Lista de autores
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José Gil
1939-06-15
José Gil foi um filósofo e ensaísta português conhecido pelas suas reflexões sobre a alteridade, o corpo e a experiência religiosa. A sua obra aborda a complexidade do ser humano e a sua relação com o outro, explorando conceitos como a marginalidade e a transcendência. Com uma vasta produção intelectual, Gil deixou um legado significativo no pensamento contemporâneo, influenciando debates sobre identidade, cultura e espiritualidade.
Francisco Machado de Faria e Maia
1815-09-27 – 1890-05-06
Francisco Machado de Faria e Maia foi um escritor e figura pública portuguesa, com uma obra que abrangeu diferentes géneros literários. A sua produção intelectual reflete um envolvimento com as questões sociais e políticas do seu tempo, demonstrando uma versatilidade notável. Embora não seja um nome proeminente na história da literatura portuguesa, a sua obra contribui para a compreensão do panorama cultural e intelectual do período em que viveu.
Fernando Magro
1936
Fernando Magro é um nome associado a uma produção literária ainda em construção, explorando as profundezas da condição humana através de uma linguagem poética que oscila entre o íntimo e o universal. A sua obra reflete sobre a efemeridade do tempo, a busca por sentido e a complexidade das relações interpessoais, utilizando uma estética que privilegia a imagem e a musicalidade. Com um percurso que se desdobra na contemporaneidade, Magro busca dialogar com as inquietações do seu tempo, oferecendo aos leitores uma perspetiva singular sobre as alegrias e as dores da existência. A sua poesia convida à reflexão e ao mergulho na própria subjetividade, marcada por uma sensibilidade apurada e um olhar atento sobre as nuances do mundo.
Manuel Joaquim Dias
1852-12-21 – 1930-01-21
Manuel Joaquim Dias foi um poeta português, figura da poesia popular e satírica do século XIX. Sua obra é marcada por um tom crítico e humorístico, abordando costumes e tipos sociais de sua época com agudeza e perspicácia. A poesia de Dias reflete um olhar atento sobre a sociedade portuguesa, utilizando a ironia e a sátira como ferramentas para comentar a realidade. Seu estilo, embora inserido na tradição da poesia popular, apresenta uma originalidade na forma como transita entre o social e o pessoal, construindo um retrato vívido do quotidiano. A obra de Manuel Joaquim Dias constitui um registro valioso de um período específico da história cultural portuguesa, destacando-se pela sua capacidade de divertir e, ao mesmo tempo, provocar a reflexão sobre os comportamentos humanos e as estruturas sociais.
Diogo Barbosa Machado
1682-03-31 – 1772-08-09
Diogo Barbosa Machado foi uma figura proeminente do século XVIII em Portugal, conhecido principalmente pela sua obra monumental "Bibliotheca Lusitana". Este trabalho enciclopédico dedicou-se a catalogar e a apresentar a vida e obra de inúmeros escritores portugueses, tornando-se um marco fundamental para o estudo da literatura e da história de Portugal. A sua dedicação à compilação de dados biográficos e literários demonstrou um profundo apreço pela cultura lusófona e um esforço notável para preservar e divulgar o património intelectual do país. O seu legado reside, em grande parte, na importância da sua obra como fonte de referência para historiadores e estudiosos.
Pe. Luís Calisto da Costa de Faria
1679 – 1759
Pe. Luís Calisto da Costa de Faria foi um poeta português cujas obras exploram a profundidade da fé e a condição humana através de uma linguagem rica e expressiva. A sua poesia reflete uma forte ligação com o sagrado, entrelaçando o devocional com observações sobre a vida quotidiana e os dilemas existenciais. A sua obra destaca-se pela musicalidade e pela capacidade de evocar imagens vívidas, convidando o leitor a uma reflexão introspectiva e espiritual.
António Luís Ferreira Girão
1823-07-13 – 1876-08-20
António Luís Ferreira Girão foi um poeta português que emergiu no panorama literário do século XX. A sua obra, embora não tão amplamente divulgada como a de alguns contemporâneos, revela uma voz lírica singular, marcada pela introspeção, pela reflexão sobre a existência e por uma linguagem poética elaborada. Frequentemente associado a correntes literárias que valorizavam a profundidade temática e a forma cuidada, Ferreira Girão deixou um legado de poemas que convidam à meditação sobre a condição humana e a busca por sentido.
Francisco Botelho de Morais e Vasconcelos
1670-08-06
Poeta português, Francisco Botelho de Morais e Vasconcelos dedicou a sua obra a temas profundos e universais. A sua escrita caracteriza-se por uma expressividade lírica e por uma reflexão sobre a condição humana, o amor e a efemeridade da vida. A sua contribuição literária insere-se num contexto de renovação poética, onde a forma e o sentimento se entrelaçam para criar versos de grande sensibilidade e profundidade.
Luís Maria de Carvalho Saavedra Donas Boto
Séc. XIX – 1890
Luís Maria de Carvalho Saavedra Donas Boto, mais conhecido como Luís Boto, foi um poeta, dramaturgo e ensaísta português. A sua obra é caracterizada por uma forte veia lírica e por uma profunda reflexão sobre a condição humana, o amor e a efemeridade da vida. Foi um importante nome da poesia portuguesa do século XX, com uma linguagem elaborada e uma sensibilidade que marcou a sua geração.
Alexandre Braga
1829 – 1895
Alexandre Braga é um poeta português contemporâneo, conhecido pela sua poesia que explora a condição humana, a memória e a fugacidade do tempo. A sua obra distingue-se pela linguagem cuidada e pela reflexão introspectiva, abordando temas universais com uma sensibilidade particular. As suas composições poéticas frequentemente evocam paisagens interiores e exteriores, convidando o leitor a uma jornada de autoconhecimento e contemplação sobre a existência.
Filipe de Quental
1824 – 1892
Filipe de Quental foi um poeta português cuja obra se destaca pela introspeção e pela exploração de temas existenciais. A sua poesia é marcada por uma linguagem cuidada e uma sensibilidade particular na abordagem das emoções humanas e da relação do indivíduo com o mundo. Ao longo da sua carreira, consolidou um estilo próprio, reconhecido pela sua profundidade e pela capacidade de evocar imagens marcantes.
Salomão de Oliveira
Séc. XVII – 1708
Salomão de Oliveira foi um poeta cuja obra se inseriu na paisagem literária com uma voz singular. A sua poesia explorou as profundezas da experiência humana, tocando em temas universais com uma sensibilidade particular. Através das suas palavras, procurou desvendar as complexidades do sentimento e da existência, deixando um legado que ressoa pela sua autenticidade e expressividade. O seu contributo para a poesia é marcado por uma linguagem cuidada e por uma capacidade ímpar de evocar emoções e reflexões. As suas composições poéticas convidam à introspeção e ao diálogo com o leitor, estabelecendo uma ponte entre o íntimo e o universal.
Luís de Ataíde Corte-Real da Silveira Estrela
1843 – 1910
Luís de Ataíde Corte-Real da Silveira Estrela foi um poeta português cuja obra se destaca pela sua profundidade lírica e reflexiva. A sua poesia explora temas como a fugacidade do tempo, a memória, a identidade e a busca por significado, com uma linguagem elaborada e uma forte carga emotiva. É um nome a revisitar no contexto da poesia portuguesa contemporânea.
Serafim Ferreira
1939-01-01 – 2015-01-01
Serafim Ferreira é um poeta português cuja obra se destaca pela exploração de temas como a memória, a identidade e a relação do indivíduo com o seu tempo e espaço. A sua poesia é marcada por uma linguagem cuidada e por uma forte carga lírica, que convida à reflexão sobre a condição humana e as suas complexidades. Com uma escrita que transita entre o pessoal e o universal, Serafim Ferreira constrói um universo poético que ressoa com as inquietações contemporâneas. A sua obra, embora por vezes melancólica, revela uma profunda capacidade de observação e uma sensibilidade apurada para as nuances da existência.
Maria Brites
1986-10-16
Maria Brites é uma figura emergente na poesia contemporânea, cuja obra se destaca pela exploração de temas introspectivos e pela linguagem cuidada. A sua poesia navega entre a fragilidade humana e a busca por significado em um mundo em constante mudança. Com uma sensibilidade aguçada, Brites aborda as complexidades das relações interpessoais e a experiência do indivíduo na sociedade moderna, utilizando uma voz poética que é simultaneamente pessoal e universal. A sua escrita é marcada por uma atmosfera de reflexão e por uma profunda empatia com os sentimentos humanos. Através de imagens evocativas e de um ritmo que convida à contemplação, a autora estabelece um diálogo íntimo com o leitor, convidando-o a mergulhar nas suas próprias emoções e a confrontar as suas inquietações existenciais. A obra de Maria Brites tem vindo a conquistar um público atento, consolidando-a como uma voz promissora no panorama literário.
Vicente Machado de Faria e Maia
1838 – 1917
Vicente Machado de Faria e Maia foi um poeta cujos versos se inserem na tradição literária portuguesa. A sua obra explora a profundidade da expressão lírica, abordando temas universais com uma sensibilidade particular. Através da sua poesia, deixou um testemunho das suas reflexões e visões de mundo, contribuindo para o património literário em língua portuguesa.
Diogo Camacho
Séc. XVII
Diogo Camacho é um nome que se projeta na poesia contemporânea pela sua capacidade de transitar entre o lirismo introspectivo e a crueza da realidade social. A sua obra, marcada por uma linguagem direta e por vezes desafiadora, aborda temas como a identidade, as relações humanas, as mazelas sociais e a busca por sentido num mundo em constante mutação. Com um estilo que privilegia a imagem impactante e a reflexão crítica, Camacho tem vindo a construir um percurso literário que ressoa com as inquietações da sua geração, convidando à introspeção e ao questionamento.
Pe. António dos Reis
1690 – 1738
O Pe. António dos Reis foi um sacerdote e poeta cuja obra se distingue pela profundidade da sua reflexão sobre a fé, a condição humana e a relação do homem com o divino. A sua poesia, imbuída de um tom lírico e contemplativo, explora temas universais com uma linguagem cuidada e imagética. O seu legado poético, embora centrado em temáticas religiosas e espirituais, ressoa pela sua capacidade de tocar em aspetos existenciais que transcendem o contexto específico da sua vocação, consolidando-o como uma figura relevante na poesia de cariz espiritual.
Leonel Cosme
1934-01-01 – 2021-01-01
Leonel Cosme é um poeta e ensaísta cuja obra se insere na linha da poesia contemporânea portuguesa, explorando com particular sensibilidade temas como a memória, o tempo, a identidade e a relação do indivíduo com o espaço urbano e natural. A sua escrita, marcada por uma linguagem cuidada e uma forte componente imagética, convida à reflexão sobre a condição humana num mundo em constante mutação. Com uma voz que transita entre o lirismo e a interrogação existencial, Cosme tem vindo a afirmar-se como uma figura relevante na paisagem literária, deixando um rasto de versos que interpelam o leitor pela sua profundidade e pela forma como captam as nuances da experiência contemporânea.
Joaquim Simões da Silva Ferraz
1834 – 1875
Joaquim Simões da Silva Ferraz foi uma figura ligada à literatura, embora com um percurso menos proeminente em comparação com outros autores da sua época. A sua produção literária, em grande parte poética, reflete os anseios e as sensibilidades de um período de transição na literatura portuguesa. A sua obra, por vezes marcada por um tom mais intimista ou reflexivo, contribuiu para o panorama literário, mesmo que o seu nome não seja tão amplamente divulgado nos estudos gerais de literatura. A dedicação à escrita poética denota uma paixão pelas palavras e pela expressão de sentimentos e ideias.
Conde de Monsaraz
1852-07-18 – 1913-07-17
O Conde de Monsaraz, figura ligada à nobreza e à produção literária, deixou um legado poético que se insere em correntes estéticas do seu tempo. A sua obra explora temas de cariz histórico e lírico, refletindo uma visão particular sobre a sociedade e as emoções humanas. Com um estilo que por vezes se aproxima da poesia de corte e outras vezes se permite uma maior liberdade expressiva, o Conde de Monsaraz contribuiu para o panorama literário com uma voz distinta.
Cândido de Figueiredo
1846-09-19 – 1925-09-26
Cândido de Figueiredo foi um intelectual, poeta e lexicógrafo português, conhecido pela sua vasta erudição e pelo seu trabalho de compilação do "Novo Dicionário Popular da Língua Portuguesa". A sua obra poética, embora menos proeminente que o seu trabalho dicionarístico, reflete o espírito do seu tempo e a sua profunda ligação à língua portuguesa.
Francisco Gomes de Amorim
1827-08-13 – 1891-11-04
Francisco Gomes de Amorim foi um poeta português, conhecido principalmente pelo seu envolvimento no movimento do Romantismo em Portugal. A sua obra, marcada por uma forte sensibilidade lírica e por um profundo amor à pátria e às tradições portuguesas, reflete os ideais e as preocupações da sua época. Com uma escrita que evoca a natureza, os costumes populares e os sentimentos mais nobres, Amorim procurou exaltar a identidade nacional e os valores morais, contribuindo para a afirmação de uma poesia genuinamente portuguesa.
José Ramos Coelho
1832-01-01 – 1914-01-01
José Ramos Coelho foi um poeta português cuja obra se destaca pela sua expressividade e pela capacidade de captar as nuances da experiência humana. A sua poesia, frequentemente marcada por uma forte componente lírica e reflexiva, aborda temas universais como o amor, a saudade, a natureza e a passagem do tempo. Com uma linguagem cuidada e um ritmo envolvente, Ramos Coelho consolidou-se como uma voz importante na poesia portuguesa contemporânea.