Felipe Larson

Felipe Larson

Felipe Larson é um poeta cuja obra se destaca pela sua abordagem contemporânea e pela exploração de temas intrinsecamente ligados à experiência urbana e às complexidades das relações humanas na sociedade moderna. Sua poesia, muitas vezes marcada por uma linguagem direta e por imagens impactantes, convida à reflexão sobre a identidade, a solidão e a busca por conexão em um mundo em constante transformação. Com uma sensibilidade aguçada para captar as nuances do cotidiano e os sentimentos que permeiam a vida contemporânea, Felipe Larson consolidou-se como uma voz relevante na poesia atual, dialogando com as inquietações de sua geração e oferecendo um olhar particular sobre os desafios e as belezas da existência.

23 964 Visualizações

IGUAIS

A mesma forma de olhar
Do mesmo jeito de amar
Querendo colher as flores
Do mesmo jardim

Quase um segundo
Quase sem querer
Do jeito que veio ao mundo
Do jeito de ser

Quem foi que falou que não temos saúde? (a burguesia)
Quem foi que falou que somos pobres? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

Vamos brigar pelos mesmos ideais
A igualdade já me satisfaz
Ouçam bem a minha narração
Pra conhecer a nossa geração

Muitas vidas, muitos mestres
Quem diria, quem te segue
Um dilema, um problema
De ordem e progresso

Quem foi que falou que não temos direitos? (a burguesia)
Quem foi que falou que não somos sinceros? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

Ler poema completo
Biografia

Identificação e contexto básico

Felipe Larson é um poeta brasileiro contemporâneo, conhecido por sua produção lírica que aborda temas atuais e experiências humanas de forma inovadora e reflexiva.

Infância e formação

As informações detalhadas sobre a infância e formação de Felipe Larson não são amplamente divulgadas em fontes públicas. No entanto, sua obra sugere uma formação cultural e literária sólida, com uma sensibilidade apurada para as questões sociais e existenciais de seu tempo.

Percurso literário

O percurso literário de Felipe Larson é marcado por uma inserção significativa na poesia contemporânea. Sua escrita evolui explorando as particularidades da linguagem e da experiência humana no contexto atual, buscando novas formas de expressar sentimentos e reflexões.

Obra, estilo e características literárias

Obra, estilo e características literárias A obra de Felipe Larson frequentemente aborda temas como a vida urbana, as relações interpessoais na era digital, a busca por identidade, a solidão e a efemeridade dos momentos. Seu estilo poético é caracterizado por uma linguagem moderna, por vezes coloquial, mas carregada de lirismo e profundidade. Utiliza recursos como a metáfora e a imagem para criar um retrato vívido das experiências contemporâneas. A sua poesia pode apresentar um tom introspectivo ou observacional, convidando o leitor a refletir sobre o mundo ao seu redor.

Obra, estilo e características literárias

Contexto cultural e histórico Felipe Larson insere-se no contexto cultural e histórico da poesia brasileira contemporânea, um período marcado pela influência das novas tecnologias, pelas transformações sociais e pela busca por novas formas de expressão artística. Sua obra reflete as inquietações e os dilemas da sociedade atual.

Obra, estilo e características literárias

Vida pessoal Informações específicas sobre a vida pessoal de Felipe Larson são escassas em fontes públicas. Sua poesia, no entanto, demonstra uma forte capacidade de observação e empatia com as experiências humanas, sugerindo um indivíduo atento às complexidades da vida.

Obra, estilo e características literárias

Reconhecimento e receção Felipe Larson tem recebido reconhecimento pela sua voz poética autêntica e pela relevância dos temas que aborda. Sua obra tem sido apreciada por leitores que se identificam com a sua perspectiva sobre o mundo contemporâneo e pela forma como a sua poesia ressoa com as suas próprias vivências.

Obra, estilo e características literárias

Influências e legado A obra de Felipe Larson demonstra uma conexão com a poesia contemporânea que explora a linguagem e os temas do nosso tempo. Seu legado reside na sua contribuição para a renovação da poesia brasileira, oferecendo uma perspectiva única sobre as experiências e os desafios da geração atual.

Obra, estilo e características literárias

Interpretação e análise crítica A poesia de Felipe Larson pode ser interpretada como um retrato sensível da condição humana na contemporaneidade, abordando questões de identidade, conexão e o impacto da vida moderna. Sua obra convida à análise sobre as dinâmicas sociais e existenciais do nosso tempo.

Obra, estilo e características literárias

Curiosidades e aspetos menos conhecidos Por ser uma figura relativamente discreta em relação à sua vida pessoal, aspectos menos conhecidos de Felipe Larson podem residir nas nuances de sua inspiração e nos detalhes de seu processo criativo, permitindo que sua poesia seja o principal veículo de sua expressão.

Obra, estilo e características literárias

Morte e memória Não há informações sobre a morte de Felipe Larson em fontes públicas.

Poemas

30

IGUAIS

A mesma forma de olhar
Do mesmo jeito de amar
Querendo colher as flores
Do mesmo jardim

Quase um segundo
Quase sem querer
Do jeito que veio ao mundo
Do jeito de ser

Quem foi que falou que não temos saúde? (a burguesia)
Quem foi que falou que somos pobres? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

Vamos brigar pelos mesmos ideais
A igualdade já me satisfaz
Ouçam bem a minha narração
Pra conhecer a nossa geração

Muitas vidas, muitos mestres
Quem diria, quem te segue
Um dilema, um problema
De ordem e progresso

Quem foi que falou que não temos direitos? (a burguesia)
Quem foi que falou que não somos sinceros? (a burguesia)

Vamos mostrar a nossa raça
Vamos mostrar a nossa cara
Devemos ser iguais

908

NÃO LEMBRE DO TEMPO

Perco a estrada, perco a viajem,
Tudo não passa de uma ilusão
E quando volto, lembro da hora,
De que deixei pra trás minha paixão
Quero que saiba, o que sempre soube,
Que eu sou teu homem e você minha mulher

Não embre da hora
Esqueça do tempo
Aproveite o momento e nada mais
Esqueça de tudo
O que move o mundo
Pois é assim que deve ser

Você é desejo, meu desespero,
Você é tudo o que eu sempre quis
E porque choras, não vou embora.
Pois é em meu sonho que encontro você
Pois eu voltei, pra te dizer:
-Venha tornar meu sonho realidade

Então te pergunto:
- Por que não ser assim?
Eu e você, você pra mim, algo sem fim

899

IMPREVISÍVEIS

A verdade é tão ruim,
Mas sofrer pra que?
Se nascemos com o dom de mentir
E você sabe fazer muito bem

Mas quando descubro suas mentiras
Eu minto também
Pois nós temos os mesmos direitos
E criamos nossas próprias leis

Então meu bem
Nós somos imprevisíveis

Por alguns anos me perguntei
Mas agora entendi
Qual é à força do sentimento, tente descobrir?

Mas pense bem antes de responder
Pois não é bem assim
E sei que logo você descobrirá
E a todos contará

Então meu bem
Nós somos impossíveis

822

SEM CONSEQÜÊNCIAS

Depois de tanto tempo, fui lembrar de você.
Que saudades do teu beijo, eu preciso te ver!
Eu te liguei esta noite, pra saber como você está?
Está tão diferente talvez já me esqueceu

Durante a chuva, me traz saudades.
E de cada pingo de chuva revelará um segredo
Nós aprendemos um com o outro o que é amar
E também descobrimos o que ninguém descobriu

Seja o que for
Vamos começar de novo
Seja o que for
Fomos feitos um pro outro

Houve um tempo que tudo era bom
E nada, mas nada nos machucava.
Mas ela veio assim, tão de repente.
E logo virou, e só deixou um adeus.

Seja o que for
Vamos começar de novo
Seja o que for
Fomos feitos um pro outro

777

UMA GRANDE AMIZADE

Talvez eu não seja o herói que você sempre sonhou
Mas sempre estive presente quando você precisou
Tivemos muitas aventuras absurdas
Que perto do abismo chegou
Mas de hoje em diante
Prometa que irá se cuidar
Sabes que a vida é curta
Quem à entrega tão fácil

Chegou a hora de pular do barco
Abandonar os vícios e de ter os pés no chão

Não pense que poderei
Sempre estar do seu lado para ajudar
Não tenho talento para ser um super herói
Apenas um bom e velho amigo

807

NA ESPERA DA SUA VOLTA

A solidão está presente
Meus amigos onde estão?
E fico aqui sozinho em casa
Escrevendo cartas

Só me telefone, na hora exata,
Na hora marcada.
Mas a canção só é cantada
Quando há uma razão

O coração não sabe nada
Do que é sentir saudades

Eu não entendo mais nada
Não sei porque você se foi
Mas espero sua volta

A nossa casa agora tão vazia
O que a sua falta me faz
Não durmo mais tranqüilo
Sem seu carinho

592

SABEMOS

Sabemos que saberíamos saber,
Mas o sábio que soube saber,
Saberia falar sobre a sabedoria,
De quem soube saber,
Sabendo que o saber é infinito.
Mas quem sabe do que soube sem saber,
Saberá sobrar o saber de um sábio,
Sem saber que saberia o sabido.
Saberei, saberás, saberemos o saber
Sabendo que não é sabido o saber do individuo
Que soube saber sem saber o sabido

929

SEM SENTIDO

Sentado bem perto do abismo
Há dias perdido no deserto
Dormindo sempre com o inimigo
E seguindo a ilusão de estar certo

Não tem medo do perigo
Aceita todos os desafios
Um tiro já não tem sentido
Quando está quase por um fio

Explodindo todos os carros
Um acorde tão desafinado
Acabaram os seus cigarros
O sol ficou abandonado

Desafiando a própria vida
Não corrigiram a ortografia
Arruinando toda a geografia
Que os incas diriam estar perdida

Mas é um Deus
Tem o controle da situação
E não foi por um adeus
Que agora não tem coração

847

UMA DA MANHÃ

Uma da manhã
Nada diferente
Mas de repente
O dia irá mudar

O sol irá brilhar
Na sua janela
E o pensamento nela
É o que irá sobrar

Mas nada sacia
A minha vontade
De poder criar
Uma nova verdade

Ganhando esquinas
Assim que descobre
Que em pouco rabisco
Escreve meu nome

Por pensar tanto em você
Eu imagino você em todo lugar
Perseguindo até em meus sonhos
E quem disse que será assim
O nosso final, o nosso final feliz

592

VOU MAIS ALÉM

Diga seu nome
Hasteie a bandeira
A estrela some
Você diz que é besteira
E ao teu sinal
É que vou saber

Nas horas mortas
Sempre iguais
E com as sobras
O que a gente faz
E o estado de lombra
Já é tão normal

Vou mais além
Do que posso ir
E quem quiser ir também
É só me seguir

A mão esconde
O seu rosto
Será que é vergonha
Abre seu jogo
E o teu segredo
Eu vou descobrir

Os melhores momentos
São aqueles vividos
E nós vamos indo
Até muito bem
Só temos medo
De não nos entender

633

Videos

50

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.