Ode ao meu cachimbo, chamado Misaque
era o fogo
serventia aguda
da coisa menos formal
prestante à luta
era o tomilho
matéria exata
de guardar restos dos sonhos
que desato
era a fumaça
magra continência
do que eu poderia queimar
nessas ausências
Misaque era só uma arma
de inventar paciências
serventia aguda
da coisa menos formal
prestante à luta
era o tomilho
matéria exata
de guardar restos dos sonhos
que desato
era a fumaça
magra continência
do que eu poderia queimar
nessas ausências
Misaque era só uma arma
de inventar paciências
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski