As vítimas da crueldade - 15-01-2026
De forma mal tratada e adjacente
Caminhava triste, e tristemente,
Na cidade, pelas ruas insolentes,
Aos perigos e contratempos eminentes.
Não sentia proteção pelo Estado
A cada passo, poderia ser levado,
P’los bandos que dominam a cidade
Sendo sequestrado sem piedade,
Levado ao cativeiro, nas quebradas
Com horas de angústia, mal passadas,
Ameaças de morte e toda a sorte
De torpezas, exposto até à morte.
Fazem transferências de suas contas
Compras, empréstimos de grandes montas,
Perpetram atrocidades, truculências
Num sem número de vis violências.
Esta é a cidade que nem a aliança
No dedo pode usar, com esperança,
De co’ela poder em casa retornar,
Igualmente, o pequeno celular.
A isto, estamos diariamente expostos
Não adianta cobrir os nossos rostos,
Porque eles, estão nas motos em cada canto
Surpreendendo-nos no desencanto.
Sua jactância e bazófia é notória
No meio da rua sacam sua pretória,
Fazendo sua justiça publicamente
Sem receio, porque polícia está ausente.
São Paulo, 15/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
No Facebook ou Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
Escritas.org
E canal do WhatsApp: Brisadapoesia
Direitos autorais registrados
Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar
Comentários (0)
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.