Lista de autores
Navegue pela nossa coleção de autores
António de Lacerda Bulcão
1909-09-13 – 1981-07-05
António de Lacerda Bulcão foi um poeta cuja obra se distingue pela sua lírica intimista e pela reflexão sobre a natureza, a passagem do tempo e a busca pela beleza nas coisas simples. A sua escrita, muitas vezes enraizada em paisagens e sensações, convida o leitor a uma contemplação serena e melancólica. A musicalidade dos seus versos e a delicadeza das suas imagens poéticas marcam a sua contribuição para a poesia portuguesa.
Fernando de Pamplona
1926-09-26 – 2013-09-29
Fernando de Pamplona foi um poeta português ligado ao movimento surrealista, cuja obra é marcada por uma forte carga onírica e pela exploração do inconsciente. A sua poesia caracteriza-se pela audácia vocabular, pela subversão da lógica e pela criação de imagens insólitas e perturbadoras, refletindo a influência das vanguardas artísticas do início do século XX. Com uma escrita que desafiava as convenções, Pamplona buscou romper com a realidade quotidiana para aceder a outras dimensões da existência, explorando o humor, o absurdo e a liberdade de expressão.
Luís de Ataíde Corte-Real da Silveira Estrela
1843 – 1910
Luís de Ataíde Corte-Real da Silveira Estrela foi um poeta português cuja obra se destaca pela sua profundidade lírica e reflexiva. A sua poesia explora temas como a fugacidade do tempo, a memória, a identidade e a busca por significado, com uma linguagem elaborada e uma forte carga emotiva. É um nome a revisitar no contexto da poesia portuguesa contemporânea.
António Luís Ferreira Girão
1823-07-13 – 1876-08-20
António Luís Ferreira Girão foi um poeta português que emergiu no panorama literário do século XX. A sua obra, embora não tão amplamente divulgada como a de alguns contemporâneos, revela uma voz lírica singular, marcada pela introspeção, pela reflexão sobre a existência e por uma linguagem poética elaborada. Frequentemente associado a correntes literárias que valorizavam a profundidade temática e a forma cuidada, Ferreira Girão deixou um legado de poemas que convidam à meditação sobre a condição humana e a busca por sentido.
Pe. António dos Reis
1690 – 1738
O Pe. António dos Reis foi um sacerdote e poeta cuja obra se distingue pela profundidade da sua reflexão sobre a fé, a condição humana e a relação do homem com o divino. A sua poesia, imbuída de um tom lírico e contemplativo, explora temas universais com uma linguagem cuidada e imagética. O seu legado poético, embora centrado em temáticas religiosas e espirituais, ressoa pela sua capacidade de tocar em aspetos existenciais que transcendem o contexto específico da sua vocação, consolidando-o como uma figura relevante na poesia de cariz espiritual.
Vicente Machado de Faria e Maia
1838 – 1917
Vicente Machado de Faria e Maia foi um poeta cujos versos se inserem na tradição literária portuguesa. A sua obra explora a profundidade da expressão lírica, abordando temas universais com uma sensibilidade particular. Através da sua poesia, deixou um testemunho das suas reflexões e visões de mundo, contribuindo para o património literário em língua portuguesa.
Pe. Manuel Consciência
1669 – 1739
O Pe. Manuel Consciência foi um sacerdote e poeta cuja obra poética, embora inserida num contexto religioso, transcende o âmbito puramente devocional, explorando a universalidade da fé, do amor e da busca por sentido. A sua escrita, marcada por uma profunda espiritualidade e uma sensibilidade lírica apurada, oferece reflexões sobre a condição humana e a relação com o transcendente, consolidando-o como uma voz significativa no panorama da poesia religiosa portuguesa.
Anselmo Braamcamp Freire
1849-02-01 – 1921-12-23
Anselmo Braamcamp Freire foi um notável poeta, jurista e político português, figura proeminente da poesia arcádica e neoclássica. A sua obra distingue-se pela erudição, pelo rigor formal e pela evocação de temas da antiguidade clássica, da mitologia e da história. Com uma linguagem cuidada e um estilo elevado, Braamcamp Freire dedicou-se à poesia lírica, épica e satírica, deixando um legado significativo na literatura portuguesa do século XVIII, influenciando gerações posteriores de escritores com o seu classicismo e a sua mestria formal.
D. Francisco de Portugal
1483 – 1549
D. Francisco de Portugal, Conde de Vimioso, foi uma figura proeminente da nobreza e da corte portuguesa do século XVI, notabilizando-se também como poeta. A sua obra poética insere-se no contexto do Renascimento, caracterizando-se pela influência dos modelos clássicos e italianos, bem como pela exploração de temas como o amor cortês, a fugacidade do tempo e a reflexão moral. Como cortesão e homem de letras, D. Francisco de Portugal participou ativamente na vida cultural e política do seu tempo, deixando um legado que combina a sua posição social com a sua produção literária. A sua poesia reflete o ambiente renascentista, a erudição e a sensibilidade estética da época, contribuindo para o desenvolvimento da poesia em língua portuguesa.
Filipe de Quental
1824 – 1892
Filipe de Quental foi um poeta português cuja obra se destaca pela introspeção e pela exploração de temas existenciais. A sua poesia é marcada por uma linguagem cuidada e uma sensibilidade particular na abordagem das emoções humanas e da relação do indivíduo com o mundo. Ao longo da sua carreira, consolidou um estilo próprio, reconhecido pela sua profundidade e pela capacidade de evocar imagens marcantes.
Francisco Botelho de Morais e Vasconcelos
1670-08-06
Poeta português, Francisco Botelho de Morais e Vasconcelos dedicou a sua obra a temas profundos e universais. A sua escrita caracteriza-se por uma expressividade lírica e por uma reflexão sobre a condição humana, o amor e a efemeridade da vida. A sua contribuição literária insere-se num contexto de renovação poética, onde a forma e o sentimento se entrelaçam para criar versos de grande sensibilidade e profundidade.
António Pereira Cunha
1828-01-03 – 1900-01-01
António Pereira Cunha foi um poeta cuja obra se insere no panorama literário português. A sua poesia, ainda que com contornos específicos a serem explorados, tende a refletir sobre a experiência humana e os seus matizes. O seu trabalho poético contribui para a diversidade da expressão literária em língua portuguesa.
Faria e Maia
1846 – 1915
Faria e Maia foi um poeta e dramaturgo português, associado a movimentos literários do século XIX. A sua obra, muitas vezes marcada por um forte sentido de identidade regional e por temas sociais, reflete as complexidades da sociedade portuguesa da sua época. Destacou-se também pela sua atividade no teatro, contribuindo para o desenvolvimento do drama em Portugal.
Manuel Joaquim Dias
1852-12-21 – 1930-01-21
Manuel Joaquim Dias foi um poeta português, figura da poesia popular e satírica do século XIX. Sua obra é marcada por um tom crítico e humorístico, abordando costumes e tipos sociais de sua época com agudeza e perspicácia. A poesia de Dias reflete um olhar atento sobre a sociedade portuguesa, utilizando a ironia e a sátira como ferramentas para comentar a realidade. Seu estilo, embora inserido na tradição da poesia popular, apresenta uma originalidade na forma como transita entre o social e o pessoal, construindo um retrato vívido do quotidiano. A obra de Manuel Joaquim Dias constitui um registro valioso de um período específico da história cultural portuguesa, destacando-se pela sua capacidade de divertir e, ao mesmo tempo, provocar a reflexão sobre os comportamentos humanos e as estruturas sociais.
Francisco Gomes de Amorim
1827-08-13 – 1891-11-04
Francisco Gomes de Amorim foi um poeta português, conhecido principalmente pelo seu envolvimento no movimento do Romantismo em Portugal. A sua obra, marcada por uma forte sensibilidade lírica e por um profundo amor à pátria e às tradições portuguesas, reflete os ideais e as preocupações da sua época. Com uma escrita que evoca a natureza, os costumes populares e os sentimentos mais nobres, Amorim procurou exaltar a identidade nacional e os valores morais, contribuindo para a afirmação de uma poesia genuinamente portuguesa.
Joaquim Simões da Silva Ferraz
1834 – 1875
Joaquim Simões da Silva Ferraz foi uma figura ligada à literatura, embora com um percurso menos proeminente em comparação com outros autores da sua época. A sua produção literária, em grande parte poética, reflete os anseios e as sensibilidades de um período de transição na literatura portuguesa. A sua obra, por vezes marcada por um tom mais intimista ou reflexivo, contribuiu para o panorama literário, mesmo que o seu nome não seja tão amplamente divulgado nos estudos gerais de literatura. A dedicação à escrita poética denota uma paixão pelas palavras e pela expressão de sentimentos e ideias.
Cândido de Figueiredo
1846-09-19 – 1925-09-26
Cândido de Figueiredo foi um intelectual, poeta e lexicógrafo português, conhecido pela sua vasta erudição e pelo seu trabalho de compilação do "Novo Dicionário Popular da Língua Portuguesa". A sua obra poética, embora menos proeminente que o seu trabalho dicionarístico, reflete o espírito do seu tempo e a sua profunda ligação à língua portuguesa.
Leonel Cosme
1934-01-01 – 2021-01-01
Leonel Cosme é um poeta e ensaísta cuja obra se insere na linha da poesia contemporânea portuguesa, explorando com particular sensibilidade temas como a memória, o tempo, a identidade e a relação do indivíduo com o espaço urbano e natural. A sua escrita, marcada por uma linguagem cuidada e uma forte componente imagética, convida à reflexão sobre a condição humana num mundo em constante mutação. Com uma voz que transita entre o lirismo e a interrogação existencial, Cosme tem vindo a afirmar-se como uma figura relevante na paisagem literária, deixando um rasto de versos que interpelam o leitor pela sua profundidade e pela forma como captam as nuances da experiência contemporânea.
José Ramos Coelho
1832-01-01 – 1914-01-01
José Ramos Coelho foi um poeta português cuja obra se destaca pela sua expressividade e pela capacidade de captar as nuances da experiência humana. A sua poesia, frequentemente marcada por uma forte componente lírica e reflexiva, aborda temas universais como o amor, a saudade, a natureza e a passagem do tempo. Com uma linguagem cuidada e um ritmo envolvente, Ramos Coelho consolidou-se como uma voz importante na poesia portuguesa contemporânea.
Luís Maria de Carvalho Saavedra Donas Boto
Séc. XIX – 1890
Luís Maria de Carvalho Saavedra Donas Boto, mais conhecido como Luís Boto, foi um poeta, dramaturgo e ensaísta português. A sua obra é caracterizada por uma forte veia lírica e por uma profunda reflexão sobre a condição humana, o amor e a efemeridade da vida. Foi um importante nome da poesia portuguesa do século XX, com uma linguagem elaborada e uma sensibilidade que marcou a sua geração.
Alfredo Angra
1589-01-01 – 1670-01-01
Alfredo Angra foi um poeta e ensaísta português, figura destacada da poesia do século XX. A sua obra é marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana, a temporalidade e a busca por sentido, com um estilo que combina rigor formal e uma linguagem densa e evocativa. Angra explorou temas como a solidão, a memória e a transitoriedade da existência, utilizando uma voz poética introspectiva e por vezes melancólica. O seu percurso literário é reconhecido pela sua originalidade e pela contribuição para a renovação da poesia portuguesa.
Manuel Pimentel
1961-08-30 – 1719
Manuel Pimentel foi um escritor português, cuja obra se distingue pela sua participação no movimento literário do século XX. A sua produção literária, que pode abranger diferentes géneros, reflete um engajamento com as realidades sociais e um estilo próprio que o caracteriza. Embora a sua figura possa não ser tão proeminente quanto a de outros autores contemporâneos, a sua contribuição para a literatura portuguesa é reconhecida.
Ivone Ruivo Guieiro
1926
Ivone Ruivo Guieiro é uma figura notável no panorama literário, destacando-se pela sua sensibilidade e pela forma como explora as profundezas da condição humana através da poesia. A sua obra é marcada por uma introspeção profunda e pela exploração de temas universais como o amor, a perda e a passagem do tempo, abordados com uma linguagem cuidada e emotiva. A sua contribuição para a literatura reside na capacidade de tocar o leitor com versos que ressoam com a experiência individual, oferecendo perspetivas únicas sobre a vida.
Manuel Duarte de Almeida
1844-10-01 – 1914
Manuel Duarte de Almeida foi um poeta português cuja obra se insere predominantemente no contexto do Neo-Realismo. A sua poesia é marcada por um forte compromisso social e político, refletindo as preocupações e os anseios da sociedade portuguesa da sua época, com especial ênfase na denúncia das injustiças e na defesa dos oprimidos.