Rosa morta
Masca
Rasga
Corta
Rosa
Morta
Que é
O amor
Pulsa corante
Vermelho vibrante
Avante
Os barcos de sangue
Pelos tabernáculos
Do meu coração.
Tão vasto, tão inútil
Amor sempre sempre fútil
Água mole
Pedra dura
Tanto bate e
Não te fura
Bate tanto o trovador
Em versos e cantigas de amor
Que nada dura
Fura o barco afunda
O barco pega o arco e
Flecha a árvore em que
Os namoradinhos de infância
Talharam seus nomes - tadinhos -
A luz no fim do túnel
Era um trem mesmo,
Com seu vagão soterrando
A poesia do meu coração
Engole e cospe a alma
E perde a calma e bate palma
Pros amantes que nunca foram amantes
E martiriza os poetas
Com seus cabelos escorridos
E com sua obsessão pela lua
(Ah! Mal eles sabem como é
A maldição de conseguir conversar
Com meu coração)
A rosa morta
Que é o amor
Masca
Rasga
E corta.
Rasga
Corta
Rosa
Morta
Que é
O amor
Pulsa corante
Vermelho vibrante
Avante
Os barcos de sangue
Pelos tabernáculos
Do meu coração.
Tão vasto, tão inútil
Amor sempre sempre fútil
Água mole
Pedra dura
Tanto bate e
Não te fura
Bate tanto o trovador
Em versos e cantigas de amor
Que nada dura
Fura o barco afunda
O barco pega o arco e
Flecha a árvore em que
Os namoradinhos de infância
Talharam seus nomes - tadinhos -
A luz no fim do túnel
Era um trem mesmo,
Com seu vagão soterrando
A poesia do meu coração
Engole e cospe a alma
E perde a calma e bate palma
Pros amantes que nunca foram amantes
E martiriza os poetas
Com seus cabelos escorridos
E com sua obsessão pela lua
(Ah! Mal eles sabem como é
A maldição de conseguir conversar
Com meu coração)
A rosa morta
Que é o amor
Masca
Rasga
E corta.
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