Ademir D.Zanotelli *Poeta*

Ademir D.Zanotelli *Poeta*

n. 1952 BR BR

Ser um poeta , é como ser um beija-flor ... todos os dias tira o néctar da vida de uma bela flor. É como dançar em uma corda bamba onde ... você não sabe quando vai cair, se em uma noite de belas estrelas... se em um dia claro e feliz de verão. e quero deixar claro que meus textos são poéticos -concretos - e de origem fantásticas - surrealistas - espiritualistas -

n. 1952-01-28, São Gabriel da Palha - Espirito Santo-Brasil · m. --

Perfil
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Lula la...

Lula la... bem vindo a vitória  dos
corações brasileiros ... bem vindo ao
país de uma social democracia .
Lula la ... sempre de coração aberto
para o povo de uma nação - destinada
a ser o celeiro do mundo.
Lula la ... o sagrado homem dos desvalidos
e oprimidos  - o homem que compreende as
razões da sua reeleição.
Lula lá 25 de outubro de 2026 - uma data que
vai entrar para a história por sua compreensão -
no que precisamos de imediato - afeição e
justiça - pois meu voto foi secreto e público
se tornou. Assim pedimos ao deuses que
se cumpra o destino de nossa grande nação.

Ademir o poeta.

Ler poema completo
Biografia

Tenho um pequeno livro publicado no ano de 2019 . pela editora Buqui  -  e antes disso os meus escritos eram  feitos por cópias em xeros  de pequenos e poucos poemas dados aos meus amigos  -  que me ajudaram muito nesta minha caminhada  desde minha juventude - que somente agora no ano de 2023 , resolvi os publicar neste portal de tantos escritores de livros e de poesias  - músicas  -  dos mais antigos até os mais recentes , aos quais me considero um candidato * entre estes  novos autores* O engraçado que acho de minha escrita -  é  que sou muito tímido   de as ler em público ... porem me considero  capas de explicar os   textos por minha mente criadas : pois somente  nas  poesias  ou poemas  > consigo  transmitir  o que sinto - ou que meus olhares veem  e  deste meu  coração  à minha mente : as fazem  serem todas  transcritas. Como textos de natureza fantásticas -realistas - e poéticas . Que a eterna paz  deste novo mundo ... vos sejam uma chama  em seus espíritos -mentes - corações - e em vossos corpos.  é  o que posso lhes dizer neste  momento. Abraços a todos. *Ademir o poeta*

Poemas

1287

Texto.

SOCIAL
DEMOCRACIA
HUMANISTICA
PREVALECIDA
POR

Estado de direito
e pelo império das leis.

SOCIAL
DEMOCRACIA
HUMANISTICA
FILOSÓFICA

-Do não ao capitalismo
selvagem e predador.
que esta nascendo em nossa
propia nação.

Esta será nossa única
salvação -

- LIBERDADE
-IGUALDADE
        -FRATERNIDADE
  E O FIM DE TODA OPRESÃO.

Ademir o poeta.

57

Ouro e Fogo.

Almas Gemeas
na hora e o dia
que veres teu coração
sair do teu peito/
E junto bem na sua frente
um outro, tão brilhante
como ouro/
Ai estará a tua com teu amor
intenço e um brilho quente 
como eterno fogo.
Tu entrarás em extase
e serão felizes para
todo o sempre.

Ademir o poeta.
 

48

As Ninfas.

Antes 
Bem antes
Depois
bem depois...
céu claro um
pouco escuro (talvez)
estrelado mundo
madrugada terras.
Antes
Bem antes
depois...
dias se passam bem
claros - é o sol de verão.
Iluminando as ninfas
nas praias claras de
um azul transparente
- nos corpos de todas
elas - (prateadas )

Ademir o poeta.

62

O Ator.

Anfiteatro... quem sou
eu ?  almas  das almas
-tablados sob o luar.
Humanos no passado -
mente absorvendo os
textos dos homens
letrados.
Teatros a céu aberto
circular - e a noite
as estrelas como
flores estáticas brilham
todo tablado.
( Estão a nos observar )
Um luar dos enamorados.
A sou ator! oh... somente
este meu corpo mental -
traz as luzes dos grandes
poetas universais!
-Letrados - sábios -
nos tablados sou
um ator consagrado.

Ademir o poeta.

48

Noites.

A noites
que entram nos 
corpos dos humanos/ e
ficam cheios de estrelas - 
luas - madrugadas - todas
nevoentas.
Você fica leve como as 
penas de  aves , ai  é neste
momento - nossa alma
revigora o corpo.
-Pois o universo está dentro
de todos nós .
-Maravilha
-Explendor
O sono do 
Sonhador.

Ademir o poeta.

45

Solidão das Ruas.

Os vazios das noites
serenas - o latir dos cães -
pedras muitos molhadas
na maior escuridão.
- Olho as estrelas  tão
longe da terra e mesmo
assim brilhando - em
confronto com a luz da lua
e sua imensidão.
Os vazios do silêncio
a chuva fina no rosto/ é
doloroso - meus olhos soltam
lágrimas de dor.

Ademir o poeta.

44

O Céu é o limite.

Andares, trinta ;
carretilhas cordas de
segurança , sou  um
pintor externo - meus
braços sobem e descem/
O rolo de tinta caminha
pintando andar por andar...
no primeiro penso!!! tenho
que ir até o último/
Em caso oro por minha família
e por mim - meses depois
estou no trigézimo / mas
continuo  , pois quero
pintar o céu de branco e 
amarelo./ cheguei as nuvens
e me sinto nos braços dos anjos /
estou cansado e durmo... o sono
dos justos  /  pois sou apenas um
simples pintor de paredes.
( trabalhador )

Ademir o poeta.

 

61

Senhores

Andai nas ruas
friorentas , onde criaturas
-aleijadas - merecem -
seu respeito.
Respeito por homens
de quilates em diamantes...
olhando o próximo com
a si mesmo.
Andai na escuridão
de seus casebres, onde
a luz vem do sol e da lua.
Senhores de gerações
nobres - de poder puro
em teus corações... olhem
para as nuvens  e saibam
que os desafortunados - as
veem como algodões doces.
para serem os futuros de
todas as nações.

Ademir o poeta.
 

51

O Parto.

Quente vermelhinho
iguais flores d'água
nos olhos claros verdes
de sua doce alma.
Andar vacilante, corpo
já envelhecido e no sol
clareia sua vida quando
anda.
Brilha no rosto o que foi
a tua juventude, corre
no tempo  e os filhos
chegados em sua velhice.
---Mamãe---
Quanto é doce 
teu amor no parto
---te amamos---

Ademir o poeta.

54

Os Quatro Elementos.

(Da terra) nascem toda
bela e em nossos
olhos brilham o feitio do
 corpo, aliviados por
longos abraços.
(Do ar) vem a vida caminhando
alegrias - tristezas - vivendo
no calor das cores do arvoredos
em infinitas belezas.
(Do fogo) aquecendo tudo 
tirado da natureza , derramadas
as  todas fazes  das vidas.
(Da água) bebida santificada
nas secas ...
sustenta as carnes - peixes -
rios - mares -  estes benditos
elementos.

Ademir o poeta.
 

55

Livros

22

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