Escritas
PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão

Idioma

PT — Português EN — English ES — Español
Iniciar sessão
  1. Início
  2. Autores
  3. Diogo Oliveira
  4. Acróstico

Acróstico

Seguinte
Que se faça silêncio
Diogo Oliveira
Diogo Oliveira
Joguei sem saber, meu
Eu nas mãos frias do destino,
Sentenciado cedo a triste fado.
Se por noites te pedi,
Implorei tua palavra, teu sorriso...
Como quis teu cheiro,como quis teu toque...
Ainda que não o mereça.
776 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.

Outros poemas de participantes

Emergir Humano Se acaso  Não tivesse eu  Idealizado a singular formosura Tua Em simplicidade primitiva  E desejo   Desnecessário  P… de Oliveira Melo Andanças o povo dança a rua abraça o tempo em sua luta cheiro da história assuntando seu curso ilações da matéria nas vias do futuro a multidão pu… AurelioAquino Escuridão Minha voz recita O que n’alma No coração dilacera. Um sopro de vida, Um olhar sincero, Uma dúvida, Uma mágo… killders NÃO SEI... Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve… Celso Ciampi
Diogo Oliveira PT

Diogo Oliveira

0000-00-00 · Portugal

Reportar erro ou incorreção

Tipo de problema

Obrigado! O seu reporte foi enviado e será analisado.

Explorar

  • Poemas
  • Autores
  • Citações
  • Temas
  • Escolhas do Editor

Descobrir

  • Hoje
  • Movimentos Literários
  • Livros
  • Prémios
  • Dicionário

Comunidade

  • Portal
  • Membros
  • Livro de visitas

Escritas

  • Sobre Escritas.org
  • Ajuda
  • Contacte-nos
© 2026 Escritas