim me dizias 
Que quanto mais o relias 
Mais dela te lembrarias 

 De imediato rasgaste a única frase escrita por ti sobre mim…      
 
                                                                    -_umapoetisadesconhecida_.
163

Libélula

Despedacei o meu coração por te deixar ir                                     
Por minha boa vontade não
Mas pela sua saúde
Parece que saudável não fui o suficiente para ser o teu remédio

Tudo bem, libélula viajante
Leva-me a aquele que um dia amara como se fosse o sangue que eu precisara para o meu coração pulsar
Ficarei de longe a vigiar oque te pedi para o contar
De longe, prometo, com um sorriso ao vento
Nunca se decifrará oque to mandei dizer-lhe
Talvez a gazela o conseguira, mas muito tarde
 
Ele saberá da onde vieram aquelas palavras proferidas por ti libélula
Ele saberá de quem tamanha intensidade fora escrito aquelas palavras
Palavras, não, poema sangrento feito com o meu coração aberto
A minha mente desenha a tua face, cada detalhe dela
Os meus olhos criam alucinações de tu a olhares para mim
Eu tímida me viro a rir, pensando que olharás para mim

De novo aqui estou libélula, acabando a última tinta que tenho para enviares esta mensagem por mim
Aí linda libélula!!
Pega-me e leva-me para os montes e esconde-me aonde mais ninguém me possa ver além de ti
E te conseguirei ouvir como se estivesse perto de ti proferindo poemas de amor escritos por mim 

 

                                                                                                                                              -_umapoetisadesconhecida_
48

O amor ñ é um soneto feliz.

Amar-te sem um único beijo de amor
Pedi-lhe respostas você respondeu.me que foi o amor
A minha mente ñ se alenta
Ñ descansa e nem se aguenta  
Quando você me diz que é por amor que me deixa
Com palavras infelizes

OHH, O AMOR!!!, o terrível amor ….
Pergunto-me oque é ser possuída pelo amor
Oque é sentir enfeitiçada corpo e alma por alguém
Sentindo cada palavra sua entredentes
Sua língua a forma-la, os seus lábios expulsando-as
Uma completa poesia sem a escrever
O meu coração se mói por ver-lhe a sorrir  

Mas não para mim…

Observo tudo isso enquanto você fala com ela, longe de mim…
O amor não é um soneto feliz
São apenas curtos momentos de imaginação que fazem a nossa mente lembrar de romance dos livros
Por mais verdade que fosse ter-te aqui comigo eu não acreditaria pois eu sei que não consigo 
porque sei que comigo o amor ñ seria um soneto feliz …….
 


                                                                                                                                               -_umapoetisadesconhecida_
40

Aonde te encontras?

Esperei parte da minha existência,
pela minha morte,
pois não fazia sentido, sem te ter aqui,
quando você partiu, eu faleci, em mim
quando a vi gelada, inerte, enterrada por concreto
desde então esperei que me levassem daqui

E que me encontrasse contigo
sussurra-me, levita-me, escreva-me
um curto poema
para me dizer aonde lhe encontrar, em que dimensão estás?
galáxia,
planeta
estrela?

Assim q eu partir,
lutarei com os infinitos cosmos para a encontrar
desafiarei a gravidade para consigo ficar
enfrentarei céus, terra e mar
serei Atenas e Poseidon, com quem escolherás estar?
em bilhões de anos sinto-me honrada por ter nascido na parte
em que me a minha memória se encheu de imagens tuas…

                                                                     -_umapoetisadesconhecida_
111

Foi por você que odiei o mar

Angustiada eu estava na cama, deitada
Bebendo gin á seco, lembrando
do porque que não correspondias as minhas cartas.
11:00 da noite o porteiro bate a porta
Pois sei que devem estar espantados, bater a porta??
E o disco?
Bem eu mal saía do quarto á 3 dias
Ele suspeitou a minha morte, entendo
Até pensará eu que já estivesse morta.
 
Abri a porta e o bafo de cigarros da lorett´s
Saiu pela porta fora, sei que ele a sentiu
E assim q me viu sorriu, aliviado
Quando assim avistei uma carta na sua mão chorei
Pois soube de quem era, recebi, com uma vénia agradeci e a porta bati
Voltei para o quarto, peguei no cigarro e queimei a ponta para a carta conseguir abrir
Você me disse para o encontrar. Na praia, no meu lugar favorito, eu logo soube que era para contigo estar
Me perfumei com o Eau de L´arc, seu favorito
Fui caminhando até a majestosa praia, alegre eu estava
Há tempos que não me sentia assim.
 
Não o vi, sentei-me no passeio e um refresco pedi
Ansiosa estava por te ver, então acendi um cigarro, para calma estar.
Ouvi-te a chamar o meu nome, a voz q me alegra o espírito
Quando me virei, senti a indiferença em ti
Já me tinha esquecido que bem não estávamos
Segui-te até a maré, dando saltinhos, pois a areia estava quente que nem o inferno!!
 
Mas feliz estava eu por o ver, depois de dias sem respostas tuas
Me andavas a evitar, eu sei, mas o prq eu não sei
Meu querido porque eu?
Teve um silencio enorme, a sua boca não se abria
Então eu fui molhar os meus pés, desanuviar
Virei para te olhar, tiravas fotos, na sua cara um sorriso lindo
Eu não entendi, um sorriso dei de volta
Estávamos afastados um do outro
Te dizia como foram os meus dias passados, total tormento
Não quis te assustar, perdão por isso
conheço este cheiro, dissestes.
 
Me aproximei de ti, me senti completa
Dissestes que não me podias ter, ñ estavas bem
Eu concordei com a cabeça, mas estava morrer
Me apeteceu um cigarro no momento
Me destes um beijo na testa, eu ñ entendi
Por fim saímos da maré e fomos nos limpar
Nos abraçámos por fim, mas não sabia que seria o nosso último abraço
Você me despediu e se foi, me tirou uma foto ao se afastar de mim
Eu o vi desaparecendo do vasto mar, desaparecendo de mim
Olhei e gritei para o mar” TE ODEIO SEU FILHO DA PUTA, SEMPRE TE ODIAREI”
E de repente desabei e chorei, como se os meus olhos saíssem da minha cara
Coloquei um cigarro na boca e acendi, me fui, colocando o dedo do meio para o mar
Cheguei no meu cubico e me enterrei no quarto, ouvindo Djavan , bebendo vinho, com o cinzeiro de lado, e lendo bukowoski.


                                -_umapoetisadesconhecida_
101

Nunca te quis pouco

Do teu amor longe estou,
O meu coração fragilizou,
A minha alma quase se horrorizou,
Quão louca estou?.

A ti declamarei ao sol,
Como um inalcançável amor,
Por mais que queira morrer só,
Nunca poderei suportar esta dor.

Por mais ferida que estou,
Nunca demonstrarei a ti,
A comida na minha língua se amargou,
O paladar se foi,
A vida se devaneou…. Pelo simples facto de ires.
 
Nunca te quis pouco,
Talvez um dia saberás o pouco que tive de dizer,
para que muito sentisse por ti.

                          -_umapoetisadesconhecida_
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