Wanessa Plefka

Wanessa Plefka

n. 1989 PT PT

n. 1989-04-06

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Soneto de Ansiedade

Ser ansioso é não ter paciência
Meu mundo mental beira o caos
Na inquietação, vejo-me parte dessa demência
Pra quem tem a solitude como alento
A clausura do miserável à faz tormento

Ouça: Chamam- me ao todo!
Ser substancial é para poucos
Pois nesse habitat de ocos 
Nao há o que se agregar
Haverá algo mais inútil nessa vida
Do que querer agradar?

Volta-se ao mundo interior
Por um momento de lucidez
Ou seria pela ânsia que causa
Tamanha desfaçatez?
Ser ansioso é não ter paciência
Para assistir calmamente 
Essa morte em vida.

Wanessa Plefka
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Poemas

2

Soneto de Ansiedade

Ser ansioso é não ter paciência
Meu mundo mental beira o caos
Na inquietação, vejo-me parte dessa demência
Pra quem tem a solitude como alento
A clausura do miserável à faz tormento

Ouça: Chamam- me ao todo!
Ser substancial é para poucos
Pois nesse habitat de ocos 
Nao há o que se agregar
Haverá algo mais inútil nessa vida
Do que querer agradar?

Volta-se ao mundo interior
Por um momento de lucidez
Ou seria pela ânsia que causa
Tamanha desfaçatez?
Ser ansioso é não ter paciência
Para assistir calmamente 
Essa morte em vida.

Wanessa Plefka
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A Busca

Inóspito o berço das aspirações
Não às aceita e às rejeita odiosamente
O sonhador que procura nele leito
Não pára, não se ajeita e satisfaz- se ao mal feito
E finda escorraçado, como que perdido
No umbral da mente.

Penosa a senda das aspirações
Ultrajante, empodeiradamente controversa à glória
E a glória? Ah glória!
Anseio inequívoco daquele que na senda pena.

Eis que a painita se faz diamante,
Que se faz turmalina,
Que se faz brita,
E se faz pena.

Wanessa Plefka
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Comentários (1)

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Jaqueline
Jaqueline

Amei minha amiga que tem tantos talentos, e já agora junta-se mais esse.