A Rosa Amarela do deserto.
Fui na feira comprar flores pra ela
Ela queria uma rosa do deserto amarela
O feirante não tinha a rara flor
Pra não desagradar a minha bela
Trouxe na sacola todo o deserto pra ela.
Pudesse eu pôr um cadinho de alegria
No teu pensamento
Usaria um conta gota de carinho
E uma colherinha de emoção
Depois sairia de mansinho
Para não te acordar de seu sono
Nem assustar teu coração.
Dê um sorriso
Regue uma flor
Preste um estímulo
Fale de amor
Diga: Bom dia!
Pinte uma cor
Cante uma música
Conforte uma dor
Exerça o perdão
Acolha e proteja
A tudo agradeça.
- Que o minuto acabou...
A Correnteza flui para um lado
A Água brota para o outro
Certo ou errado
Pertencem a um todo
Nas linhas retas
Nas coisas tortas
Nos dias de hoje
Ser pouco, é ser tudo
Não ter pressa é caminhar.
- A Arte de compreender está na resiliência de aceitar.
Em silencio, ama
Não é precisa barulho para amar.
Á distancia, ama
Não é preciso estar perto para amar.
Ama, antes até de ser amado
Para ser amado quando for necessário.
Em um momento difícil
Te chamei para um café
E pedi que ficasse em silencio
Fizeste – me companhia
Não disseste uma palavra
Apenas foste paciente
Tua quietude me confortou
E isso foi o suficiente.
Quando a alegria luzir no horizonte
Não vire a tua face para trás
Fite – a
Contemple-a
Pois o tempo de confiar te abordou
E a semente da fé e do amor
Em meio ao deserto da agonia
Finalmente brotou.
- A sílaba do amor se pronunciou.
Gosto de antigas portas de madeira
Daquelas das casinhas do interior
Me lembram os corações
Passagens de entrada para o amor
Para comigo,
Para contigo,
Para com os outros.
Atrás de cada porta
Dormem os sentimentos de todos.
Amou até o fim sem arrependimento
Depois caminhou...
Amou mais um pouco
Pois era esse o sentimento
E desapegando de si mesmo
Foi feliz do seu jeito
No seu tempo.
Encantada.