

Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Ser um poeta , é como ser um beija-flor ... todos os dias tira o nectar da vida de uma bela flor. É como dançar em uma corda bamba onde ... você não sabe quando vai cair, se em uma noite de belas estrelas... se em um dia claro e feliz de verão. *Ademir o poeta*
1952-01-28 São Gabriel da Palha - Espirito Santo-Brasil
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Poemas e Poesias.
"Poesia para uma desconhecida"
Nela depositei meu olhar;
me senti animado por ter
esta mulher me cumprimentado.
Andava bem devagar pela
calçada...com vestido todo
colorido - estampado.
Meus pensamentos me
diziam...ela é uma estranha;
e mesmo assim dirigia-me
sua bela voz que falava...
...Caro estranho; podes me
alegrar este meu coração!
pois fui ontem pelo marido
abandonada.
Então disse a esta mulher;
claro vou te dizer um belo
poema...para não te sentir
assim tão sofrida e calada.
...Venha voce doçe mulher,
de qualquer lugar descon-
hecido; para meu versos
te dizer o quanto eras bonita
e iluminada...
...Pelas estrelas da noite e
da lua que agora brilhavam;
nunca viverás no abandono
de um dia ser amada.
Esta mulher de voz suave
e encantadora, uma estranha
que pela calçada andava...
atravessou uma avenida , me
deu um adeus ; e foi-se como
uma fada encantada.
Pois nunca mais a vi , nas
noites em que eu andava;
e lá se foi ela toda iluminada.
por este poema a ela dedicado.
Ademir o poeta.
Nela depositei meu olhar;
me senti animado por ter
esta mulher me cumprimentado.
Andava bem devagar pela
calçada...com vestido todo
colorido - estampado.
Meus pensamentos me
diziam...ela é uma estranha;
e mesmo assim dirigia-me
sua bela voz que falava...
...Caro estranho; podes me
alegrar este meu coração!
pois fui ontem pelo marido
abandonada.
Então disse a esta mulher;
claro vou te dizer um belo
poema...para não te sentir
assim tão sofrida e calada.
...Venha voce doçe mulher,
de qualquer lugar descon-
hecido; para meu versos
te dizer o quanto eras bonita
e iluminada...
...Pelas estrelas da noite e
da lua que agora brilhavam;
nunca viverás no abandono
de um dia ser amada.
Esta mulher de voz suave
e encantadora, uma estranha
que pela calçada andava...
atravessou uma avenida , me
deu um adeus ; e foi-se como
uma fada encantada.
Pois nunca mais a vi , nas
noites em que eu andava;
e lá se foi ela toda iluminada.
por este poema a ela dedicado.
Ademir o poeta.
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