Comunhão do terror
As traças roendo os nossos traços,
a natureza em colapso geme fortemente
na voz de pessoas com falso mérito,
todas as fincadas que o passado sentiu, ouviu e sucumbiu,
são comungadas em atmosfera coletiva,
as amarras que nos ditam,
são as mesmas que nos marcam indignamente,
nesse verbo rasgado e rasurado em sangue morno,
nas veias latentes de nossos corpos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
As BETS - 26/09/2026
Durante oito anos, o governo
Deixou proliferar as Bets,
Agora às vésperas da eleição
Anuncia sua proibição. …
Armando A. C. Garcia
E de repente...somos nada
E…de repente num breve instante SOMOS NADA, somos grãos de poeira Assentes nas prateleiras do tempo quase mesolítico
E…de repente num …
Frederico de Castro
Maldita Ira.
Largou-me ao abandono , quando mais precisei , orei - criei - procurei juventude - meus ideais de vida até mudei. Tudo fiz para qu…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
O dia em que o sol tornou-se feio
Aperta um seio a volúpia suavizas no outro o toque porque um temor indefinido assenta-se pelo que a calma se transtorna mas vamos para…
Darlan de Matos Cunha