Ser simples e trilhar
A vida livremente,
Buscar com afinco
O que é pleno no coração
E despojar do efêmero, do que não
Perdura, da luxúria ao vil metal
Dos homens tolos e endinheirados.
Unir nos mesmos gestos
O viver dentro das próprias possibilidades,
Erguer, aos poucos, o que lhe é devido,
Sem excessos, sem trapaças.
Dormir na cama o sono dos justos,
A consciência plena de genuínas emoções.
A vida livremente,
Buscar com afinco
O que é pleno no coração
E despojar do efêmero, do que não
Perdura, da luxúria ao vil metal
Dos homens tolos e endinheirados.
Unir nos mesmos gestos
O viver dentro das próprias possibilidades,
Erguer, aos poucos, o que lhe é devido,
Sem excessos, sem trapaças.
Dormir na cama o sono dos justos,
A consciência plena de genuínas emoções.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Vejo
Vejo, porque não sou totalmente cego, o que está defronte e o que está detrás, também o que se esconde nas arestas do mundo, neste e nout…
Viriato Oliveira
Virar-se para (1976)
Virar-se para, Compreender o íntimo do que, há o monstro burguês de sete cabeças viradas para o escuro. Estar …
Viriato Oliveira
O País do Não-País. (1976)
O País do Não-País é belo como uma águia planando. É longínquo, como o não existir. É macio, como a teia que conv…
Viriato Oliveira
Mulheres ao limite
Porque existe a burrice
O puro machismo
A mulher passa, lava, cozinha
Mas mesmo assim não é amada
Pra que serve…
Emanuelle Vilela