Importa que não haja ilusões sobre este ponto
que todos podemos morrer de sede em pleno mar.
João Miguel Fernandes Jorge é um poeta, crítico literário e ensaísta português cuja obra se distingue pela profundidade intelectual, pela reflexão sobre a condição humana e pela rigorosa atenção à linguagem. A sua poesia, muitas vezes marcada por um tom filosófico e existencial, explora temas como a memória, o tempo, a arte e a relação do indivíduo com o mundo. Como crítico e ensaísta, tem um papel relevante na análise e divulgação da literatura portuguesa contemporânea, nomeadamente da poesia. A sua vasta produção literária e académica consolida-o como uma figura incontornável no panorama cultural português.
n. 1943, Bombarral · m. , Hempstead
Sob sobre voz
1971
Porto batel
1972
Da crónica do rei Pedro alguns primeiros capítulos
1973
Turvos dizeres
1973
Alguns círculos
1975
Cartucho
1975
Meridional
1976
Crónica
1977
Man Ray, oito tiros à sua morte
1977
Direito de mentir
1978
Vinte e nove poemas
1978
Actus tragicus
1979
Uma exposição
1980
O roubador de água
1981
À beira do mar de Junho
1982
O regresso dos remadores
1982
Poemas escolhidos 1971-1981
1982
Paisagens com muitas figuras
1984
Um nome distante
1984
Tronos e dominações
1985
A jornada de Cristovão de Távora. Primeira parte
1986
Um quarto cheio de espelhos
1987
A jornada de Cristóvão de Távora. Segunda parte
1988
António Palolo
1988
Nem vencedor nem vencido
1988
Pelo fim da tarde
1989
Uma paixão inocente
1989
A jornada de Cristóvão de Távora. Terceira e última parte
1990
O que resta da manhã
1990
Sobre o mar e a casa = Sur la mer et la maison
1991
Terra nostra
1992
Fins-de-Semana
1993
O barco vazio
1994
Abstract & tartarugas. Luz e sombra visível
1995
Antologia poética 1971-1994
1995
Não é certo este dizer
1997
O lugar do poço
1997
O pé esquerdo
1998
Bellis azorica
1999
A flor da rosa
2000
No verão é melhor um conto triste
2000
Obra poética 1987-2000
2000
José Loureiro: pintura-desenho
2001
Sombras
2001
A pequena pátria
2002
Funchal em fundo
2002
Março, os remadores no Douro
2002
Museu das Janelas Verdes
2002
Territórios singulares
2002
Jardim das Amoreiras. Vinte e cinco poemas para vinte e cinco estudos anatómicos de Vieira da Silva
2003
Invisíveis correntes
2004
A gravata ensanguentada
2006
A palavra
2007
Termo de Óbidos
2007
Processo em arte
2008
Mãe-do-fogo
2009
Pickpocket
2009
Milreos
2015
Gostaria da liberdade de ser mais simples como sou. O que sinto nessas stanzas.
mto boa poesiia