O GALO, UMA TRAGÉDIA HUMANA.



 

Galo
suspenso
promontório
no ar risca o bico
e empalha a canção.
Frangindo o amanhecer
Sopra velho a clarinada
pro mal da cidade acordar.
Espantalho metropolitano
cansado de inaugurar claridades
abriu o sol vestiu de faca o bico alado
furou os olhos inaugurando a escuridão.

 
furou os olhos, inaugurando a escuridão.
abriu o sol vestiu de faca o bico alado
cansado de inaugurar claridades
Espantalho metropolitano
pro mal da cidade acordar.
sopra velho a clarinada
Frangindo o amanhecer
e empalha a canção.
no ar risca o bico
promontório
suspenso
Galo


Olinda, 12/03/2020.
 

251 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.