Acre
Nas páginas populares encontras o ímpar
não longe dos teus absurdos, sim
o absurdo elevado a guia dos dias
verás no miolo do livro cortes sem sutura
verás as ruas
troçando da lei
eis a garganta do diabo nas taxas sociais
e todos fingindo-se felizes com fútilbol
uma pífia cerveja
e um desapego roendo-te tíbias
e rótulas
mas se és bom ou boa de cama
levanta-te deste marasmo e busca o tempo
perdido
Escuta: ir é o que há.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito de mahogany
Floresço sob o teu coração
feito de mahogany.
Embora distante,
permitindo entre nós a fruição
como do Rio Belize
os dois f…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Você chegou sem aviso
Você chegou sem aviso, sem prometer ficar, e, quando percebi, já tinha vontade de te encontrar.
Entre risadas sem sentido, conversas q…
Addie_jovempoetiza
Reminiscência CXXVII
o mar um quanto intruso lambe com as ondas os beiços do mundo veias do mar o oceano deflagra largas ilações no vão da alma deitado na are…
AurelioAquino
O nosso baile
O baile que vale a pena
sempre será onde por
nada a gente se contenha.
O nosso baile é maya,
ao ritmo de Son Chapín,
onde …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski