Nas páginas populares encontras o ímpar
não longe dos teus absurdos, sim
o absurdo elevado a guia dos dias
verás no miolo do livro cortes sem sutura
verás as ruas
troçando da lei
eis a garganta do diabo nas taxas sociais
e todos fingindo-se felizes com fútilbol
uma pífia cerveja
e um desapego roendo-te tíbias
e rótulas
mas se és bom ou boa de cama
levanta-te deste marasmo e busca o tempo
perdido
Escuta: ir é o que há.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Enfim sós.
Lembro-me de nossa primeira noite de amor... enfim sós. teu corpo maravilhoso - tua pernas como duas plantas em exercicio de fazerem as…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
todo mundo bem burnout
renato russo disse em sua canção o mal do século é a solidão e sigamos tal sina sozinhos o que fazer neste fim de madrugada se o que me r…
Kátia Surreal
Enxada nas mãos.
Máquinas de raspar asfalto brilham nas serras - cheias de árvores - de homens no escurecer , em suas solidões - suas roupas em fosfor…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
se
se eu ainda tiver voz que seja um grito que transforme se eu puder ouvir que vibre toda a minha existência ecoando-se na janela fechada d…
Kátia Surreal