Visão do nada
Me encontro perdido no escuro...
Bebo as palavras entre a luz artificial no rosto na noite
Tento poupar o peito sem escandalizar pela vergonha, mais vil estar mascará que grudou no rosto que já não é meu, já faz um tempo que o tempo mordeu...mas não sentir tanta falta como do seu, mas me acostumei com às nossas bagunças com foco com conforto da calma sem alma sem pressa ainda estou aqui pela afinidade com os erros...
Minhas escamas amarotadas sangra e perfura o coração em uma ponta solta que encravou... meus dias alucinado turvos de cinzas
prateada escrevo sem gestos acontece o pensar...
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