Poemas neste tema
Sociedade e Mundo
Felipe Larson
IMPREVISÍVEIS
A verdade é tão ruim,
Mas sofrer pra que?
Se nascemos com o dom de mentir
E você sabe fazer muito bem
Mas quando descubro suas mentiras
Eu minto também
Pois nós temos os mesmos direitos
E criamos nossas próprias leis
Então meu bem
Nós somos imprevisíveis
Por alguns anos me perguntei
Mas agora entendi
Qual é à força do sentimento, tente descobrir?
Mas pense bem antes de responder
Pois não é bem assim
E sei que logo você descobrirá
E a todos contará
Então meu bem
Nós somos impossíveis
Mas sofrer pra que?
Se nascemos com o dom de mentir
E você sabe fazer muito bem
Mas quando descubro suas mentiras
Eu minto também
Pois nós temos os mesmos direitos
E criamos nossas próprias leis
Então meu bem
Nós somos imprevisíveis
Por alguns anos me perguntei
Mas agora entendi
Qual é à força do sentimento, tente descobrir?
Mas pense bem antes de responder
Pois não é bem assim
E sei que logo você descobrirá
E a todos contará
Então meu bem
Nós somos impossíveis
842
Felipe Larson
IMPREVISÍVEIS
A verdade é tão ruim,
Mas sofrer pra que?
Se nascemos com o dom de mentir
E você sabe fazer muito bem
Mas quando descubro suas mentiras
Eu minto também
Pois nós temos os mesmos direitos
E criamos nossas próprias leis
Então meu bem
Nós somos imprevisíveis
Por alguns anos me perguntei
Mas agora entendi
Qual é à força do sentimento, tente descobrir?
Mas pense bem antes de responder
Pois não é bem assim
E sei que logo você descobrirá
E a todos contará
Então meu bem
Nós somos impossíveis
Mas sofrer pra que?
Se nascemos com o dom de mentir
E você sabe fazer muito bem
Mas quando descubro suas mentiras
Eu minto também
Pois nós temos os mesmos direitos
E criamos nossas próprias leis
Então meu bem
Nós somos imprevisíveis
Por alguns anos me perguntei
Mas agora entendi
Qual é à força do sentimento, tente descobrir?
Mas pense bem antes de responder
Pois não é bem assim
E sei que logo você descobrirá
E a todos contará
Então meu bem
Nós somos impossíveis
842
Felipe Vianna
REFLEXÕES DE UM ANO SECULAR
Entre lucros e prejuízos
A humanidade vai andando.
Papai Noel vai, Papai Noel vem,
Século vai, século vem.
Como o folhear de um livro
O tempo vai passando.
O que foi escrito, bem ou mau, escrito foi.
Mas folhas brancas estão chegando.
As luzes da ribalta se acendem
Para um novo século entrar,
E que em festejos de amores em corações
Faça a humanidade se encantar.
Que cristalina como a água da fonte
Seja o amor entre os homens,
E belo como o brilho da pérola
Seja este século que nos espera.
São os votos da humanidade
Que almeja, em plena sanidade,
Não ver mais fomes, guerras e atrocidades.
É,...
Chega de falar em desgraças,
Deixemos o passado para os livros de história,
E, vamos escrever a nossa, agora!
Feliz Ano Novo
Feliz Novo Século
21/12/2000
A humanidade vai andando.
Papai Noel vai, Papai Noel vem,
Século vai, século vem.
Como o folhear de um livro
O tempo vai passando.
O que foi escrito, bem ou mau, escrito foi.
Mas folhas brancas estão chegando.
As luzes da ribalta se acendem
Para um novo século entrar,
E que em festejos de amores em corações
Faça a humanidade se encantar.
Que cristalina como a água da fonte
Seja o amor entre os homens,
E belo como o brilho da pérola
Seja este século que nos espera.
São os votos da humanidade
Que almeja, em plena sanidade,
Não ver mais fomes, guerras e atrocidades.
É,...
Chega de falar em desgraças,
Deixemos o passado para os livros de história,
E, vamos escrever a nossa, agora!
Feliz Ano Novo
Feliz Novo Século
21/12/2000
731
Felipe Vianna
LOUCURA
Loucura é:
Mostrar o meu Eu ao teu Tu
E se o teu Tu achar louco o meu Eu
Não permitas, Deus,
Que eu seja o Tu.
Pois, se todo louco é feliz,
Mais vale curtir o éden de minha loucura à
Curtir o teu Tu das jaulas da sociedade.
25/05/2001
Mostrar o meu Eu ao teu Tu
E se o teu Tu achar louco o meu Eu
Não permitas, Deus,
Que eu seja o Tu.
Pois, se todo louco é feliz,
Mais vale curtir o éden de minha loucura à
Curtir o teu Tu das jaulas da sociedade.
25/05/2001
922
Felipe Vianna
LOUCURA
Loucura é:
Mostrar o meu Eu ao teu Tu
E se o teu Tu achar louco o meu Eu
Não permitas, Deus,
Que eu seja o Tu.
Pois, se todo louco é feliz,
Mais vale curtir o éden de minha loucura à
Curtir o teu Tu das jaulas da sociedade.
25/05/2001
Mostrar o meu Eu ao teu Tu
E se o teu Tu achar louco o meu Eu
Não permitas, Deus,
Que eu seja o Tu.
Pois, se todo louco é feliz,
Mais vale curtir o éden de minha loucura à
Curtir o teu Tu das jaulas da sociedade.
25/05/2001
922
Felipe Vianna
BRASIL
Do carioca do samba,
Do paulista da Moca,
Do gaúcho do chimarrão,
Do caruru da baiana,
Do nordestino da rapadura.
Este é meu orgulho,
Este é meu país.
Neste país,
Onde tudo que se planta dá
Meus bisavós da Letônia vieram p´ra cá.
Dizia-se no tempo deles
Que o Brasil era o país do futuro,
E se o futuro é a globalização dos povos,
Presente, hoje, o Brasil do futuro é.
Por isso,
Digo em brados:
“Brasil
Do meu povo amado,
Sou te fiel
Aos teus povos e raças
Que unidos na graça
Faz do meu Brasil um país diferente,
Um país ausente
Da guerra dos povos sem paz “.
Várias religiões,
Várias cores e raças
Que não interessam em nada
Pois tu és Brasil,
Minha pátria amada.
11/06/2001
Do paulista da Moca,
Do gaúcho do chimarrão,
Do caruru da baiana,
Do nordestino da rapadura.
Este é meu orgulho,
Este é meu país.
Neste país,
Onde tudo que se planta dá
Meus bisavós da Letônia vieram p´ra cá.
Dizia-se no tempo deles
Que o Brasil era o país do futuro,
E se o futuro é a globalização dos povos,
Presente, hoje, o Brasil do futuro é.
Por isso,
Digo em brados:
“Brasil
Do meu povo amado,
Sou te fiel
Aos teus povos e raças
Que unidos na graça
Faz do meu Brasil um país diferente,
Um país ausente
Da guerra dos povos sem paz “.
Várias religiões,
Várias cores e raças
Que não interessam em nada
Pois tu és Brasil,
Minha pátria amada.
11/06/2001
937
Felipe Vianna
BRASIL
Do carioca do samba,
Do paulista da Moca,
Do gaúcho do chimarrão,
Do caruru da baiana,
Do nordestino da rapadura.
Este é meu orgulho,
Este é meu país.
Neste país,
Onde tudo que se planta dá
Meus bisavós da Letônia vieram p´ra cá.
Dizia-se no tempo deles
Que o Brasil era o país do futuro,
E se o futuro é a globalização dos povos,
Presente, hoje, o Brasil do futuro é.
Por isso,
Digo em brados:
“Brasil
Do meu povo amado,
Sou te fiel
Aos teus povos e raças
Que unidos na graça
Faz do meu Brasil um país diferente,
Um país ausente
Da guerra dos povos sem paz “.
Várias religiões,
Várias cores e raças
Que não interessam em nada
Pois tu és Brasil,
Minha pátria amada.
11/06/2001
Do paulista da Moca,
Do gaúcho do chimarrão,
Do caruru da baiana,
Do nordestino da rapadura.
Este é meu orgulho,
Este é meu país.
Neste país,
Onde tudo que se planta dá
Meus bisavós da Letônia vieram p´ra cá.
Dizia-se no tempo deles
Que o Brasil era o país do futuro,
E se o futuro é a globalização dos povos,
Presente, hoje, o Brasil do futuro é.
Por isso,
Digo em brados:
“Brasil
Do meu povo amado,
Sou te fiel
Aos teus povos e raças
Que unidos na graça
Faz do meu Brasil um país diferente,
Um país ausente
Da guerra dos povos sem paz “.
Várias religiões,
Várias cores e raças
Que não interessam em nada
Pois tu és Brasil,
Minha pátria amada.
11/06/2001
937
Eugenio Montejo
Volta a teus deuses profundos
Volta a teus deuses profundos;
estão intactos,
estão ao fundo com suas chamas esperando;
nenhum sopro do tempo as apaga.
Os silenciosos deuses práticos
ocultos na porosidade das coisas.
Hás rodado no mundo mais que nenhum calhau;
perdeste teu nome, tua cidade,
assíduo a visões fragmentarias;
de tantas horas que reténs?
A música de ser é destoante
porém a vida continua
e certos acordes prevalecem.
A terra é redonda por desejo
de tanto gravitar;
a terra arredondará todas as coisas
cada uma a seu término.
De tantas viagens pelo mar
de tantas noites ao pé de tua lâmpada,
só estas vozes te circundam;
decifra nelas o eco de teus deuses;
estão intactos,
estão cruzando mudos com seus olhos de peixes
ao fundo de teu sangue.
estão intactos,
estão ao fundo com suas chamas esperando;
nenhum sopro do tempo as apaga.
Os silenciosos deuses práticos
ocultos na porosidade das coisas.
Hás rodado no mundo mais que nenhum calhau;
perdeste teu nome, tua cidade,
assíduo a visões fragmentarias;
de tantas horas que reténs?
A música de ser é destoante
porém a vida continua
e certos acordes prevalecem.
A terra é redonda por desejo
de tanto gravitar;
a terra arredondará todas as coisas
cada uma a seu término.
De tantas viagens pelo mar
de tantas noites ao pé de tua lâmpada,
só estas vozes te circundam;
decifra nelas o eco de teus deuses;
estão intactos,
estão cruzando mudos com seus olhos de peixes
ao fundo de teu sangue.
828
Eduardo Alves da Costa
Quero que o saibas
Quero que o saibas, linda Inês:
meu coração é português.
E dentro do peito fareja latidos
da alma que há muito me fugiu.
Ando sem alma, já se vê,
à procura de não sei quê.
Talvez um cheiro, uma cor, um som
- memória do tempo em que eu,
cidadão de Viseu,
vivia na bolsa seminal de meu pai.
O que foi ele buscar no mundo?
O azul profundo que há nos mares
quando se os tem interiores;
novos amores, terras mais vastas.
Não são assim os descobridores?
Pois meu coração é assim:
navegante à deriva, naufrago em mim!
meu coração é português.
E dentro do peito fareja latidos
da alma que há muito me fugiu.
Ando sem alma, já se vê,
à procura de não sei quê.
Talvez um cheiro, uma cor, um som
- memória do tempo em que eu,
cidadão de Viseu,
vivia na bolsa seminal de meu pai.
O que foi ele buscar no mundo?
O azul profundo que há nos mares
quando se os tem interiores;
novos amores, terras mais vastas.
Não são assim os descobridores?
Pois meu coração é assim:
navegante à deriva, naufrago em mim!
1 463
Felipe Larson
CICLO
Nós temos um mundo a descobrir
Mas e daí se nada aprendermos
Mas o que realmente gostei de sentir
É que não estamos perdidos
O mundo gira em torno de ilusões
Que terminam no mesmo ponto
E o sumo da perfeição
Não existe no submundo
A ignorância é a que prevalece
Ditada e escrita já pelos profetas
Que tão cedo o jovem envelhece
E a infância já não é completa
Mas tudo isso poderia mudar
Mas ninguém quer lutar por isso
Não entende o ciclo da vida
Se rompida, como será a vida vivida?
Quem saberá o que é amar
Quem saberá ditar as regras
Mas e daí se nada aprendermos
Mas o que realmente gostei de sentir
É que não estamos perdidos
O mundo gira em torno de ilusões
Que terminam no mesmo ponto
E o sumo da perfeição
Não existe no submundo
A ignorância é a que prevalece
Ditada e escrita já pelos profetas
Que tão cedo o jovem envelhece
E a infância já não é completa
Mas tudo isso poderia mudar
Mas ninguém quer lutar por isso
Não entende o ciclo da vida
Se rompida, como será a vida vivida?
Quem saberá o que é amar
Quem saberá ditar as regras
630
Felipe Vianna
VAE SOL!
(ai do homem só)
Não te deixes morrer
Antes que a morte
Te alcance.
Não te abandones,
Meu amigo.
Nada posso fazer
Por alguém
Que não se faz.
A luta é tua,
A vitória é tua.
Na vida,
Não há tempo para
Chorar.
Não te deixes morrer
Antes que a morte
Te alcance.
Não te abandones,
Meu amigo.
Nada posso fazer
Por alguém
Que não se faz.
A luta é tua,
A vitória é tua.
Na vida,
Não há tempo para
Chorar.
882
Felipe Vianna
ESPERANÇA
Eu vivo o que eu posso
Pois o que não posso
Não me pertence.
Mas o que eu quero
Pertencer-me-á.
13/09/1998
Pois o que não posso
Não me pertence.
Mas o que eu quero
Pertencer-me-á.
13/09/1998
699
Felipe Vianna
IDIOSSINCRASIA
Homem,
Quem és tu?
Sem personalidade,
Sem caráter.
Que entre a turba
Exacerbadamente
Idiossincrático se faz.
Do emendado
Ao mais rebelde
Não foge nunca
Desta estirpe social.
II
Quem és tu?
Insurgente idiota
Que, para fugir da rota,
Idiossincrático se faz.
III
Vulgo certo,
Emendado, correto.
Burro de carga
Da ideologia te faz.
11/06/2001
Quem és tu?
Sem personalidade,
Sem caráter.
Que entre a turba
Exacerbadamente
Idiossincrático se faz.
Do emendado
Ao mais rebelde
Não foge nunca
Desta estirpe social.
II
Quem és tu?
Insurgente idiota
Que, para fugir da rota,
Idiossincrático se faz.
III
Vulgo certo,
Emendado, correto.
Burro de carga
Da ideologia te faz.
11/06/2001
976
Felipe Vianna
IDIOSSINCRASIA
Homem,
Quem és tu?
Sem personalidade,
Sem caráter.
Que entre a turba
Exacerbadamente
Idiossincrático se faz.
Do emendado
Ao mais rebelde
Não foge nunca
Desta estirpe social.
II
Quem és tu?
Insurgente idiota
Que, para fugir da rota,
Idiossincrático se faz.
III
Vulgo certo,
Emendado, correto.
Burro de carga
Da ideologia te faz.
11/06/2001
Quem és tu?
Sem personalidade,
Sem caráter.
Que entre a turba
Exacerbadamente
Idiossincrático se faz.
Do emendado
Ao mais rebelde
Não foge nunca
Desta estirpe social.
II
Quem és tu?
Insurgente idiota
Que, para fugir da rota,
Idiossincrático se faz.
III
Vulgo certo,
Emendado, correto.
Burro de carga
Da ideologia te faz.
11/06/2001
976
Felipe Vianna
POESIA À POESIA
Rosas, amor, morte, vida,
São as armas da poesia.
Poesia hoje não lida,
Poesia hoje esquecida.
Poesia é um discurso,
Um discurso com muito som.
Se seu ritmo é bonito
É de alguém com muito dom.
Poesia é cultura,
É beleza, é arte pura.
Canto dos pássaros,
Pérola dos poetas.
Na vida das poesias
Tantas vidas se passaram,
Estas vidas já se foram
Mas nas poesias ficaram.
Tão bela quanto a rosa
A poesia ainda é,
Mas hoje, totalmente esquecida
Na conquista da mulher.
Já vou aos poucos findando
Esta poesia de dor,
Dor da ausência da arte
Na presença de um amor.
13/04/1991
São as armas da poesia.
Poesia hoje não lida,
Poesia hoje esquecida.
Poesia é um discurso,
Um discurso com muito som.
Se seu ritmo é bonito
É de alguém com muito dom.
Poesia é cultura,
É beleza, é arte pura.
Canto dos pássaros,
Pérola dos poetas.
Na vida das poesias
Tantas vidas se passaram,
Estas vidas já se foram
Mas nas poesias ficaram.
Tão bela quanto a rosa
A poesia ainda é,
Mas hoje, totalmente esquecida
Na conquista da mulher.
Já vou aos poucos findando
Esta poesia de dor,
Dor da ausência da arte
Na presença de um amor.
13/04/1991
624
Felipe Vianna
VITÓRIA
No amor e na guerra
O importante é vencer.
Não importa o que espera,
O importante é você.
Na estratégia da vida
Uma luta vencida
Não vale nada
Se não tem uma amada.
Sim, uma amada,
Uma amada ideologia
Certa e precisa
Para esta vida imprecisa.
O certo
Nem sempre
É o correto.
Os amigos
Às vezes são
Seus maiores inimigos.
Tudo não basta.
Pois não é o bastante
Para que tu, infante,
Faça.
Isso, faze,
Faze teu nome correr pelos sete mares,
Cruzar por todos os ares
E neste mundo deixar a marca.
07/07/2001
O importante é vencer.
Não importa o que espera,
O importante é você.
Na estratégia da vida
Uma luta vencida
Não vale nada
Se não tem uma amada.
Sim, uma amada,
Uma amada ideologia
Certa e precisa
Para esta vida imprecisa.
O certo
Nem sempre
É o correto.
Os amigos
Às vezes são
Seus maiores inimigos.
Tudo não basta.
Pois não é o bastante
Para que tu, infante,
Faça.
Isso, faze,
Faze teu nome correr pelos sete mares,
Cruzar por todos os ares
E neste mundo deixar a marca.
07/07/2001
873
Felipe Vianna
VITÓRIA
No amor e na guerra
O importante é vencer.
Não importa o que espera,
O importante é você.
Na estratégia da vida
Uma luta vencida
Não vale nada
Se não tem uma amada.
Sim, uma amada,
Uma amada ideologia
Certa e precisa
Para esta vida imprecisa.
O certo
Nem sempre
É o correto.
Os amigos
Às vezes são
Seus maiores inimigos.
Tudo não basta.
Pois não é o bastante
Para que tu, infante,
Faça.
Isso, faze,
Faze teu nome correr pelos sete mares,
Cruzar por todos os ares
E neste mundo deixar a marca.
07/07/2001
O importante é vencer.
Não importa o que espera,
O importante é você.
Na estratégia da vida
Uma luta vencida
Não vale nada
Se não tem uma amada.
Sim, uma amada,
Uma amada ideologia
Certa e precisa
Para esta vida imprecisa.
O certo
Nem sempre
É o correto.
Os amigos
Às vezes são
Seus maiores inimigos.
Tudo não basta.
Pois não é o bastante
Para que tu, infante,
Faça.
Isso, faze,
Faze teu nome correr pelos sete mares,
Cruzar por todos os ares
E neste mundo deixar a marca.
07/07/2001
873
Felipe Vianna
VITÓRIA
No amor e na guerra
O importante é vencer.
Não importa o que espera,
O importante é você.
Na estratégia da vida
Uma luta vencida
Não vale nada
Se não tem uma amada.
Sim, uma amada,
Uma amada ideologia
Certa e precisa
Para esta vida imprecisa.
O certo
Nem sempre
É o correto.
Os amigos
Às vezes são
Seus maiores inimigos.
Tudo não basta.
Pois não é o bastante
Para que tu, infante,
Faça.
Isso, faze,
Faze teu nome correr pelos sete mares,
Cruzar por todos os ares
E neste mundo deixar a marca.
07/07/2001
O importante é vencer.
Não importa o que espera,
O importante é você.
Na estratégia da vida
Uma luta vencida
Não vale nada
Se não tem uma amada.
Sim, uma amada,
Uma amada ideologia
Certa e precisa
Para esta vida imprecisa.
O certo
Nem sempre
É o correto.
Os amigos
Às vezes são
Seus maiores inimigos.
Tudo não basta.
Pois não é o bastante
Para que tu, infante,
Faça.
Isso, faze,
Faze teu nome correr pelos sete mares,
Cruzar por todos os ares
E neste mundo deixar a marca.
07/07/2001
873
Luís Vianna
VOLTA AO LAR
Aos 18 anos,
Numa briga com o pai,
Este jovem
Se vai.
Vai, vai,
Vai sofrer a vida
Pois a vida é sofrida
Aos que não têm p´ra amar
Nem mesmo
Um simples lar.
Viveu na calçada
À beira da estrada
Sem um amigo,
Sem uma namorada.
Sem amor só resta dor,
E a dor,
É ardor.
Passaram-se os dias,
E por entre as feridas,
Um homem
Põe-se a chorar.
Quer voltar
Ao seu lar.
Liga para casa
Com medo do pai,
E com a mão, põe-se a falar,
Para ver,
Se pode
Voltar.
Se eu puder voltar
Deixem-me um recado;
Em uma árvore
Um pano
Amarado.
E assim se fez.
Na data marcada,
Volta, quem sabe?
P´ra sempre e de vez.
Em frente à casa
Falta-lhe a coragem
Para ver se a branca bandagem
Ali vai encontrar,
Em frente
Ao seu
Lar.
Os olhos cerrados,
Abre-os, calado,
Para um pouco espiar.
E não vê um lenço,
Nem uma tarja,
Nem uma banda;
Vê, sim, um alvo lençol
Em toda varanda.
27/01/2001
Numa briga com o pai,
Este jovem
Se vai.
Vai, vai,
Vai sofrer a vida
Pois a vida é sofrida
Aos que não têm p´ra amar
Nem mesmo
Um simples lar.
Viveu na calçada
À beira da estrada
Sem um amigo,
Sem uma namorada.
Sem amor só resta dor,
E a dor,
É ardor.
Passaram-se os dias,
E por entre as feridas,
Um homem
Põe-se a chorar.
Quer voltar
Ao seu lar.
Liga para casa
Com medo do pai,
E com a mão, põe-se a falar,
Para ver,
Se pode
Voltar.
Se eu puder voltar
Deixem-me um recado;
Em uma árvore
Um pano
Amarado.
E assim se fez.
Na data marcada,
Volta, quem sabe?
P´ra sempre e de vez.
Em frente à casa
Falta-lhe a coragem
Para ver se a branca bandagem
Ali vai encontrar,
Em frente
Ao seu
Lar.
Os olhos cerrados,
Abre-os, calado,
Para um pouco espiar.
E não vê um lenço,
Nem uma tarja,
Nem uma banda;
Vê, sim, um alvo lençol
Em toda varanda.
27/01/2001
939
Felipe Vianna
FOME
Aspiramos ao bem do povo
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
624
Felipe Vianna
FOME
Aspiramos ao bem do povo
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
624
Felipe Vianna
FOME
Aspiramos ao bem do povo
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
624
Felipe Vianna
FOME
Aspiramos ao bem do povo
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
624
Felipe Vianna
FOME
Aspiramos ao bem do povo
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
Mas, ao povo nada fazemos.
Com encarecimento peço de novo
Para que tentemos.
O que você ganha?
Não posso explicar;
É uma sensação incrível
Ver a felicidade de chorar.
A ventura de comer,
Matar a fome,
Matar a sede,
São direitos do homem.
Será maravilhoso,
Um mundo igual,
Esta utopia,
Uma anarquia total.
Os donos do mundo,
Conto-os nos dedos.
E por que são?
Espero uma explicação.
07/03/1996
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