Este Viver Intenso...
Não importa para onde eu voe, para onde eu vá,
Você comigo sempre estará...
E enquanto meu coração dorme,
De alguma forma você sempre o preencherá...
Se todos os sonhos antes sepultados no esquecimento
Transbordaram em minha mente como um ciclone furioso
Por causa das noites não dormidas ao seu lado
Nada me aflige agora, não importa e não há como voltar
Se não há volta e seu corpo é para mim um precipício
Vou mergulhar fundo em sua insanidade
E permitir que sua pele sedosa e doce
Meus sentidos venham embriagar
Eu abri a janela e vislumbrei a sua agitação
Vislumbrei os espaços antes vazios
Instantaneamente sendo preenchidos por você
Eu abri as portas, na verdade as escancarei
Vislumbrei não a esperança, mas a sua docilidade
Intensa e de olhar aguçado, me forçou a entrar de uma vez
Não importa o quanto eu olhe para trás
O passado que antes era objeto de estudo
Agora não importa, pois o tempo deixou de existir
E deixou de existir porque seu coração é onipresente
É o fogo que forja todas as minhas ambições
É o tudo que teima em transformar em nada
É o nada que teima em ser tudo...
Eu abri a janela e o ar tinha o cheiro do seu perfume
Vislumbrei sua força que vinha de todas as direções
Imaginei que os pesadelos haviam se transformados em sonhos
Eu abrir as portas, na verdade as arranquei
Vislumbrei não a vida, mas tudo que existia antes de você
Intensamente tem me consumido, tem me tragado...
Não importa que não haja amanhã
Não interessa que tudo seja apenas um sonho
Você sabe que por muito menos eu dei minha vida
E tudo que eu doei para as pessoas não significou nada para elas
Fizeram do meu coração uma latrina
E por isso não importa se mais uma vez eu tenha que morrer...
23/01/2016
Dedicado a E.O.M
Você comigo sempre estará...
E enquanto meu coração dorme,
De alguma forma você sempre o preencherá...
Se todos os sonhos antes sepultados no esquecimento
Transbordaram em minha mente como um ciclone furioso
Por causa das noites não dormidas ao seu lado
Nada me aflige agora, não importa e não há como voltar
Se não há volta e seu corpo é para mim um precipício
Vou mergulhar fundo em sua insanidade
E permitir que sua pele sedosa e doce
Meus sentidos venham embriagar
Eu abri a janela e vislumbrei a sua agitação
Vislumbrei os espaços antes vazios
Instantaneamente sendo preenchidos por você
Eu abri as portas, na verdade as escancarei
Vislumbrei não a esperança, mas a sua docilidade
Intensa e de olhar aguçado, me forçou a entrar de uma vez
Não importa o quanto eu olhe para trás
O passado que antes era objeto de estudo
Agora não importa, pois o tempo deixou de existir
E deixou de existir porque seu coração é onipresente
É o fogo que forja todas as minhas ambições
É o tudo que teima em transformar em nada
É o nada que teima em ser tudo...
Eu abri a janela e o ar tinha o cheiro do seu perfume
Vislumbrei sua força que vinha de todas as direções
Imaginei que os pesadelos haviam se transformados em sonhos
Eu abrir as portas, na verdade as arranquei
Vislumbrei não a vida, mas tudo que existia antes de você
Intensamente tem me consumido, tem me tragado...
Não importa que não haja amanhã
Não interessa que tudo seja apenas um sonho
Você sabe que por muito menos eu dei minha vida
E tudo que eu doei para as pessoas não significou nada para elas
Fizeram do meu coração uma latrina
E por isso não importa se mais uma vez eu tenha que morrer...
23/01/2016
Dedicado a E.O.M
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia