A NOSSA VERGONHA
Tanta coisa para fazer
Correr, correr sem saber andar
Assim começa a vida para muita gente
E como machuca tentar!
Sair de um buraco que mais parece um poço sem fundo
Profissão: enxugador de gelo
Desistir jamais, esperança sempre
Porque é hora de preparar o solo seco e torrado
A chibata do sol castigando a pele que já virou couro Curtido
Semeia olhando para o céu pedindo “Misericórdia, Senhor!”
E a autoridade do outro lado da cerca na dúvida se almoça lagosta ou salmão
Sugiro que pule a cerca e veja a lavoura do enxugador de gelo
Mas há quem prefira ficar e ouvir Ivan Dzerzhinsky
De qualquer forma essa gente continuará correndo
Porque sobreviver é preciso.
Correr, correr sem saber andar
Assim começa a vida para muita gente
E como machuca tentar!
Sair de um buraco que mais parece um poço sem fundo
Profissão: enxugador de gelo
Desistir jamais, esperança sempre
Porque é hora de preparar o solo seco e torrado
A chibata do sol castigando a pele que já virou couro Curtido
Semeia olhando para o céu pedindo “Misericórdia, Senhor!”
E a autoridade do outro lado da cerca na dúvida se almoça lagosta ou salmão
Sugiro que pule a cerca e veja a lavoura do enxugador de gelo
Mas há quem prefira ficar e ouvir Ivan Dzerzhinsky
De qualquer forma essa gente continuará correndo
Porque sobreviver é preciso.
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