Lista de autores
Navegue pela nossa coleção de autores
Baronesa do Casal
1804 – 1854
A Baronesa do Casal foi uma figura literária do século XIX, cujas obras poéticas se destacaram pela sensibilidade e pela expressividade lírica. Embora menos conhecida que outros vultos da sua época, a sua produção literária revela uma profunda conexão com os temas do amor, da natureza e da condição humana. A sua escrita é marcada por uma linguagem cuidada e por uma musicalidade intrínseca, refletindo um talento singular para a arte poética. A sua contribuição, ainda que por vezes discreta, enriquece o panorama literário feminino do período.
Júlio Roberto
1929-01-01 – 2013-01-01
Júlio Roberto foi um poeta cuja obra se destaca pela profundidade lírica e pela exploração de temas universais como o amor, a saudade e a condição humana. Com uma linguagem cuidada e uma sensibilidade apurada, a sua poesia consegue evocar emoções intensas e reflexões pertinentes sobre a vida e o universo. As suas composições poéticas, marcadas por uma musicalidade particular e uma forte carga imagética, convidam à contemplação e à introspeção, consolidando-o como uma voz importante no seu tempo.
Maria Aliete Galhoz
1929-10-18 – 2020-09-20
Maria Aliete Galhoz foi uma escritora portuguesa cuja obra, embora diversificada, se destacou pela sua profunda ligação às raízes culturais e históricas de Portugal, especialmente no contexto transmontano. A sua escrita, marcada por uma linguagem rica e evocativa, explorou a identidade, a memória e as tradições, com um olhar atento às paisagens e aos modos de vida do Nordeste transmontano. A sua vasta obra abrange poesia, prosa e ensaio, revelando um interesse constante pelas manifestações culturais populares e pela preservação da memória coletiva. Maria Aliete Galhoz é reconhecida por ter dado voz a um Portugal profundo e por ter contribuído significativamente para a valorização do património cultural e literário da sua região.
Lourenço Gonçalves
1954-03-05
Lourenço Gonçalves foi um poeta português cuja obra se insere no contexto do simbolismo e do nefelibatismo. Sua poesia é marcada por uma profunda melancolia, a exploração do sonho e do irreal, e uma musicalidade singular.
Pe. Tomás José de Aquino
1986-04-26 – 1804
Pe. Tomás José de Aquino foi um sacerdote e escritor português, conhecido pela sua obra literária que reflete o contexto religioso e cultural do seu tempo. A sua escrita abrangeu diversas áreas, demonstrando uma erudição notável e um profundo conhecimento das letras e da teologia. As suas contribuições literárias são um testemunho do seu tempo e da sua dedicação ao saber e à arte.
Frei Gaspar Pires Rebelo
1927-03-01 – 1684
Frei Gaspar Pires Rebelo foi um frade e escritor português, conhecido principalmente pela sua obra "Armas de Cavaleiro". Sua escrita reflete o contexto religioso e cultural da época em que viveu, abordando temas de fé, moralidade e espiritualidade.
Joaquim Matos
1935-01-01 – 2011-05-26
Joaquim Matos foi um poeta cuja obra se destaca pela sua intensidade lírica e pela exploração profunda de temas existencialistas e da condição humana. Com uma escrita marcada pela introspeção e pela busca de sentido, os seus versos convidam à reflexão sobre a vida, a morte e o universo. A sua contribuição para a poesia é valorizada pela originalidade e pela capacidade de tocar o leitor com a força das suas emoções e o rigor da sua expressão.
Pedro Carlos de Alcântara Chaves
1829-01-01 – 1893-01-01
Pedro Carlos de Alcântara Chaves foi um escritor e intelectual português, notável pela sua contribuição para a literatura e pelo seu envolvimento em debates culturais e intelectuais do seu tempo. Sua obra, embora diversificada, revela uma profunda preocupação com as questões sociais e existenciais, expressa através de uma prosa cuidada e de uma perspetiva crítica sobre a realidade. A sua atuação no panorama cultural demonstra um espírito inquisitivo e um desejo de intervenção, características que marcaram a sua trajetória literária e intelectual.
Fonseca Amaral
1929 – 1992
Fonseca Amaral foi um poeta português conhecido por explorar as profundezas da condição humana através de uma linguagem rica e evocativa. A sua obra transita entre o lirismo introspectivo e a reflexão social, abordando temas como a passagem do tempo, a fragilidade das relações e a busca por sentido num mundo em constante mutação. Com uma sensibilidade ímpar para captar a essência das emoções e das paisagens, Amaral deixou um legado poético que continua a ressoar pela sua autenticidade e pela sua capacidade de tocar o leitor na sua dimensão mais íntima. A sua poesia é um convite à contemplação e à descoberta de novas perspetivas sobre a vida.
Constantino Magno Amaral Júnior
1894 – 1947
Constantino Magno Amaral Júnior é um poeta cuja obra se caracteriza pela reflexão sobre a condição humana e as complexidades da vida moderna. Sua poesia, muitas vezes introspectiva e filosófica, aborda temas como o tempo, a memória, a efemeridade da existência e a busca por sentido. Com uma linguagem elaborada e um uso particular de imagens, Amaral Júnior convida o leitor a mergulhar em questões existenciais profundas, explorando as nuances da alma e do pensamento. Sua contribuição para a poesia reside na capacidade de transformar sentimentos e inquietações universais em versos densos e evocativos.
Pe. Jerónimo Cardoso
1867-05-31 – 1947-09-23
O Pe. Jerónimo Cardoso foi uma figura erudita do clero português, conhecido pela sua vasta produção em áreas como a teologia, a história e a literatura. Destacou-se como um estudioso profundo e um prolífico escritor, cujas obras refletem um profundo conhecimento das matérias que abordava. A sua atuação enquanto sacerdote e intelectual permitiu-lhe aliar a fé à razão, explorando em detalhe aspetos históricos e culturais de Portugal e da Igreja. A sua obra contribuiu para a preservação e disseminação do conhecimento em diversas áreas do saber, solidificando a sua posição como um importante humanista e historiador.
Paulo Cid
1927-09-29 – 2024-10-03
Paulo Cid é um poeta contemporâneo cuja obra explora a relação intrínseca entre a existência humana e o universo. As suas composições poéticas são marcadas por uma profunda reflexão sobre o tempo, a memória e a efemeridade da vida, muitas vezes entrelaçadas com a natureza e a paisagem urbana. A sua escrita caracteriza-se por uma linguagem cuidada e evocativa, que convida o leitor a uma introspeção sobre a condição humana e a busca por sentido.
Teotónio Gomes de Carvalho
1728? – 1800
Teotónio Gomes de Carvalho foi um poeta e intelectual cuja obra se distingue pela erudição e pela profunda reflexão sobre a identidade e a condição humana. A sua escrita revela um domínio notável da linguagem e uma capacidade ímpar de entrelaçar o pessoal com o universal. A sua produção poética, embora por vezes discreta em termos de volume, é reconhecida pela sua densidade e pela busca incessante por um sentido mais profundo da existência, deixando uma marca indelével na paisagem literária.
José Maria do Couto Severim
1830 – 1865
José Maria do Couto Severim foi um poeta português cuja obra se insere no panorama literário do século XIX, com tendências que dialogam com o Romantismo e preparam o terreno para o Realismo. A sua poesia, muitas vezes marcada por uma sensibilidade melancólica e reflexiva, aborda temas como o amor, a saudade, a passagem do tempo e a natureza. Severim destacou-se pela sua capacidade de evocar emoções e pela musicalidade dos seus versos, deixando um registo lírico importante na literatura portuguesa da sua época.
Francisco Manuel Gomes da Silveira Malhão
1757 – 1816
Francisco Manuel Gomes da Silveira Malhão, conhecido como Malhão, foi um poeta português cuja obra se desenvolveu num período de efervescência cultural e literária. A sua poesia, marcada por uma linguagem rica e uma profunda sensibilidade, aborda temas universais como a natureza, o amor e a fugacidade da vida. Malhão é lembrado pela sua contribuição para a lírica portuguesa, deixando um legado de versos que continuam a ressoar pela sua beleza e profundidade.
Virgínia Nuno Vilar
1910
Virgínia Nuno Vilar é uma poeta cuja obra se caracteriza por uma profunda ligação à terra, à ancestralidade e à memória coletiva. As suas composições poéticas, muitas vezes imbuídas de uma forte componente lírica e descritiva, exploram a relação do ser humano com a natureza, os ciclos da vida e as raízes culturais. A sua escrita é marcada por uma linguagem evocativa e sensorial, que transporta o leitor para paisagens ricas em simbolismo e tradição.
Manuel Matias Vieira Fialho de Mendonça
1779 – 1813
Poeta português de renome, Manuel Matias Vieira Fialho de Mendonça dedicou a sua obra a explorar as profundezas da alma humana e as complexidades das relações interpessoais. Com uma linguagem rica e evocativa, a sua poesia reflete uma sensibilidade apurada para as nuances do amor, da saudade e da passagem do tempo. As suas composições são marcadas por uma musicalidade intrínseca e por uma capacidade ímpar de capturar a essência das emoções de forma lírica e acessível. A sua contribuição para a literatura portuguesa é notável pela originalidade e pela profundidade reflexiva que imprime a cada verso.
Francisco de Paula Medina e Vasconcelos
1768-11-20 – 1824-07-16
Francisco de Paula Medina e Vasconcelos foi um poeta e dramaturgo português. A sua obra literária abrange uma diversidade de géneros, refletindo um interesse tanto pela lírica quanto pela expressão teatral. Notável pela sua capacidade de conjugar a sensibilidade poética com a construção dramática, deixou uma marca no panorama literário da sua época.
Hermenegilda de Lacerda
1841-06-30 – 1895-08-09
Hermenegilda de Lacerda foi uma figura singular da literatura portuguesa, cujos versos exploraram a profundidade da alma feminina e os desafios de ser mulher numa sociedade em transformação. A sua obra, embora não vasta, é notável pela sua honestidade emocional e pela forma como abordou temas como o amor, a saudade e a busca por identidade, utilizando uma linguagem rica em imagens e simbolismos. A poesia de Lacerda destaca-se pela sua musicalidade e pela capacidade de evocar sentimentos universais através de uma perspetiva intimista e profundamente pessoal, marcando um espaço de reflexão sobre a condição humana e a experiência feminina.
Diogo de Paiva de Andrade
1528-07-26 – 1575-12-01
Diogo de Paiva de Andrade foi um humanista, jurista e poeta português do século XVI. Figura proeminente do Renascimento em Portugal, destacou-se pela sua vasta erudição e pelo seu papel na defesa da cultura clássica e dos estudos humanísticos. A sua obra poética, embora menos volumosa que a sua produção em prosa e nos domínios do direito, reflete a influência dos modelos clássicos e a sensibilidade renascentista.
Guilherme de Azevedo
1839-11-30 – 1882-04-06
Guilherme de Azevedo foi um poeta, jornalista e político português, figura proeminente do movimento do Renascimento de Portugal no final do século XIX e início do século XX. A sua obra poética é marcada por um lirismo profundo, abordando temas como o amor, a saudade e a natureza, com um estilo que reflete a influência do Simbolismo e do Parnasianismo. Como jornalista e político, Azevedo teve um papel ativo na vida pública da sua época, defendendo causas sociais e culturais. A sua poesia, embora por vezes melancólica, revela uma forte ligação à identidade portuguesa e um desejo de renovação estética e social.
Alberto Teles
1702-03-21 – 1766-01-27
Alberto Teles foi um poeta e professor português, cuja obra poética se insere no âmbito do Neo-Realismo, explorando temas sociais e políticos com uma linguagem direta e engajada. A sua escrita reflete um forte sentido de intervenção cívica e uma preocupação com as injustiças sociais, características marcantes do movimento literário a que se associou. Como pedagogo, dedicou-se à formação de jovens, transmitindo não só conhecimentos, mas também valores de cidadania e crítica social.
Luís Ribeiro de Sotomaior
1812-11-18 – 1894-01-20
Luís Ribeiro de Sotomaior foi um poeta cuja obra se insere no período do Romantismo em Portugal. A sua produção poética é marcada por uma forte carga lírica, com uma exploração de temas como o amor, a natureza e a saudade, características distintivas do movimento romântico. A sua escrita reflete a sensibilidade e os anseios da sua época.
Maria Cristina de Arriaga
1835 – 1915
Maria Cristina de Arriaga foi uma figura proeminente na literatura portuguesa, conhecida pela sua obra poética e pela sua participação ativa em círculos intelectuais. A sua escrita é marcada por uma sensibilidade lírica e uma profundidade temática, abordando frequentemente questões existenciais e sentimentais. Foi uma voz importante no panorama literário, contribuindo com uma perspetiva única e um estilo distintivo.