A liberdade exige esforço para desapegar-se. Ser livre é mais difícil que deixar livre. Desapegar do que achamos que sabemos, desapegar de pontos finais e opniões firmes. A liberdade nada tem a ver com caixas e limites. Acreditamos para formar crenças que logo não farão mais sentido. Porque crenças são retratos e recortes de um tempo volúvel. Assim como a inocência pode ser vista de diferentes formas, a promiscuidade também. O que é certo e errado é um grande ponto de interrogação. Pontos finais fecham as portas para o conhecimento coletivo, rico e puro.
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A ausência é sua última parada
A ausência é sua última parada. Aquela que lhe traz o silêncio.
Enquanto ausência é escolha, o vazio é inerente à existência. Não há escolhas no vazio, ele existe, mudarará sua face a cada parada e o acompanhará até o fim da estação. A ausência te brinda o distanciamento necessário para te veres, te sentires. Se vier junto, o medo, talvez o caminho real de si lhe tenha sido mostrado.
525
Não ao óbvio
dddddddd
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Crítica construtiva é o caralho!
Você sabe porque eu odeio críticas "construtivas"?
Disfarçada com suas melhores vestes de hipocrisia, acompanhada de um sorriso amarelo e uma dose de veneno. Antes da opnião de pensamento de 60 segundos, destilada, as pirâmides do egito foram criadas. E antes que ache que esse é um poema prepotente,
Como pode uma opnião ser formada em segundos sobre algo com tantas variáveis.
139
Primeira verdade
O mais difícil é se manter bom nesse mundo.
525
Ensaio sobre a felicidade
Se há perversidade no estar feliz, não deveria ser algo tão superestimado e desejado. Talvez então desejar a consciência para escolhas mais justas e fiéis a si. Ouso dizer que, isso e apenas isso, torna a visão do todo mais ampla no que diz respeito à sua existência e tudo o que compõe sua subjetividade.
505
Quando não há escolha
A fome rasga meu estômago, mas a boca não saliva o suficiente para saciar. A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem. Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte. Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar. Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver, talvez sinta culpa, mas será tarde demais. Seremos uma, ou talvez, nada.
531
Quando não há escolha
A fome rasga meu estômago, mas a boca não saliva o suficiente para saciar. A ansiedade rasga meu peito, mas as pernas não se mexem. Ela está vindo em minha direção, vai me devorar! Mas meu corpo, está inerte. Rezo que a mente encontre um modo de se libertar, já que não mais existe caminho para voltar. Abraçarei assim minha devoradora e deixarei que veja de perto minhas entranhas, e, quando as ver, talvez sinta culpa, mas será tarde demais. Seremos uma, ou talvez, nada.