A justiça não é senão um vivo receio de que nos retirem o que nos pertence; daí vêm essa consideração e esse respeito por todos os interesses do próximo, e essa escrupulosa aplicação em não lhe causar nenhum prejuízo; tal receio retém o homem nos limites dos bens que deve ao nascimento ou à fortuna, e sem o qual ele usurparia continuamente os outros.
14
0
Mais como isto
Ver também
Escritas.org
