Felipe Larson

Felipe Larson

Felipe Larson é um poeta cuja obra se destaca pela sua abordagem contemporânea e pela exploração de temas intrinsecamente ligados à experiência urbana e às complexidades das relações humanas na sociedade moderna. Sua poesia, muitas vezes marcada por uma linguagem direta e por imagens impactantes, convida à reflexão sobre a identidade, a solidão e a busca por conexão em um mundo em constante transformação. Com uma sensibilidade aguçada para captar as nuances do cotidiano e os sentimentos que permeiam a vida contemporânea, Felipe Larson consolidou-se como uma voz relevante na poesia atual, dialogando com as inquietações de sua geração e oferecendo um olhar particular sobre os desafios e as belezas da existência.

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IGUAIS

A mesma forma de olhar
Do mesmo jeito de amar
Querendo colher as flores
Do mesmo jardim

Quase um segundo
Quase sem querer
Do jeito que veio ao mundo
Do jeito de ser

Quem foi que falou que não temos saúde? (a burguesia)
Quem foi que falou que somos pobres? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

Vamos brigar pelos mesmos ideais
A igualdade já me satisfaz
Ouçam bem a minha narração
Pra conhecer a nossa geração

Muitas vidas, muitos mestres
Quem diria, quem te segue
Um dilema, um problema
De ordem e progresso

Quem foi que falou que não temos direitos? (a burguesia)
Quem foi que falou que não somos sinceros? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

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Biografia

Identificação e contexto básico

Felipe Larson é um poeta brasileiro contemporâneo, conhecido por sua produção lírica que aborda temas atuais e experiências humanas de forma inovadora e reflexiva.

Infância e formação

As informações detalhadas sobre a infância e formação de Felipe Larson não são amplamente divulgadas em fontes públicas. No entanto, sua obra sugere uma formação cultural e literária sólida, com uma sensibilidade apurada para as questões sociais e existenciais de seu tempo.

Percurso literário

O percurso literário de Felipe Larson é marcado por uma inserção significativa na poesia contemporânea. Sua escrita evolui explorando as particularidades da linguagem e da experiência humana no contexto atual, buscando novas formas de expressar sentimentos e reflexões.

Obra, estilo e características literárias

Obra, estilo e características literárias A obra de Felipe Larson frequentemente aborda temas como a vida urbana, as relações interpessoais na era digital, a busca por identidade, a solidão e a efemeridade dos momentos. Seu estilo poético é caracterizado por uma linguagem moderna, por vezes coloquial, mas carregada de lirismo e profundidade. Utiliza recursos como a metáfora e a imagem para criar um retrato vívido das experiências contemporâneas. A sua poesia pode apresentar um tom introspectivo ou observacional, convidando o leitor a refletir sobre o mundo ao seu redor.

Obra, estilo e características literárias

Contexto cultural e histórico Felipe Larson insere-se no contexto cultural e histórico da poesia brasileira contemporânea, um período marcado pela influência das novas tecnologias, pelas transformações sociais e pela busca por novas formas de expressão artística. Sua obra reflete as inquietações e os dilemas da sociedade atual.

Obra, estilo e características literárias

Vida pessoal Informações específicas sobre a vida pessoal de Felipe Larson são escassas em fontes públicas. Sua poesia, no entanto, demonstra uma forte capacidade de observação e empatia com as experiências humanas, sugerindo um indivíduo atento às complexidades da vida.

Obra, estilo e características literárias

Reconhecimento e receção Felipe Larson tem recebido reconhecimento pela sua voz poética autêntica e pela relevância dos temas que aborda. Sua obra tem sido apreciada por leitores que se identificam com a sua perspectiva sobre o mundo contemporâneo e pela forma como a sua poesia ressoa com as suas próprias vivências.

Obra, estilo e características literárias

Influências e legado A obra de Felipe Larson demonstra uma conexão com a poesia contemporânea que explora a linguagem e os temas do nosso tempo. Seu legado reside na sua contribuição para a renovação da poesia brasileira, oferecendo uma perspectiva única sobre as experiências e os desafios da geração atual.

Obra, estilo e características literárias

Interpretação e análise crítica A poesia de Felipe Larson pode ser interpretada como um retrato sensível da condição humana na contemporaneidade, abordando questões de identidade, conexão e o impacto da vida moderna. Sua obra convida à análise sobre as dinâmicas sociais e existenciais do nosso tempo.

Obra, estilo e características literárias

Curiosidades e aspetos menos conhecidos Por ser uma figura relativamente discreta em relação à sua vida pessoal, aspectos menos conhecidos de Felipe Larson podem residir nas nuances de sua inspiração e nos detalhes de seu processo criativo, permitindo que sua poesia seja o principal veículo de sua expressão.

Obra, estilo e características literárias

Morte e memória Não há informações sobre a morte de Felipe Larson em fontes públicas.

Poemas

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IGUAIS

A mesma forma de olhar
Do mesmo jeito de amar
Querendo colher as flores
Do mesmo jardim

Quase um segundo
Quase sem querer
Do jeito que veio ao mundo
Do jeito de ser

Quem foi que falou que não temos saúde? (a burguesia)
Quem foi que falou que somos pobres? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

Vamos brigar pelos mesmos ideais
A igualdade já me satisfaz
Ouçam bem a minha narração
Pra conhecer a nossa geração

Muitas vidas, muitos mestres
Quem diria, quem te segue
Um dilema, um problema
De ordem e progresso

Quem foi que falou que não temos direitos? (a burguesia)
Quem foi que falou que não somos sinceros? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

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VOU MAIS ALÉM

Diga seu nome
Hasteie a bandeira
A estrela some
Você diz que é besteira
E ao teu sinal
É que vou saber

Nas horas mortas
Sempre iguais
E com as sobras
O que a gente faz
E o estado de lombra
Já é tão normal

Vou mais além
Do que posso ir
E quem quiser ir também
É só me seguir

A mão esconde
O seu rosto
Será que é vergonha
Abre seu jogo
E o teu segredo
Eu vou descobrir

Os melhores momentos
São aqueles vividos
E nós vamos indo
Até muito bem
Só temos medo
De não nos entender

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UMA DA MANHÃ

Uma da manhã
Nada diferente
Mas de repente
O dia irá mudar

O sol irá brilhar
Na sua janela
E o pensamento nela
É o que irá sobrar

Mas nada sacia
A minha vontade
De poder criar
Uma nova verdade

Ganhando esquinas
Assim que descobre
Que em pouco rabisco
Escreve meu nome

Por pensar tanto em você
Eu imagino você em todo lugar
Perseguindo até em meus sonhos
E quem disse que será assim
O nosso final, o nosso final feliz

608

SEM SENTIDO

Sentado bem perto do abismo
Há dias perdido no deserto
Dormindo sempre com o inimigo
E seguindo a ilusão de estar certo

Não tem medo do perigo
Aceita todos os desafios
Um tiro já não tem sentido
Quando está quase por um fio

Explodindo todos os carros
Um acorde tão desafinado
Acabaram os seus cigarros
O sol ficou abandonado

Desafiando a própria vida
Não corrigiram a ortografia
Arruinando toda a geografia
Que os incas diriam estar perdida

Mas é um Deus
Tem o controle da situação
E não foi por um adeus
Que agora não tem coração

882

UMA IMAGEM EM DUAS CORES

Noites de insônia só penso em você
Não vejo a hora de o dia nascer
Noites de agonia, eu me ligo em você.
Quando estou sentado de frente a TV

Uma imagem para se ver
Em apenas duas cores no entardecer
O amor não vem de longe no amanhecer
Ele vem surgindo pra eu na te esquecer

E eu não vou te esquecer
Não!

849

UMA GRANDE AMIZADE

Talvez eu não seja o herói que você sempre sonhou
Mas sempre estive presente quando você precisou
Tivemos muitas aventuras absurdas
Que perto do abismo chegou
Mas de hoje em diante
Prometa que irá se cuidar
Sabes que a vida é curta
Quem à entrega tão fácil

Chegou a hora de pular do barco
Abandonar os vícios e de ter os pés no chão

Não pense que poderei
Sempre estar do seu lado para ajudar
Não tenho talento para ser um super herói
Apenas um bom e velho amigo

837

A CHUVA DE 1751

A tempestade que cai lá fora
Não dá para agüentar
Está na hora de parar de chover
Estou com as pernas doendo
De tanto correr da chuva
Da chuva lá de fora

A chuva que caiu
Não vai poder cair mais
E não vai poder cair
Pois já choveu demais

E agora o que eu faço
Será que me joga na poça d'água
Pra me molhar
Pra me molhar de uma vez
E eu não, não quero mais
Chorar pelos cantos outra vez

861

NÃO LEMBRE DO TEMPO

Perco a estrada, perco a viajem,
Tudo não passa de uma ilusão
E quando volto, lembro da hora,
De que deixei pra trás minha paixão
Quero que saiba, o que sempre soube,
Que eu sou teu homem e você minha mulher

Não embre da hora
Esqueça do tempo
Aproveite o momento e nada mais
Esqueça de tudo
O que move o mundo
Pois é assim que deve ser

Você é desejo, meu desespero,
Você é tudo o que eu sempre quis
E porque choras, não vou embora.
Pois é em meu sonho que encontro você
Pois eu voltei, pra te dizer:
-Venha tornar meu sonho realidade

Então te pergunto:
- Por que não ser assim?
Eu e você, você pra mim, algo sem fim

938

DIA ETERNO

Mas você e eu, vivemos e morremos...
Mas o mundo não entende...
E nós não sabemos por quê?
Mas entenda, isso é uma vida.
E viver é preciso
É uma dor que temos que sentir dentro de nós
Então aprenda a viver um dia de cada vez
E será feliz
Então me diga o que você fez
Pra dizer que é apenas um aprendiz
Ainda não conheci o amor
Ainda não aprendi a vencer
O que adianta nadar contra corrente
Se vou continuar no mesmo lugar
Mas às vezes ter força de vontade é bom
Querer lutar como se fosse sua ultima vida
Mostre toda sua força
Mostre todo o seu poder
Se os jardins dos leões rugissem
Anunciando a chegada de um novo dia eterno

715

BELA ELÉTRICA APRENDIZ

O teu sorriso
O teu destino
Me diz com não te amar?

O teu segredo?
Teve algum beijo?
Me diz como não te desejar?

Te dei a rosa
Te dei a vida
Você não soube aproveitar
Agora chora
Não vejo a hora
De isso tudo terminar

Agora liga
Nem desperdiça
Solta a verdade no ar

Mas não tem volta
Vê se você se toca
Pra depois não se machucar

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