A VISÃO DO FUTURO
A visão no futuro
O mundo escreveu nossa história e o tempo fe-la cartilha desse nosso viver.
Aprendemos com os dedicados Mestres, (pelos quais sempre tivemos respeito carinho e um amor dividido entre o paterno e o materno) um saber dosado em responsabilidade.
Sabatina, palmatória, mãos que ardiam ao toque da madeira redonda, que ao contato com a pele estalava na sala ecoando aos ouvidos apurados e eram inevitáveis os risos para dentro de si,
Pois, aquele que fosse pego sorrindo, o castigo logo mudaria de castigado.
Maldade do professor? Não. Disciplina com aval dos nossos pais, que alegres, agradeciam aos mesmos.
Hoje, o professor corre o risco de ser insultado, humilhado, agredido, atingido por qualquer objeto perfuro-cortante, ou abatido em pleno exercício da mais honrosa profissão, por um projétil disparado por um garoto de 13, 15, 17, 22 anos, não importa a idade.
Difícil é entender o que houve de 1968 para 2018, onde os chamados bons costumes, o carinho, o amor o respeito, o riso doce do aluno e do professor, numa autêntica cumplicidade de paz, tenha se perdido no mundo, mudando no tempo a nossa história, que era tao bela para o nosso tao puro e inocente viver.
A todos os profissionais da educação.
Carlos Silva
06/08/2020
O mundo escreveu nossa história e o tempo fe-la cartilha desse nosso viver.
Aprendemos com os dedicados Mestres, (pelos quais sempre tivemos respeito carinho e um amor dividido entre o paterno e o materno) um saber dosado em responsabilidade.
Sabatina, palmatória, mãos que ardiam ao toque da madeira redonda, que ao contato com a pele estalava na sala ecoando aos ouvidos apurados e eram inevitáveis os risos para dentro de si,
Pois, aquele que fosse pego sorrindo, o castigo logo mudaria de castigado.
Maldade do professor? Não. Disciplina com aval dos nossos pais, que alegres, agradeciam aos mesmos.
Hoje, o professor corre o risco de ser insultado, humilhado, agredido, atingido por qualquer objeto perfuro-cortante, ou abatido em pleno exercício da mais honrosa profissão, por um projétil disparado por um garoto de 13, 15, 17, 22 anos, não importa a idade.
Difícil é entender o que houve de 1968 para 2018, onde os chamados bons costumes, o carinho, o amor o respeito, o riso doce do aluno e do professor, numa autêntica cumplicidade de paz, tenha se perdido no mundo, mudando no tempo a nossa história, que era tao bela para o nosso tao puro e inocente viver.
A todos os profissionais da educação.
Carlos Silva
06/08/2020
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